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5 Álbuns incríveis de 5 mulheres para ouvir já!

Eu sempre fui fã de grupos formados por garotas, cantoras ou bandas com mulheres no vocal. Durante toda a minha vida, achei as garotas da música extremamente inspiradoras e várias delas, me ajudaram na minha trajetória do feminismo e amor próprio.

Independente de qual é seu estilo de música favorito, eu realmente acho que você deveria ouvir os discos dessa lista! Todos, são maravilhosos da primeira até a última música, foram revolucionários quando foram lançados e com certeza, fazem parte dos álbuns da minha vida. Pode colocar pra tocar, sem pular nenhuma música.

#5 – Live Through This  – Hole

 

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Sei que Courtney Love é polêmica e divide opiniões. Mas Hole é sem dúvidas, uma das bandas mais feministas que você vai ouvir na vida. A banda teve várias formações, mas a mais clássica e favorita dos fãs com certeza foi Courtney no vocal, a baterista Patty Schemel a a baixista maravilhosa, Melissa Auf der Maur. Live Through This, não é meu disco favorito da banda, mas eu não tenho dúvidas que é o mais poderoso. Esse disco tem músicas como “Violet, “Miss World” e “Asking For It” só os títulos dessas canções, vocês já conseguem imaginar sobre o que o Hole gosta de falar. Comece pelo Live Through This mas não deixe de ouvir o anterior, Pretty on the Inside e o meu favorito, Celebrity Skin.

#4 – Back to Black – Amy Winehouse

 

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Se Back to Black não é um dos melhores discos de todos os tempos, sei lá, me perdi aqui então. Eu realmente acho que compor e gravar esse disco, foi o grande momento da Amy, vivendo o auge da sua fase criativa. Não dá pra não ouvir esse disco de cabo a rabo e com certeza, são músicas que fazem a gente pensar em todas as fases de um amor, desde o começo até o fim e o relacionamento que desenvolvemos com nós mesmas durante isso. Nem sei do que gosto mais. Se é da melodia, da voz de Amy das letras… Pérola da música!

#3 – American Life – Madonna

 

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Nem de longe, o disco mais famoso de Madonna. Nem de longe o favorito dos fãs, mas na minha opinião, foi nesse álbum que a eterna rainha do pop realmente ficou nua musicalmente e se revelou por completo. Quando Madonna está morena, ela sempre sai um pouco da pista de dança  e mostra seu lado mais politico e seus sentimentos mais profundos.

Foi assim com a fase de Like a Prayer e o mesmo se repete em American Life, disco lançado na época mais tumultuada dos Estados Unidos, quando as Torres Gêmeas foram ao chão. Enquanto isso acontecia,  Madonna derrubava por terra o “sonho americano”com um disco super politico e também super pessoal. Foi no American Life que Madonna falou pela primeira vez em uma música sobre sua relação com seu pai e como ela lidou com a morte da mãe ainda criança. Dá uma chance pra esse disco!

#2 – Jagged Little Pill – Alanis Morissette 

 

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Se você está procurando um disco FODA, girl power, poderoso, forte, maravilhoso, verdadeiro, honesto e transformador, esse disco é Jagged Little Pill da Alanis. Na minha opinião, ela é uma das maiores compositoras da história e esse álbum é um soco no estômago. Uma música mais maravilhosa do que a outra.

Hits como “Ironic”, “You Oughta Know”, “You Learn” e “Head Over Feet” e quando você acha que acabou, tem uma música escondida no final do álbum, chamada “Your House”pra você se acabar de chorar. Alanis me ajudou de verdade a passar pela minha adolescência e eu falo sério quando digo que não sei se conseguiria sem ela. Devo muito ao Jagger Little Pill.

