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Ervas para o amor próprio no Blend Chá de Autoestima

Ervas para o amor próprio Autoestima

As plantas e ervas para o amor próprio sempre se conectaram de uma forma especial com as mulheres. Na força que cura, na potência que acalenta, no mistério que envolve.

A mulher está no útero da matriarca camomila, que parece frágil, dócil, mas tem a força que acolhe, cura e dá a luz que clareia as ideias e nos ajuda a rever nossas crenças. A camomila acalma. E não porque te anestesia mas porque te liberta.

A mulher está na fertilidade do Hibisco, uma referência à Ísis, a deusa da fertilidade. E ser fértil é se permitir criar,se reinventar, ser dona de si mesma, ouvir sua intuição. Encontrar seu equilíbrio.

A mulher tá no poder de comunicação, na provocação e na libido da Canela. Aquela que se precisar queimar tudo, queima. Domina, mas também aquece, recebe, dá prazer.

A mulher está no magnetismo da Jasmim, feliz de ser quem é, que faz um mergulho interno em si mesma porque entende que tudo se constrói de dentro pra fora. Jasmim te convida a rever o seu feminino, olhar seu coração, suas emoções, compreender e honrar sua própria história.

A mulher é próspera e estimulante como o cravo, livre do medo de brilhar, com consciência do seu poder de atração, pronta para o sucesso.

Ervas para o amor próprio Autoestima

O que é poder feminino pra você?

O Blend Chá de Autoestima com flores e especiarias foi criado para ser o seu companheiro nos rituais de autocuidado, autoamor e autoconhecimento. Rituais são formas de fortalecer seu vínculo com você mesma. Beber um chá se torna um ritual quando é feito com atenção, intenção e plena entrega. O nosso chá foi desenvolvido com ingredientes para as necessidades físicas, emocionais e energéticas da mulher.

O blend contém:

Camomila:

  • Diminui a ansiedade e a insônia
  • Reduz cólicas menstruais, cólicas intestinais e gases
  • Ação antibacteriana, antifúngica e anti-inflamatória
  • Trabalha curas emocionais e a culpa

Hibisco:

  • Evita a retenção de líquidos
  • Antioxidante
  • Aumenta a produção natural de colágeno, hidrata e cicatriza
  • Trabalha a criatividade, intuição e o equilíbrio emocional

Canela:

  • Termogénica
  • Melhora a circulação sanguínea, reduz o inchaço do corpo
  • Antibacteriana
  • Trabalha a libido e a comunicação

Cravo:

  • Facilita a digestão
  • Combate os radicais livres
  •  Fonte de substâncias importantes para o bem-estar e ânimo
  • Trabalha o poder de atração e desperta o sentimento de crença em si mesma

Jasmim:

  • Analgésico: Alivia dores de cabeça e musculares
  • Protege a microbiota intestinal
  • Fortalece o sistema imunológico
  • Trabalha o feminino e questões internas

Garanta o seu Chá de Autoestima agora na nossa loja online!

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Autoconfiança: 5 sinais de que você duvida de si mesma (e como se sentir diferente)

autoconfiança

Como anda a sua autoconfiança? Será que você duvida demais de si mesma? A autoconfiança não é somente uma sensação, é um processo, um exercício fundamental para você se sentir apta a realizar tarefas, perceber e usar suas habilidades e qualidades.

Pra se colocar no mundo, fazer o que acredita, como acredita, para viver com verdade. Autoconfiança não é se achar invencível ou melhor que os outros. Inclusive, duvidar um pouco de si mesma tem até um lado saudável, sabia?

É por isso que você consegue ter a habilidade de ouvir os outros, por exemplo, e de tomar consciência que não está certa em alguma situação. Mas a falta de autoconfiança pode se tornar algo não saudável quando impede que você veja seu valor, qualidades, talentos, ou quando faz com que você não se sinta merecedora e perca oportunidades.

Apesar de autoconfiança ter tudo a ver com autoestima, elas não são sinônimos. Na verdade a autoconfiança pode ser vista como um ingrediente da autoestima. Ter um nível saudável de autoconfiança pode te ajudar a ter sucesso na sua vida pessoal e na profissional.

Quando você acredita em si mesma, se sente mais disposta a se abrir para novas oportunidades e se sentindo mais confiante, automaticamente você está trabalhando sua autoestima. É possível exercitar a autoconfiança, mas antes, você precisa identificar onde o calo aperta.

