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Realização profissional: Como construir sua carreira com autenticidade

realização profissional

Quais são os pontos mais importantes para construirmos uma carreira autêntica e mais feliz? A mentora de marcas e carreiras Ly Takai compartilhou três pontos para refletirmos sobre carreira e realização profissional:

1) Construção de carreira é uma trajetória não linear:

Muitas vezes importa mais o caminho percorrido durante o processo do que necessariamente o ponto final onde se deseja chegar, celebre sua história e aproveite a jornada! mapeie habilidades, expertises e até soft skills, entenda o que você faz de significativo. Essa é uma estratégia inteligente para se diferenciar em meio a tantos ruídos numa sociedade de consumo hiperconectada.

Perceba sua potência! Aproprie-se do seu discurso e se autorize a dizê-lo, é preciso segurança e confiança para dominar suas narrativas compreendendo que você é a mais importante porta voz de suas motivações. Nenhuma carreira será construída com passos alheios, por isso acolher a não linearidade de nossas jornadas é importante.

Quando compreendemos a potência do que nos faz únicas e traduzimos toda essa autenticidade em nossos projetos e marcas é que resultados são colhidos e não há fórmula mágica ou receita de bolo, apenas a necessidade de não nos distanciarmos da nossa realidade e do motivo pelo qual demos o primeiro passo.

realização profissional2) Autoestima e criatividade:

Criatividade é experimentação, portanto não abra mão de fazer testes, criar sem pretensão e desenvolver-se sem julgamentos e auto cobranças para que o amadurecimento criativo aconteça! Quanto mais referências, maior será o repertório e assim a criatividade ganha fluidez.

Não se restrinja ao digital e nem seja literal, busque inspirações em lugares diversos e olhe para o cotidiano com sensibilidade! Às vezes vai dar errado e tudo bem. Boas ideias podem nascer de momentos onde achamos que tudo está perdido, por isso avalie o que deu errado, lapide caso seja necessário e recomece outra vez.

Construir carreira em áreas criativas pode ser desafiador quando há cobranças e julgamentos envolvidos, porém quando compreendemos que criar é sobre experimentação lidamos melhor com os desafios, com as falhas e entendemos que nosso valor não está atrelado aos erros que sim, existirão! O mais importante durante o percurso é se abrir para as inúmeras possibilidades que se revelam a partir do inesperado e claro, se divertir já que tudo é definitivo até mudar novamente.

3) Ressignificando o sucesso:

Questione e ressignifique o que é sucesso ou “chegar lá”, onde quer que seja esse lá. Sua jornada e anseios não podem e nem devem ser projetados no outro, o caminho que você precisa percorrer não será feito com passos alheios. mantenha-se atualizada sobre sua área e os movimentos do mercado definindo seus limites e principalmente o que está disposta a negociar com você mesma para alcançar suas metas de maneira saudável.

Ainda que a internet nos traga a sensação de aceleração toda carreira precisa de paciência e resiliência. Alinhe as expectativas e se disponha a trilhar uma jornada sólida, consistente e que carece de tempo para trazer resultados desejados.

Autorresponsabilidade é importante para filtrarmos todos os estímulos que a internet potencializa. Sabemos que quando se trata de carreira e criatividade, parece não haver lugar para o fracasso ou insucesso nos feeds que acompanhamos, mas vale lembrar que esse espaço é um recorte das nossas vidas.

É imprescindível ressignificarmos o que é sucesso e nos mantermos focadas no caminho para trilharmos uma jornada sólida e consistente sem projetarmos nossas existências nas outras.

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Insegurança no Trabalho: Quais os principais motivos e como vencê-los

insegurança no trabalho

Antes de falarmos sobre a insegurança no trabalho é importante entendermos o que a insegurança significa. Insegurança é um estado emocional que tem origem no sentimento de inferioridade. E o que a pessoa insegura acredita? Que ela não é boa o suficiente e isso se manifesta na realização de tarefas, na hora de se posicionar ou fazer uma apresentação, por exemplo.