#1 – The Miseducation of Lauryn Hill  – Lauryn Hill

 

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Eu tenho vontade de abraçar esse disco que considero uma obra de arte. Sabe assim, impecável? Impecável é o que esse disco é. Em uma entrevista, Lauryn disse que quando escreveu The Miseducation, ela não estava em busca de perfeição, mas sim, de sentimento. Bom, ela encontrou a perfeição lá. Lauryn Hill é uma poeta e esse disco parece um livro, contando uma história faixa a faixa. É envolvente e te transporta para um outro lugar. Nunca senti isso com disco nenhum. Até hoje, nunca mais ouvi nada como The Miseducation. Não sei mesmo falar qual minha música favorita, mas eu choro com “Ex- Factor”, “To Zion”, “Everything Is Everything” e “When It Hurts So Bad”. Minha dica é a seguinte: Não coloca esse álbum pra rolar enquanto você tá distraída na internet não. Sinta esse disco. Pare pra ouvir ele, de verdade. Tá aqui ó. De nada.

Agora me contem! Quais os 5 discos de vocês?

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The Punk Singer: O documentário incrível sobre a cantora e feminista Kathleen Hanna

The Punk Singer

Um documentário de 2013 sobre uma das minas mais incríveis que apareceram nos anos 90, Kathleen Hanna. Punk, Riot girrrl, ativista feminista, entre outras coisas, Hanna foi vocalista do Bikini Kill e depois líder do Le Tigre. Além de ser uma das garotas mais importantes pra música e para o movimento feminista, ela era amiga do Nirvana e namorada do Dave Ghrol, também nos anos 90.

Talvez você não saiba, mas foi ela quem pichou na parede da casa do Kurt Cobain a famosa frase “Kurt Smells Like Teen Spirit”, que mais tarde, virou o que talvez seja o maior hit da banda. Tem esse vídeo no youtube em que ela mesmo conta a história.

O filme é super detalhado e mostra a vida de Kathleen desde o começo da sua trajetória em Olímpia, Washington, depois a formação do Bikini Kill, o lançamento do movimento Riot Grrrl, Le Tigre e a última banda dela, The Julie Ruin.

Também entra na vida “pessoal” dela e do marido (e Beastie Boy) Adam Horovitz, e na contínua luta contra a Doença de Lyme, que a forçou a sair da cena da música para se tratar. The Punk Singer foi dirigido por Sini Anderson, que além de diretora e performer, é a co-fundadora do Sister Spit, um coletivo que organiza uma série de eventos de spoken-word (termo que inclui palestras, leituras) de empoderamento feminino.

O filme tem ótimas e raras cenas de arquivos, além de fotos e depoimentos de pessoas próximas a Hanna, artistas que trabalharam com ela ou que foram influenciadas por suas ideias. A diretora reuniu um grupo de artistas, principalmente mulheres, para dar seus depoimentos sobre ela: Kim Gordon (Sonic Youth), Carrie Brownstein (da banda Sleater-Kinney e do seriado ‘Porlandia’), Tamra Davis (diretora de vídeos, filmes e séries), Joan Jett (ícone do rock feminino), Corin Tucker (Sleater-Kinney) e muitas outras e outros.

O Bikini Kill, primeira banda de Katheleen Hanna, foi uma das primeiras bandas do movimento riot grrrl, dos anos 90, que reunia bandas formadas por mulheres que falavam em suas letras sobre a luta pelos direitos e os ideais feministas.

Uma das coisas mais fodas nos shows do Bikini Kill é que a banda enfrentava os punks mais radicais, obrigando os garotos a abrirem espaço para as meninas, chamando elas para a frente do palco. Hanna tinha um grito de guerra: ‘Women to the front’ (mulheres à frente) e depois a banda distribuía panfletos e fanzines feministas,  que criticavam o machismo da cena punk e incentivava as garotas a montarem suas bandas, uma atitude nova para a época.

 

Isso é só uma parte da trajetória maravilhosa dessa rebel girl. The Punk Singer é um retrato fiel e honesto sobre uma artista que sempre lutou pelo que acreditou.

 

 

Assistir The punk Singer além de ser uma forma deliciosa de saber mais sobre música e feminismo, também é uma injeção de ânimo, melhor do que qualquer livro de auto ajuda. Falando em auto ajuda, a palestra chamada Herstory Repeats, ministrada por ela em eventos de spoken-word é maravilhosa. Assistam!  O documentário e a palestra (e depois me contem o que acharam). Vida longa a Kathleen Hanna!

