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Como anda a sua autoconfiança? Será que você duvida demais de si mesma? A autoconfiança não é somente uma sensação, é um processo, um exercício fundamental para você se sentir apta a realizar tarefas, perceber e usar suas habilidades e qualidades.

Pra se colocar no mundo, fazer o que acredita, como acredita, para viver com verdade. Autoconfiança não é se achar invencível ou melhor que os outros. Inclusive, duvidar um pouco de si mesma tem até um lado saudável, sabia?

É por isso que você consegue ter a habilidade de ouvir os outros, por exemplo, e de tomar consciência que não está certa em alguma situação. Mas a falta de autoconfiança pode se tornar algo não saudável quando impede que você veja seu valor, qualidades, talentos, ou quando faz com que você não se sinta merecedora e perca oportunidades.

Apesar de autoconfiança ter tudo a ver com autoestima, elas não são sinônimos. Na verdade a autoconfiança pode ser vista como um ingrediente da autoestima. Ter um nível saudável de autoconfiança pode te ajudar a ter sucesso na sua vida pessoal e na profissional.

Quando você acredita em si mesma, se sente mais disposta a se abrir para novas oportunidades e se sentindo mais confiante, automaticamente você está trabalhando sua autoestima. É possível exercitar a autoconfiança, mas antes, você precisa identificar onde o calo aperta.

 

É impossível mudar o que não reconhecemos ou entendemos na totalidade, certo? Então listei 5 sinais de que você duvida demais de si mesma e como você pode exercitar uma mudança:

 

1) Nunca percebe suas características positivas.

Têm dificuldade em ver coisas positivas em você? Está constantemente duvidando da sua capacidade e se autodepreciando? 

Tomar consciência da sua autocrítica excessiva é o primeiro passo. Toda vez que você sentir que está duvidando de você mesma, lembre-se que você pensa os seus pensamentos. E só porque você pensa, não faz disso uma verdade, certo?

Se você não mudar sua forma de pensar, também não conseguirá mudar sua visão de você mesma. Lembre-se sempre que o poder pertence ao pensador e não ao pensamento. Os pensamentos que você constrói em relação a você mesma se tornam afirmações.

Que tipo de afirmações você está  fazendo em relação a você? “Uma reclamação é uma afirmação. A gratidão é uma afirmação. Todo pensamento e toda palavra afirma alguma coisa… Suas afirmações de hoje possibilitam uma nova experiência do amanhã.” – Louise Hay no livro: “A Vida Ama Você”. Pense sobre isso.

 

2) Você tem medo de manifestar sua opinião.

Constantemente você se cala por insegurança, com medo do que os outros vão pensar sobre a sua opinião? Vive engolindo sapo?

Muitas vezes a gente duvida tanto de nós mesmas que criamos verdades absolutas (que só fazem sentido pra gente) e uma delas pode ser acreditar que o que você tem para dizer é irrelevante ou burrice.

Ter medo de manifestar uma opinião também pode estar ligado ao medo excessivo do julgamento alheio. Caso esse seja o seu caso, pense o quanto isso de fato não pode ser uma fobia. Sim, se você tem MUITO medo do que os outros vão pensar sobre você, pode ser alodoxafobia.

Essa fobia prejudica sua vida pessoal e profissional, já que ela faz com que você acredite que está constantemente sendo julgada ou criticada pelos outros. Se você acredita que esse pode ser o seu caso, busque ajuda profissional e não tenha vergonha de acionar sua rede de apoio!

Quando esse medo surgir de forma exagerada, quando você sentir que está impedindo de fazer ou falar algo importante, de sair de uma situação incômoda ou de se posicionar em algo importante, fale com alguém que você confie, goste e que te faça sentir acolhida.

O que essa pessoa pensa sobre o seu pensamento? Falar em voz alta e gravar um áudio para você mesma sobre a sua opinião e questionamento e ouvir algumas vezes também é um ótimo exercício para trabalhar a insegurança em se posicionar.

 

3) Você desiste antes mesmo de tentar.

Sente que falhou antes mesmo de ter começado? Só de pensar no que precisa ser feito, tem certeza que não possui as habilidades necessárias? Não se permite errar? 

Se você desiste antes mesmo de tentar, com certeza acredita que as chances de dar errado são maiores do que as chances de ter sucesso. E isso provavelmente acontece porque você não se sente capaz de realizar algo pela falta de autoconfiança, ou porque não tem real clareza do que quer.

A melhor forma de trabalhar essa insegurança ou falta de clareza é através do autoconhecimento. Quando a gente não se conhece, não conhecemos nossos talentos e habilidades e, por isso, acreditamos que não temos o que precisamos para conquistar nossos sonhos, desejos e objetivos.