A insegurança no trabalho faz com que a gente acredite que os outros são sempre melhores, mais capacitados e mais preparados que nós. Mas por que será que nunca nos achamos boas o suficiente?

Listamos alguns motivos: 

Síndrome de impostora

 

A Síndrome da Impostora é a autopercepção que uma pessoa tem de si mesma se considerando menos qualificada para uma determinada função, cargo ou desempenho que outros profissionais da mesma área. O estudo sobre esse quadro teve início em 1978 quando duas psicólogas, Pauline Rose e Suzanne Imes começaram a estudar o “fenômeno da impostora“, um estudo sobre mulheres que sofriam de algum tipo de insegurança no trabalho, que apesar de serem reconhecidas em suas profissões, não se sentiam competentes na mesma medida. 

E por que é tão mais comum em nós, mulheres? A revista Science fez um estudo e mostrou que meninas, a partir dos 6 anos, já possuem a sensação de pertencerem a um grupo com menos capacidade. Nesse mesmo estudo, descreveram uma pessoa extremamente inteligente e capacitada para um grupo de meninas e meninos e foi perguntado para eles se essa pessoa descrita era um homem ou uma mulher. A maioria das meninas e dos meninos, responderam que a descrição seria de um homem.

Muitas vezes temos a sensação de ser algo muito pessoal, individual nosso, mas mulheres muito bem sucedidas e reconhecidas como a atriz Kate Winslet, Sheryl Sandberg, diretora de operações do Facebook e Gabriela Prioli, advogada criminalista e apresentadora de TV já relataram sofrer da síndrome. 

Se tantas mulheres sofrem com essa questão, não seria a síndrome da impostora uma questão de gênero? Uma questão cultural?

Isso fica ainda mais evidente quando pensamos que a síndrome contrária, chamada de “o efeito Dunning-Kruger”, onde indivíduos se sentem muito mais capacitados e preparados do que realmente são é muito mais comum em homens.  

Ter consciência que é algo conectado a forma que a mulher é vista e colocada na sociedade é fundamental para se libertar dessa síndrome, mas sabemos que mesmo com isso em mente, a síndrome de impostora tem consequências individuais já que essa autopercepção gera angústia e alguns sintomas físicos como: dor de cabeça, taquicardia, tensão muscular e desordem nos hábitos alimentares, por exemplo. 

Quais as principais características da síndrome de impostora?

 

  • Nunca se sente pronta ou com conhecimento suficiente
  • Autossabotagem
  • Suas conquistas foram sorte (menospreza o próprio sucesso)

 

Como você pode trabalhar sua síndrome de impostora?

 

  • Aceite elogios, ABSORVA as coisas positivas que falam de você

Quando sofremos de síndrome de impostora temos dificuldade de aceitar elogios e nunca absorvemos como verdade o que foi dito para nós. Quando alguém te elogiar pelo seu trabalho ou competência, agradeça e pare para absorver o que foi dito pra você, trabalhe a ideia de se reconhecer naquele elogio.

  • Anote e relembre suas conquistas

Estamos constantemente pensando no futuro e muitas vezes esquecemos das realizações que vivemos até aqui. Tenha um caderno para anotar suas conquistas. Anote como foi viver cada um dos passos, as dificuldades que superou, como superou, quais seus talentos e habilidades você usou nesse processo. Reler vai te ajudar a se conectar mais com a sua real capacidade, o que aumenta a autoconfiança. 

  • Compartilhe como se sente com alguém de confiança

Compartilhe como você se sente com uma pessoa que você confia e sabe que não vai te julgar. Quando compartilhamos, naturalmente organizamos a mente e alguns medos e inseguranças que estavam gigantes na nossa cabeça, perdem forças.