Para ler mais: Resenha The Punk Singer no blog Cabeça de Tédio

Por Nuta Vasconcellos

 

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Girls that rock! Como é ter uma banda só de garotas.

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Ter uma banda não é fácil. Já começa em casa, na missão de dizer para os pais que não, você não quer seguir uma carreira padrão, quer viver de música.

Depois disso, tem todos os perrengues de conseguir divulgar seu trabalho, lugares pra tocar, viajar apertado na van, carregar instrumentos, ter sua música na rádio e finalmente, conseguir o respeito de quem tá na estrada a mais tempo e, do público.

Agora imagine ter uma banda somente de meninas? Ter que lidar com todas essas dificuldades, lutar contra o machismo ainda muito forte no meio da música, com o assédio de estar em cima do palco e tendo que provar o tempo todo que o velho slogan dos anos 40 “We can do it” é real. E sim, nós podemos fazer tudo que os homens fazem, tão bem quanto, inclusive rock’n’roll?

Conversamos sobre tudo isso com quem entende e bem sobre o assunto. Cinco bandas nacionais, só com garotas em suas formações. A gente conta um pouco da história delas e mostra que preconceito e sexismo não seguraram nenhuma a encarar de frente e correr atrás dos seus sonhos.

Todas elas já bateram de frente com o machismo em algum momento. Assediadas ou simplesmente não ganhando o mesmo tratamento das bandas formadas por garotos. Larry, baterista da banda punk de São Paulo, Ratas Rabiosas, já teve que ouvir gracinhas da plateia. “No meu show de estreia com a antiga banda, a vocalista anunciou minha entrada e um engraçadinho no meio da galera gritou: ‘Toca, uma pra mim’!”

As garotas da banda Estação do Rock, do Rio Grande do Sul dizem que o mais louco é quando o machismo vem de outra mulher. “Já ouvimos de uma garota que ter banda era coisa de menino”. Sempre rola algum tipo de preconceito, mas a melhor forma de quebrar isso, ainda é no palco. “Quando começa o show e as pessoas que há pouco criticavam, estão pulando e pedindo música é demais. Sempre tem os gritos de “gostosa” também. Fazemos nosso trabalho com seriedade e muito respeito e queremos ser tratadas com o mesmo. Queremos ser reconhecidas pela música e não pelo quão bonitas e gostosas podemos ser”, conta Manuella de Morais, guitarrista.

Ter uma banda de garotas, também parece exigir que você prove o tempo todo o quanto é boa o quanto manda bem naquele som. As meninas do Melyra, banda carioca de heavy metal sabem bem disso. “Volta e meia recebemos mensagens na página da banda dizendo que não esperavam nada bom de nós ou que não curtem bandas femininas, mas que nós surpreendemos e que gostaram muito do nosso som”,  conta Fernanda Schenker que é guitarrista da banda. “Como se pelo fato de sermos mulheres, fazer música de qualidade fosse algo surpreendente.”

Mel Ravasio, vocalista da banda Lipstick diz que no começo da carreira tinham que provar o tempo todo que mereciam aquele espaço. “Já ficamos até sem camarim só porque éramos mulheres.” 

Se você acha que ter que lidar com tudo isso é pouco, ainda rola o preconceito da família. E na maioria das vezes, com a falta de apoio dos pais, as garotas deixam de aprender um instrumento ou de se dedicarem a uma banda. A Larry, das Ratas Rabiosas também passou por isso. “Hoje meus pais respeitam minha escolha, mas nem sempre foi assim. Bateria não é um instrumento delicado, com um som suave aos ouvidos. Mas minha dica para as garotas que querem se dedicar a música é que quando sua família tiver a oportunidade de te ver tocar, ficarão encantados, orgulhosos, e mudarão de opinião”.