 

É impossível mudar o que não reconhecemos ou entendemos na totalidade, certo? Então listei 5 sinais de que você duvida demais de si mesma e como você pode exercitar uma mudança:

 

1) Nunca percebe suas características positivas.

Têm dificuldade em ver coisas positivas em você? Está constantemente duvidando da sua capacidade e se autodepreciando? 

Tomar consciência da sua autocrítica excessiva é o primeiro passo. Toda vez que você sentir que está duvidando de você mesma, lembre-se que você pensa os seus pensamentos. E só porque você pensa, não faz disso uma verdade, certo?

Se você não mudar sua forma de pensar, também não conseguirá mudar sua visão de você mesma. Lembre-se sempre que o poder pertence ao pensador e não ao pensamento. Os pensamentos que você constrói em relação a você mesma se tornam afirmações.

Que tipo de afirmações você está  fazendo em relação a você? “Uma reclamação é uma afirmação. A gratidão é uma afirmação. Todo pensamento e toda palavra afirma alguma coisa… Suas afirmações de hoje possibilitam uma nova experiência do amanhã.” – Louise Hay no livro: “A Vida Ama Você”. Pense sobre isso.

 

2) Você tem medo de manifestar sua opinião.

Constantemente você se cala por insegurança, com medo do que os outros vão pensar sobre a sua opinião? Vive engolindo sapo?

Muitas vezes a gente duvida tanto de nós mesmas que criamos verdades absolutas (que só fazem sentido pra gente) e uma delas pode ser acreditar que o que você tem para dizer é irrelevante ou burrice.

Ter medo de manifestar uma opinião também pode estar ligado ao medo excessivo do julgamento alheio. Caso esse seja o seu caso, pense o quanto isso de fato não pode ser uma fobia. Sim, se você tem MUITO medo do que os outros vão pensar sobre você, pode ser alodoxafobia.

Essa fobia prejudica sua vida pessoal e profissional, já que ela faz com que você acredite que está constantemente sendo julgada ou criticada pelos outros. Se você acredita que esse pode ser o seu caso, busque ajuda profissional e não tenha vergonha de acionar sua rede de apoio!

Quando esse medo surgir de forma exagerada, quando você sentir que está impedindo de fazer ou falar algo importante, de sair de uma situação incômoda ou de se posicionar em algo importante, fale com alguém que você confie, goste e que te faça sentir acolhida.

O que essa pessoa pensa sobre o seu pensamento? Falar em voz alta e gravar um áudio para você mesma sobre a sua opinião e questionamento e ouvir algumas vezes também é um ótimo exercício para trabalhar a insegurança em se posicionar.

 

3) Você desiste antes mesmo de tentar.

Sente que falhou antes mesmo de ter começado? Só de pensar no que precisa ser feito, tem certeza que não possui as habilidades necessárias? Não se permite errar? 

Se você desiste antes mesmo de tentar, com certeza acredita que as chances de dar errado são maiores do que as chances de ter sucesso. E isso provavelmente acontece porque você não se sente capaz de realizar algo pela falta de autoconfiança, ou porque não tem real clareza do que quer.

A melhor forma de trabalhar essa insegurança ou falta de clareza é através do autoconhecimento. Quando a gente não se conhece, não conhecemos nossos talentos e habilidades e, por isso, acreditamos que não temos o que precisamos para conquistar nossos sonhos, desejos e objetivos.

Quando não nos conhecemos, facilmente acreditamos que somos o que os outros dizem que somos, que somos o que dá pra ser (geralmente, uma versão bem distorcida da sua real personalidade).

Trabalhar o autoconhecimento é tomar consciência do próprio poder. É fundamental que você conheça suas potências para entender do que realmente é capaz. Mulheres confiantes lidam melhor com erros porque sabem que isso não as define e que erros podem se tornar aprendizados, potencialidades e experiências para seguirem adiante.

 

4) Sempre se compara.

Está constantemente comparando seus pontos fracos com os pontos fortes de outras pessoas?

Quantas vezes, pra se sentir bem, você teve de usar outras como base de comparação? Ou quantas vezes você se comparou a alguém e se sentiu um lixo? Eu consumo dizer que toda vez que você se compara, você perde. Mesmo quando você ganha.

Afinal, você precisou medir o seu valor com o valor de outra pessoa. O que é mais cruel com nós mesmas é que muitas vezes nós comparamos os nossos pontos de melhoria com os pontos fortes de outra pessoa. Isso é justo com você?

Achei interessante trazer um trecho do texto O mundo e suas competições: Quanto mais você se compara, mais longe está de se encontrar: “É importante olhar pro lado pra ajudar, entender e perceber que os outros são diferentes, mas não pra querer ser melhor ou igual a ninguém.