Quando não nos conhecemos, facilmente acreditamos que somos o que os outros dizem que somos, que somos o que dá pra ser (geralmente, uma versão bem distorcida da sua real personalidade).

Trabalhar o autoconhecimento é tomar consciência do próprio poder. É fundamental que você conheça suas potências para entender do que realmente é capaz. Mulheres confiantes lidam melhor com erros porque sabem que isso não as define e que erros podem se tornar aprendizados, potencialidades e experiências para seguirem adiante.

 

4) Sempre se compara.

Está constantemente comparando seus pontos fracos com os pontos fortes de outras pessoas?

Quantas vezes, pra se sentir bem, você teve de usar outras como base de comparação? Ou quantas vezes você se comparou a alguém e se sentiu um lixo? Eu consumo dizer que toda vez que você se compara, você perde. Mesmo quando você ganha.

Afinal, você precisou medir o seu valor com o valor de outra pessoa. O que é mais cruel com nós mesmas é que muitas vezes nós comparamos os nossos pontos de melhoria com os pontos fortes de outra pessoa. Isso é justo com você?

Achei interessante trazer um trecho do texto O mundo e suas competições: Quanto mais você se compara, mais longe está de se encontrar: “É importante olhar pro lado pra ajudar, entender e perceber que os outros são diferentes, mas não pra querer ser melhor ou igual a ninguém.

Você não é um grupo, você não é a sociedade, você não é uma família, no fundo, no fundo, você é só você e é legal ser você, porque só você é você e sabe o que é ser você. O quanto você se compara, é inversamente proporcional ao quanto você se sente bem, se conhece e se ama.”

E o mais importante: Entenda que muitas vezes quando você se compara, você está se comparando a uma versão idealizada da pessoa, não a realidade. Geralmente nós focamos nossa atenção apenas em determinados aspectos da pessoa idealizada, o que acaba sendo uma fantasia criada por nossa mente.

Nós olhamos apenas para as características que desejamos e rejeitamos, ignoramos ou realmente não enxergamos aquelas que não consideramos atraentes. Se comparar é um hábito e hábitos podem ser transformados.

 

5) Você é indecisa e influenciável.

Você pensa demais antes de tomar uma decisão, se sente ansiosa para tomar decisões simples? Prefere que outras pessoas decidam por você? 

Para se tornar mais autoconfiante para tomar decisões é importante começar a perceber que toda decisão que você tomar é na verdade uma oportunidade de aprendizado. Pensar dessa forma faz com que a gente sinta menos medo de “tomar a decisão errada”, afinal não existem decisões certas ou erradas quando você escolhe pensar dessa forma. Todo mundo já fez escolhas desfavoráveis e reconhecer isso é aceitar e acolher sua imperfeição, algo fundamental para nosso desenvolvimento.

Acho que o trecho do texto Insegurança e ego, o que uma coisa tem a ver com a outra? pode fazer sentido aqui: “Talvez a insegurança tenha muito a ver com a importância que a gente se dá. É achar que a gente não pode falhar, que temos em nós toda a responsabilidade de fazer tudo dar certo, de ser perfeita, irretocável. É não aceitar que pode não dar certo, que pode não ser tão bom, que alguém pode perceber que você não sabe tudo.

Como se você tivesse obrigação de saber tudo, como se você não precisasse passar por processos que todo mundo passa. É achar sempre que todos os olhos estão te observando, te julgando, esperando o momento em que você erre para apontar o quanto você não é tão boa assim. Pergunta dura mas que vale ser feita: O quanto sua insegurança pode estar na verdade ligada com um ego infladíssimo? Ou até mesmo com uma necessidade enorme de atenção?”

Saiba que mesmo quando você não decide está decidindo, afinal a indecisão também é uma decisão. Algo vai acontecer se você escolher tomar uma atitude ou não. Ou seja: Não tomar uma decisão é a mesma coisa que tomar uma decisão.

E se você tá pensando: “Ufa! então não preciso me decidir!” Entenda que quando você não toma suas próprias decisões, você perde o controle da sua própria vida e das suas escolhas. E isso tem a ver com autorresponsabilidade e exercitar a autorresponsabilidade é exercitar a autoestima. Pense sobre isso.

Muita coisa fez sentido pra você? Percebeu que precisa mesmo trabalhar sua autoconfiança? Montei uma série de exercícios para você trabalhar suas inseguranças e medos. Estão disponíveis no nosso grupo do Telegram!

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