 

Complexo de inferioridade 

 

O complexo de inferioridade é uma das formas da insegurança se manifestar. Por isso, se conhecer, ser honesta com você, entender as origens e consequências dessa insegurança é fundamental. Entender se é algo que você pode mudar sua mentalidade, ajustando comportamentos e crenças, ou se é algo que você precisa de tratamento clínico.

O complexo de inferioridade aparece quando a pessoa realmente acredita que não tem tanto valor quando se compara a outra pessoa. É uma certeza absoluta e ela tenta provar o tempo todo para outras pessoas que ela não consegue e não é boa o suficiente. Algumas características comuns são:

  • Pensar o tempo todo o que os outros estão pensando de você
  • Deixar de realizar uma tarefa que você tem conhecimento, dizendo que não sabe ou não vai conseguir e passar para outra pessoa.
  • Excesso de medo (chegando a sentir sintomas físicos de medo)

Esses sentimentos podem esconder um grande medo de rejeição, falta de autoaceitação, pessimismo excessivo e culpa. Para encontrar a raiz do problema é importante se fazer perguntas: Quando você começou a se sentir dessa forma? O que ou quem fez com que você se sentisse assim? Qual primeiro passo para se libertar desse sentimento? 

É natural sentir medo e insegurança no trabalho. O problema é que algumas mulheres acabam paralisadas e com isso perdem muitas oportunidades. É clichê, mas é verdade: A maioria das pessoas continua com medo, só que vai com medo mesmo.

Falta de alinhamento entre expectativa e realidade 

 

Aqui podemos falar um pouco sobre propósito, né? Passamos muito tempo acreditando no príncipe encantado que seria a representação dos felizes para sempre (romanticamente falando) e a cada dia que passa, percebo que muitas de nós estamos desencanando dessa ideia nos relacionamentos, mas transferindo para nossas carreiras.

Muitas mulheres acreditam que encontrar o propósito no trabalho é sentir uma felicidade plena com o que faz, uma constante sensação de estar realizada. 

Mas vamos por partes: O que é  propósito de vida? É o que te motiva, o que você entende como sua missão, como você acha que deve se expressar no mundo, algo que faz você se sentir bem.

Você não precisa ver propósito no seu trabalho! Ele pode estar na sua vida familiar, social, hobbies… Tá tudo bem ter um trabalho só para pagar as contas. E mesmo que seu propósito esteja na sua profissão, ainda sim, existirá momentos de tristeza, cansaço, desânimo e questões chatas para resolver.

Lembre-se que a felicidade nem sempre é sobre amar o que se faz, mas fazer com amor o que se faz.

Para terminarmos esse texto, quero colocar aqui um trecho do livro “Indomável” da escritora americana Glennon Doyle (que recomendo demais a leitura se você sofre com insegurança no trabalho).

“Uma vez Oprah Winfrey me disse: Não seja modesta. A Dra. Maya Angelou me ensinou que modéstia é uma afetação adquirida. Você não quer ser modesta, quer ser humilde. A humildade vem de dentro para fora…

…Toda vez que você finge ser menos do que é, rouba a permissão de outras mulheres para existirem completamente. Não confunda modéstia com humildade. Modéstia é uma mentira, uma atuação, uma máscara. A palavra humildade vem do latim, humilitas, que significa “da terra”. Ser humilde, saber quem você é e ter os pés no chão por causa disso. Deixa implícita a responsabilidade de se tornar quem está destinada a ser. De crescer, expandir, florescer por completo, com a força e a grandeza com as quais você foi criada para ter.”

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Tríade do tempo: você tem a sensação que não tem tempo pra nada?