Você não é um grupo, você não é a sociedade, você não é uma família, no fundo, no fundo, você é só você e é legal ser você, porque só você é você e sabe o que é ser você. O quanto você se compara, é inversamente proporcional ao quanto você se sente bem, se conhece e se ama.”

E o mais importante: Entenda que muitas vezes quando você se compara, você está se comparando a uma versão idealizada da pessoa, não a realidade. Geralmente nós focamos nossa atenção apenas em determinados aspectos da pessoa idealizada, o que acaba sendo uma fantasia criada por nossa mente.

Nós olhamos apenas para as características que desejamos e rejeitamos, ignoramos ou realmente não enxergamos aquelas que não consideramos atraentes. Se comparar é um hábito e hábitos podem ser transformados.

 

5) Você é indecisa e influenciável.

Você pensa demais antes de tomar uma decisão, se sente ansiosa para tomar decisões simples? Prefere que outras pessoas decidam por você? 

Para se tornar mais autoconfiante para tomar decisões é importante começar a perceber que toda decisão que você tomar é na verdade uma oportunidade de aprendizado. Pensar dessa forma faz com que a gente sinta menos medo de “tomar a decisão errada”, afinal não existem decisões certas ou erradas quando você escolhe pensar dessa forma. Todo mundo já fez escolhas desfavoráveis e reconhecer isso é aceitar e acolher sua imperfeição, algo fundamental para nosso desenvolvimento.

Acho que o trecho do texto Insegurança e ego, o que uma coisa tem a ver com a outra? pode fazer sentido aqui: “Talvez a insegurança tenha muito a ver com a importância que a gente se dá. É achar que a gente não pode falhar, que temos em nós toda a responsabilidade de fazer tudo dar certo, de ser perfeita, irretocável. É não aceitar que pode não dar certo, que pode não ser tão bom, que alguém pode perceber que você não sabe tudo.

Como se você tivesse obrigação de saber tudo, como se você não precisasse passar por processos que todo mundo passa. É achar sempre que todos os olhos estão te observando, te julgando, esperando o momento em que você erre para apontar o quanto você não é tão boa assim. Pergunta dura mas que vale ser feita: O quanto sua insegurança pode estar na verdade ligada com um ego infladíssimo? Ou até mesmo com uma necessidade enorme de atenção?”

Saiba que mesmo quando você não decide está decidindo, afinal a indecisão também é uma decisão. Algo vai acontecer se você escolher tomar uma atitude ou não. Ou seja: Não tomar uma decisão é a mesma coisa que tomar uma decisão.

E se você tá pensando: “Ufa! então não preciso me decidir!” Entenda que quando você não toma suas próprias decisões, você perde o controle da sua própria vida e das suas escolhas. E isso tem a ver com autorresponsabilidade e exercitar a autorresponsabilidade é exercitar a autoestima. Pense sobre isso.

Muita coisa fez sentido pra você? Percebeu que precisa mesmo trabalhar sua autoconfiança? Montei uma série de exercícios para você trabalhar suas inseguranças e medos. Estão disponíveis no nosso grupo do Telegram!

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Sobre poder feminino

poder feminino

Essa última semana não foi nada fácil pra mim e diante de tantos pensamentos conturbados acabei pensando muito sobre relações de poder e em especial sobre poder feminino.

Como eu disse, tive uma semana esquisitíssima, não conseguia me sentir disposta para colocar em prática nada que eu tinha planejado. Estava no deadline e não conseguia trabalhar, também não conseguia estudar, nem responder os e-mails, muito menos separar os documentos para o imposto de renda.

Então eu tentei relaxar. Assistir uma série, talvez? Terminar o livro que estou lendo? Dormir de tarde?Faxinar? Todas as opções não me pareciam boas opções porque elas só me lembravam do que eu deveria estar fazendo e não estava.

Cozinhar era a única coisa que eu conseguia fazer sem me sentir mal afinal, eu tinha que me alimentar. Mesmo assim… Se eu demorasse muito preparando a comida, já me culpava por não ter pensando em algo mais prático, rápido para fazer.

 

poder feminino

 

E você pode estar lendo isso e pensando: “é ansiedade”. E sim, é ansiedade. Sou diagnosticada com TAG (transtorno de ansiedade generalizada) o que significa que o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos reais e além disso, estamos vivendo uma pandemia em um governo desgovernado, o que vamos combinar? Não deixa ninguém mais tranquilo.