Crica Mess baixista da As Radioativas tem um último conselho para passar por todas essas dificuldades: “SEJA VOCÊ! Não tenha medo de se expressar e de ser diferente. Os padrões que a sociedade e a mídia ditam não precisam ser seguidos. Seja livre, lute, se expresse e não deixe que te digam o que é certo ou errado. Let’s rock!”

E aí? Quem ficou com vontade de montar uma banda agora?

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A história do hip hop e rap femininos

Kanye West, M.I.A, Rihanna, Run-DMC, Tupac, Jay-Z, Nicky Minaj, Notorious Big. Certeza que você já, pelo menos, ouviu falar de dois ou três deles. Se não de todos.

O hip hop, rap e R&B estão voltando com uma força que há muito tempo não se via. Não só musicalmente, como também na moda, cultura, estilo de vida, tumblrs (como não citar?) e tudo mais. O pop deu o pontapé inicial e continua dando boas injeções de popularização pro rap e hip hop. Miley não me deixa mentir. Mesmo assim, nada que nunca tenha sido feito antes e com a bênção de Michael Jackson.

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Mas parece que desta vez o negócio pegou. Esta cultura deu liga com o momento atual. O sexo, ostentação e rebeldia do hip hop podem até não ser levados ao pé da letra, mas tem caído como uma luva pra parte da nossa geração. E uma boa parte.

Mesmo curtindo muitos dos caras que falei ali em cima (e tantos outros), fiquei com vontade de ouvir mais mulheres fazendo um bom hip hop. Tá certo que temos Azealia Banks, Iggy Azalea, entre outras representando, mas cadê o movimento de resgatar artistas das antigas, como vem sendo com os homens? As referências, as mulheres que começaram a entrar num ambiente altamente masculino, como tudo isso começou?

Percebi que falta mesmo informação quando o assunto é hip hop feminino. Ele de fato é menos disseminado, principalmente pelas raízes culturais do movimento. E é claro que a gente não ia se contentar com isso. Com tanta coisa boa para ouvir, looks mara pra inspirar e uma ideologia super girl power, claro que ia render post.

Vem comigo.

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Como tudo começou: as primeiras mulheres a entrarem na cultura masculina do Hip Hop

O movimento que veio a ficar conhecido como hip hop começou em meados dos anos 70, originado pela black music e misturado a elementos da cultura negra americana, como o break, graffitti, DJing e o rap. A cena, que encontrou seu espaço e cresceu a passos largos principalmente no Queens e Brooklyn, em New York, era dominada por homens.

Eis que em meados dos anos 80 as primeiras mulheres começaram a ganhar espaço nas ruas, rádios, tvs.

Mais especificamente em 86 as garotas do Salt-n-Pepa lançaram Push it, uma das músicas mais conhecidas do hip hop no mundo todo. As jaquetas do clipe são demais, fiquei apaixonada.

http://youtu.be/vCadcBR95oU

Quem lembra de ter visto cover em Glee, em uma das primeiras temporadas? Eu confesso que não sabia que a música original era de um grupo feminino.

Depois, por volta de 89, veio a MC Lyte, a primeira mulher a lançar um álbum completo de rap. Tirou onda. E as chances de vocês se lembrarem de Ruff Neck, música mais famosa dela, é grande. O clipe foi gravado em NY e mostra bastante de como era a cultura, moda (bandana à la Tupac), atitude.

Nesta mesma época e já invadindo os anos 90, chegou Queen Latifah. Um dos nomes mais marcantes da história do hip hop e rap, em 93 lançou o single U.N.I.T.Y, super feminista e com uma letra que marcou de vez a chegada das mulheres ao movimento.

http://youtu.be/f8cHxydDb7o

Queen é atriz e meeeeega conhecida em Hollywood. Quem nunca viu um filme com ela? Se você respondeu “eu”, eu não me conformo. Vai atrás agora de assistir “Chicago” e “A Casa Caiu”, com o Steve Martin.

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Garotas no hip hop chegaram pra ficar

Do final dos anos 90 em diante o coro começou a ficar maior e com ainda mais peso. Vem Lauryn Hill, vem Missy Elliot.