Você tem a sensação que não tem tempo pra nada? Já ouviu falar em “Tríade do tempo”? Atualmente ela é uma das metodologias mais conhecidas e utilizadas para medir a produtividade. Trata-se de uma metodologia inovadora de planejamento pessoal que ajuda o indivíduo a organizar sua vida e, dessa forma, se tornar mais produtivo e ter uma vida mais equilibrada.

tríade do tempo

O gerenciamento do tempo é fundamental para alcançar o sucesso e também uma ferramenta de autocuidado. Para isso, a metodologia da tríade do tempo considera que o tempo pode ser dividido em três esferas: importância, urgência e circunstancial. Abaixo eu explico um pouco sobre cada uma delas:

Esfera da Importância

Diz respeito às atividades que você faz e que são relevantes em sua vida e trazem resultados em curto, médio ou longo prazo. Em geral, as coisas importantes têm prazos de execução, porém nunca são urgentes. As atividades importantes proporcionam prazer ao serem executadas, sendo que a maioria delas é espontânea.

Esfera da Urgência

Esta esfera abrange todas as atividades para as quais o tempo está curto ou se esgotou. São as exigências que chegam em cima da hora e que não podem ser previstas. Em geral, acabam trazendo pressão e estresse.

Esfera Circunstancial

Diz respeito às atividades desnecessárias, excessivas ou sem resultados. São os gastos inúteis de tempo, como as horas a mais na cama e demais atividades feitas por comodidade.

A tríade do tempo também é um indicador gráfico de como está sua produtividade pessoal. Uma tríade próxima da ideal deve apresentar resultado próximo de:

  • Esfera da Importância: 70%
  • Esfera da Urgência: 20%
  • Esfera Circunstancial: 10%

As mulheres têm um volume muito maior de urgências diárias do que os homens. São necessidades, perfis, papéis diferentes e por isso devem ser tratadas de forma diferente (não totalmente diferente, mas com estratégias diferentes).

 Separei algumas dicas simples e práticas, que podem nos ajudar as a cuidarmos melhor de seu tempo:

1 – Entenda suas urgências para evitá-las

Como nós temos mais urgências diárias, é preciso que utilizemos esse índice ao nosso favor, para diminuí-lo. Entenda o porquê a urgência aconteceu. Entenda o que poderia ser feito para evitá-la em uma próxima oportunidade. Aprenda com essa urgência e antecipe futuros problemas. Isso irá reduzir em muito o seu tempo apagando incêndios.

2 – Delegue tarefas aos seus familiares

Você tem pessoas que moram com você? E que também são responsáveis pela casa e seus problemas? Estipule regras e responsabilidades claras. Quando algo acontecer, não se sinta culpada por tudo. Delegue para as outras pessoas também.

3 – Decida sua roupa na noite anterior

A manhã, logo depois de acordar, é um período de baixa produtividade para muitas mulheres. Se esse for seu caso, deixe a toda sua roupa do dia seguinte separada, passada e arrumada na noite anterior. Isso irá poupar um bom tempo na sua manhã. Você também pode expandir essas ações deixando pronto seu café da manhã, sua pasta, seus documentos, etc.

4 – Utilize um sistema de Pastas

Não guarde seus documentos jogados de qualquer jeito. Crie pastas com assuntos específicos: Carro, IR, Bancos, Contas a Pagar, Contas a Receber, Imóvel, Faculdade, etc. Coloque a papelada na pasta correspondente e sempre terá facilmente a mão tudo que precisar.

5 – Transforme sua família e equipe em aliados da produtividade

Uma boa dica é organizar antecipadamente as tarefas da semana com a família e membros da equipe de trabalho. Imprima um quadro com todos os itens que devem ser feitos dia a dia, estimule todos a “tickarem” o quadro quando algo for concluído.

6 – Organize seus acessórios

E que tal comprar uma pequena caixa com divisões para seus acessórios? Coloque em cada divisão um item específico: anéis, brincos, colares, gargantilhas, etc. Faça o mesmo procedimento para sua maquiagem. Na hora de se arrumar a organização vai facilitar localizar seus itens e economizar algum tempo. A mesma dica é válida para roupas. Já pensou em tirar o domingo para compor looks e já deixá-los pré montados para semana?