Mas a ansiedade não é exatamente o foco desse texto. E sim o que talvez cause essa estranha sensação de estar sempre perdendo tempo, que eu poderia fazer mais, ser mais, ser mais prática, rápida, melhor, estar sempre em movimento, em busca de… poder.

Colocamos todos os dias na nossa lista de afazeres tarefas que fazemos praticamente no automático, todos os dias, como se fossemos uma máquina, que funcionasse sempre da mesma forma todas as vezes que ligamos na tomada. E eu sei, que você mulher, assim como eu, tem dias que se sente inspirada para produzir, dias que prefere refletir, dias que quer explorar, dias que quer se recolher…

Isso porque somos cíclicas como a lua. Mas somos obrigadas a funcionar como o sol, energia masculina, sempre em movimento e em ação, apenas reproduzindo todos os dias o mesmo movimento. Se esse papo tá místico demais pra você, ok, vamos falar cientificamente: Os hormônios femininos por exemplo, sofrem variações constantes durante o dia. Alguns fatores que alteram a quantidade de hormônios femininos por exemplo são a hora do dia, o ciclo menstrual, menopausa, medicamentos, estresse, fatores emocionais, sem falar na gravidez. Já nos homens, os hormônios seguem praticamente da mesma forma durante toda a fase adulta.

É inquestionável que vivemos em uma sociedade construída pelos homens. Tudo que nos é “vendido” sobre ser produtiva, vencedora, ser ativa é masculino porque a construção social que vivemos é masculina. Nós nos desconectamos com a forma que realmente pensamos, produzimos e funcionamos muito antes das nossas bisavós nascerem.

No fundo, sentimos que não queremos produzir assim, que não é essa a forma que gostaríamos de nos expressar, de viver, de trabalhar, não é como gostaríamos de ver o mundo funcionar, mas esse é o único jeito que a gente conhece. O jeito dos homens que passou a ser somente o jeito certo.

Sentimos um incômodo que não passa, independe de estarmos cumprindo ou não, nossa lista de tarefas, se a semana foi produtiva ou não, seguimos enraizando mais ainda o jeito masculino de fazer as coisas, reproduzindo algo que não nos pertence.

Nossa energia feminina está em desequilíbrio há tanto tempo que é preciso reconhecer que nós mesmas não a conhecemos, não a vivemos. Tudo que temos é uma coisinha dentro de nós, uma semente que podemos chamar de intuição que tenta nos avisar diversas vezes que como todo o sistema funciona, não é a forma que queremos viver.

Mas isso não tem a ver com “pegar”o poder para nós, não é uma disputa por ele. Nós, mulheres, precisamos compreender que a questão não é sobre quem está no poder e sim, a importância de mudar a natureza do poder que se estabeleceu na nossa sociedade.

Como Starhawk, uma escritora americana disse no seu livro “Truth or Dare”. Existe o “poder sobre” que está relacionado com dominação e controle e o “poder de dentro” que despertam nossas habilidades e potencialidades profundas. O “poder sobre” trabalha como uma pirâmide, enquanto o poder de dentro, como um grande círculo, sempre disposto a expandir.

Sem perceber, justamente por termos sido nascidas e criadas dentro desse sistema de “poder sobre”, assim como nossas mães, nossas avós, nossas bisavós (e a lista poderia seguir mais longe) nós o reproduzimos e chamamos isso de independência, autonomia, profissionalismo, sucesso…

Competimos mesmo fazendo textão de empoderamento, vemos as outras como competidoras mesmo quando sabemos que podemos aprender e ensinar umas com as outras, falamos sobre autoestima, duvidando da nossa capacidade e nos odiando em frente ao espelho. Nos sentimos constantemente frustradas, porque estabelecemos um ritmo para nós que não é nosso.

Seguimos apoiando uma fórmula que não funciona pra gente e usando apenas a liberdade que nos foi dada, que nos foi permitida, porque verdade seja dita? Dentro da sociedade que nascemos e conhecemos, não fomos nós que conquistamos. Em alguns momentos da história, foi interessante pro sistema que ganhássemos pequenas liberdades. Até quando? Pra quais de nós? A que custo?

Ainda temos muito o que entender sobre nós mesmas. Inclusive a forma que produzimos, criamos, realizamos, existimos e se o que fazemos com “essa tal liberdade” realmente nos liberta ou estamos somente fortalecendo algo que no fundo, no fundo (nem tão no fundo assim) nos limita.