Lauryn é um ícone, indescritível como essa mulher é maravilhosa e tem talento. Ela começou em um grupo, chamado The Fugees, em 94. A pegada do som tinha muito mais reggae e soul. O sucesso foi grande, mas em 97 cada integrante foi seguir sua carreira solo, incluindo ela, claro.

Chegando neste ponto, eu te pergunto, quem não começa a se mexer ao ouvir “Thaaat thing, that thing, thaaat thiiiiing..”? Vai, coloca num site de letras, dá o play e acompanha junto.

E, Missy Elliot, que carrega no currículo 5 Grammys e um álbum de sucesso atrás do outro? Até a primeira década dos anos 2000 só dava ela, com suas parcerias e produções. O sucesso estrondoso de “Get Ur Freak On” e “Lose Control” não me deixam mentir.

E  como não citar TLC ou Aaliyah? Não vou me estender demais, que ainda tem muita gente pra falar, mas deixo aqui meu lembrete para vocês darem um play na maravilhosa No Scrubs:

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Um pouquinho de pop, sexy mama

Como vocês sabem, nos anos 90 também rolou a explosão do pop, que respingou (ainda bem) no hip hop, trazendo cantoras como Ciara e Destiny’s Child.

Ciara ficou conhecida como princesa do hip hop, por ter sido apadrinhada pela Missy Elliot, que já era a “rainha”. Acho engraçado estes títulos, mas fato é que falar deles ajuda a dar uma noção do peso delas nesta trajetória toda.

Esta Ciara, vou te contar viu, a bicha dança como ninguém. Desculpa Queen B, mas é verdade. Olha só ela dando aula em 1, 2, Step.

Acho válido lembrar que ela e Timberlake já fizeram um clipe DAQUELE JEITO.

E o início da diva máxima Beyoncé, no Destiny’s Child, grupo que eu mal sabia falar o nome, mas ficava mexendo a cabeça tipo Fat Family toda vez que ouvia “Say My Name”.

http://youtu.be/sQgd6MccwZc

Mais pop, mais girl power, mais barrigas tanquinho, mais bundas esculturais.

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We go hard

E daqui pra frente vocês já devem estar sentindo uma vibe mais forte, mais pesada, com mais rap e batidas menos melódicas, mais estaca.

A M.I.A chegou chegando neste cenário e trouxe uma batida que quem ouve funk carioca já está ligado há muito tempo. “Bucky Done Gun” é 100% assim:

http://youtu.be/VNJ96imMskk

Mas a M.I.A é inglesa, com raízes indianas, então a mistura é a cara dela. A estética é um ponto alto pra mim. Sou apaixonada pelas roupas, clipes, tudo.

Nicki Minaj pega mais pesado no rap, no vocal. Apesar do batidão presente, além do visual colorido e loucão (<3), o que marca o estilo dela é a voz. Neurótica, exagerada e talentosa, do jeito que esta sociedade que a gente vive é mesmo.

httpv://youtu.be/4JipHEz53sU

Mas quando ninguém esperava, ela lançou esta semana o single novo, com looks ultra sexies, atitude muito mais “revolts” e nos deixando ver um pouco mais da beleza dela.

http://youtu.be/vEZ-e6tBigY

Ainda tem os talentos tipo Azealia Banks e Iggy Azalea. Elas são do time da estética muito forte e singular, batidão forte, letras cheias de palavrão. Por falar nisso, tem Rihanna, twerking como se não houvesse amanhã e falando de sexo, dinheiro, assim, ó:

Até neste último álbum, Beyoncé também seguiu muito esta linha de libertação sexual, rap e batidão em diversas músicas. A mais marcante pra mim é Yoncé, com grillz, batom vermelho, couro e tudo mais.

httpv://vimeo.com/82541445

Parental Advisory mandou lembranças. Curto quase sempre.

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E agora estou me perguntando, o que vem por aí? Não vejo a hora de ver os próximos passos destas maravilhosas do mundo hip hop. Enquanto isso minha playlist segue de anos 80 até hoje. E a de vocês?

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