Lembra que lá no início eu citei um percentual ideal sobre a tríade do tempo? Então, segue ai um link pra te ajudar a descobrir como anda o seu gerenciamento de tempo. É um teste rápido e gratuito que nos proporciona um belo raio-x do nosso tempo (ou a falta dele) TesteTriade.

E aí? Você conseguiu ter tempo de ler esse texto?

— ♥ —

Por: Marta Barradas

marta barradas psicologa falando sobre Críticas e feedback negativo no trabalho

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Críticas e feedback negativo no trabalho: Existe um lado positivo?

O feedback negativo no trabalho, geralmente, nos pega de surpresa. Acreditamos que está indo tudo bem, que a gente tá seguindo no caminho certo, até que ele chega! E inicialmente, não o vemos com bons olhos. 

Nesse momento, surge um misto de sentimentos, como raiva, tristeza, a cobrança em si de que deveria ter se esforçado mais, feito melhor. Ou aquele sentimento de ter sido injustiçada. Mas o que poucas sabem é que há uma vantagem oculta em toda essa situação.

Só que antes de começarmos a falar sobre, é importante ressaltar que existe uma total diferença entre feedback negativo e a crítica. A crítica vem para nos paralisar, e o feedback, para nos fazer saltar o limite que estabelecemos ser até ali.

Críticas e feedback negativo no trabalho

 

Como dito, um dos primeiros sentimentos que tendemos a sentir é a raiva, porque achamos que está indo tudo bem, que já sabemos como funciona o processo, e esse é o nosso jeito. Mas pense por esse lado: O feedback negativo nos tira da nossa zona de conforto. Ele nos impulsiona, estimula a ir além do que já fomos até ali. O feedback negativo, quando visto sob uma ótica positiva, nos ajuda no nosso processo de melhoramento profissional e pessoal.

Portanto, se algum cliente, fornecedor, líder, parceiro (a), e claro, se são pessoas que realmente nos conhecem, nos acendem aquela luzinha de que precisamos melhorar em algo, então essa luz precisa brilhar aqui dentro e precisamos buscar estratégias pra mantê-la acesa. 

Quando alguém conhece o nosso potencial, e mais uma vez ressalto, é alguém no qual mantemos uma parceria verdadeira, e nos diz que algo precisa ser melhorado, ou até mesmo precisa ser mudado, então com certeza, essa pessoa está demonstrando amor, de outra forma. Porque ela está nos ajudando a ir além. Ela está nos ajudando com o nosso crescimento pessoal/profissional.

Se alguém só te elogia, quando que, nesse contexto de constantes elogios, você irá atingir seu potencial máximo? Irá avançar? Irá sair da sua zona de conforto e descobrir o quanto você é capaz de ir muito mais além? Quando que você irá aprender algo novo, avançar em algo que até então, você achava que só iria até ali?

Eu concordo que realmente no primeiro momento ouvir um feedback negativo não soa nada bem, mas quando os sentimentos de raiva e tristeza passam, podemos enxergar uma vantagem oculta ali, de ir muito mais além do que aqueles que nunca tiveram essa oportunidade, ou que são iludidos apenas com elogios. 

Existem 5 estágios que o enlutado, e até mesmo a pessoa que perde o emprego, passa. E nesse contexto, eu acredito que algumas pessoas passam por 4 desses estágios: negação, raiva, tristeza e aceitação. É muito improvável que você consiga pular para o último sem trabalhar os outros. E eles vão ter muito impacto no que você faz.

O último deles é a chave para conseguir identificar uma vantagem nessa situação. Quando você começa a aceitar e muda a sua percepção, isso funcionará como um impulso para o seu desenvolvimento.

Se você já recebeu um feedback negativo e ainda não chegou na fase da aceitação, eu estou te mostrando que há uma luz no fim do túnel. Ou uma escada pra você subir e ir muito mais além.

— ♥ —

Por Marta Barradas:

marta barradas psicologa falando sobre Críticas e feedback negativo no trabalho