Afinal, nós fomos e somos reprimidas, estereotipadas, inferiorizadas e desacreditadas. A história da mulher na nossa sociedade é uma história de renuncias e tudo isso está enraizado no nosso subconsciente, na nossa criação e na forma que a sociedade funciona.

É nosso papel buscar o equilíbrio dessas forças. O primeiro passo é conhecer e reconhecer a nossa energia. Chegou o momento, mulheres, de recuperamos a consciência das nossas potencialidades e conhecer de verdade, nosso poder, o verdadeiro poder feminino.

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Como ouvir os sinais do seu corpo e se reconectar com ele em tempos de isolamento social

ouvir os sinais do seu corpo

Você já pensou em ouvir os sinais do seu corpo? O corpo fala, diariamente, nos transmitindo sinais e mostrando que hábitos e atitudes não estão nos fazendo bem. Ele manifesta isso em forma de resfriados, dores de cabeça, insônia, irritabilidade e muitas outras coisas.

A erotização do corpo feminino feita pelo patriarcado e a nossa rotina corrida, são um dos grandes responsáveis pela nossa falta de conexão com ele.

Nosso corpo é uma geometria sagrada mas nossa relação com ele acaba se baseando se o achamos atraente ou não, jovem ou não, bonito ou não. Mesmo você não percebendo, nosso corpo fala de forma não verbal e se conectar com ele de uma forma mais orgânica é a oportunidade de construir um olhar mais amoroso e respeitoso para você mesma.

Em tempos de isolamento social, temos a oportunidade de vivenciar e estar presente com nosso corpo como nunca antes. E agora que você não precisa mais se preocupar tanto se vai estar sexy no primeiro encontro, se aquela roupa te favoreceu… o seu olhar de julgamento naturalmente, diminuiu.

Não é o momento perfeito de se criar uma conexão e ressignificar a relação com o seu corpo? Você consegue ouvi-lo? Que tal exercitar uma nova forma de se relacionar com ele com mais respeito e amor?

Existe um exercício simples para essa conexão: basta você estar em um lugar confortável ou até mesmo no banho, já que esse é um momento que permite relaxar corpo e mente. Aproveite para sentir de forma consciente cada parte do seu corpo, se dê carinho e diga palavras de acolhimento: “Eu me perdoo, eu me aceito, eu me amo”.

Mesmo que pareça forçado no início, não menospreze o poder da palavra. Foque no seu chakra cardíaco, localizado na altura dos seios, perto do coração. Ele é o portal de nutrição e acolhimento, projetando sentimentos de força, confiança e liberdade, o centro do controle das emoções. Quando está em desequilíbrio, pode gerar baixa autoestima, depressão e ansiedade.

Para fazer essa prática, seja no banho ou não, é legal ter um óleo, algo que facilite o deslizar das mãos para massagear. Fica a sugestão: Você pode usar para esse momento óleo essencial de lavanda, bergamota ou alecrim. O óleo essencial de bergamota, segundo a aromacologia – estudo da influência dos odores no comportamento humano e nos nossos sentimentos e emoções –  ameniza a culpa, autocrítica, fortalece a autoestima e autoimagem.

A lavanda é conciliadora, trabalha a insegurança, carência afetiva e insônia. Já o alecrim, restaura nossa energia vital e trabalha oscilações de humor, angustia e irritabilidade.

Para usar o óleo essencial no seu corpo você precisa misturar com óleo vegetal: Coco, amêndoas, andiroba, entre outros. O uso do óleo essencial não diluído em óleo vegetal pode provocar sensibilização na pele! A mistura é simples, só colocar 3 gotas do óleo essencial escolhido em 1 colher de sopa de óleo vegetal e fazer sua auto massagem.

Respire fundo e relaxe. Ao começar, sinta o calor que ele te traz e a nutrição que vai sendo liberada. Com esse gesto simples e diário as memórias e couraças registradas no seu corpo vão sendo ativadas e liberadas.

Esse exercício é ótimo para que você se sinta nutrida e libere tensões acumuladas. Durante o processo é importante você prestar atenção em como o seu corpo reage, como a sua respiração fica. Pronta pra ouvir os sinais do seu corpo? O que ele quer te contar?

É um momento de conexão e reencontro com você e a sua essência. Aproveite.

— ♥ —

Texto por Letícia Rodrigues

Terapeuta, ginecologista natural, em formação de psicanálise e linguagem do corpo. Criadora do @mulheresdlua, em que trabalha a essência, reestruturação e patologias femininas através de técnicas milenares, por meio de atendimentos e grupos terapêuticos.