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Saúde emocional: como ela pode auxiliar você no ambiente corporativo

Saúde emocional no trabalho

Em épocas de pandemia, o setor de recursos humanos tem que estar mais atento do que nunca. Com os altos e baixos do momento presente, que infelizmente ainda parece estar longe de acabar, é natural que o nosso emocional fique bastante abalado.

Por quê? Bom, primeiro porque, de fato, estamos diante de uma doença que pode não apenas nos vitimar, mas também afetar aqueles que amamos. Além disso, a pandemia do novo coronavírus, aliada às oscilações pelas quais têm passado o mercado, gerou aumento da inflação, do desemprego e dos transtornos psicológicos.

Sim, infelizmente: especialistas em saúde mental têm alertado que, por conta do isolamento – que, sabemos, é muito necessário e recomendado pela Organização Mundial de Saúde -, as pessoas têm se sentido mais frágeis, solitárias, deprimidas e ansiosas. Às vezes, na verdade, esses sentimentos se confundem ou aparecem juntos.

É fundamental, nesse momento, que as empresas busquem maneiras de oferecer conforto e estabilidade aos seus funcionários, seja por meio de facilitação de tratamentos de ordem psicológica, seja por meio do oferecimento de benefícios corporativos que gerem segurança de curto e longo prazo.

Entre os benefícios que mais têm sido escolhidos pelas empresas estão: plano de saúde – geralmente com acesso a clínicas de psicologia e psiquiatras de excelência -, plano de previdência privada, possibilidade de home office, vale-academia e vale-cultura. 

Essa junção de coisas, como sabemos, é capaz de colaborar para a diminuição do temido estresse financeiro, da ansiedade (que também se relaciona ao medo do futuro) e dos demais anseios provocados pela pandemia.

Por falar em saúde emocional e psicológica… Existem muitas razões pelas quais é importante cultivá-las. Vamos falar mais sobre isso a seguir.

O que entendemos por saúde emocional?

Uma pessoa com a saúde emocional em dia tem menos oscilações de humor, ou seja, consegue manter a calma e agir de forma racional quando está diante de desafios. Da mesma forma, ela tem foco, concentração, capacidade de agir depressa e, geralmente, menos problemas de relacionamento.

A saúde emocional também está ligada à ausência de pensamentos depressivos ou ansiosos em demasia, circunstâncias que, como sabemos, têm sido bastante frequentes na nossa sociedade. Ter pensamentos é normal; o que não pode acontecer é ser tomado por eles o tempo inteiro ou perder a capacidade de ação por conta deles.

Existem muitas razões para o desenvolvimento de problemas de saúde emocional. As mais comuns são: traumas de ordem familiar ou profissional, excesso de cobrança (seja por chefes, companheiros de trabalho, filhos, etc), problemas financeiros, baixa autoestima, excesso de trabalho.

Uma pessoa instável tem baixa tolerância a erros, não consegue lidar bem com a presença de terceiros, pode ter dificuldade para se comunicar e trabalhar, geralmente não tem foco e, em muitos casos, pode ter comportamentos tomados no impulso, ou seja, inteiramente emocionais.

No campo do trabalho, isso é bastante complicado. Por mais que sejamos próximos daqueles que dividem o cotidiano conosco, existem limites que não podem ser ultrapassados na convivência profissional.

Por onde começar?

Ao perceber que algo está fora do normal, é fundamental que o colaborador procure ajuda especializada – que, como já comentamos, deve ser facilitada pela empresa ao qual ele é vinculado.

Ao entrar em contato com um especialista, vale fazer uma lista de sintomas e dizer com que frequência e há quanto tempo eles têm se manifestado. Às vezes, não estamos cientes de que estamos passando por uma circunstância que, se não for corretamente tratada, pode evoluir para um quadro crônico.

Outras práticas cotidianas podem ajudar na diminuição do estresse, que é um dos principais responsáveis por abalar a nossa saúde emocional. Alguns exemplos são:

  • Prática de atividade física, por pelo menos trinta minutos por dia. Para aqueles que são acelerados, o mais indicado é buscar um exercício que os traga para o centro e alivie a ansiedade, como Yoga, Pilates ou mesmo alongamento;
  • Prática de mindfulness – também chamada de atenção plena – ou de meditação, diariamente, até que seja possível controlar os impulsos;
  • Acompanhamento com um terapeuta, que poderá identificar quais são os gatilhos emocionais do indivíduo e, então, auxiliá-lo no processo de conter e lidar com aquilo que faz com que ele aja sem pensar ou que o afeta além do normal.

Pessoas mentalmente saudáveis têm maior produtividade, lidam melhor com prazos, não têm grandes índices de absenteísmo e, geralmente, têm relações afáveis com os seus colegas e superiores.

Assim, quando o emocional está em dia, está em dia também o sucesso profissional.

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Realização profissional: Como construir sua carreira com autenticidade

realização profissional

Quais são os pontos mais importantes para construirmos uma carreira autêntica e mais feliz? A mentora de marcas e carreiras Ly Takai compartilhou três pontos para refletirmos sobre carreira e realização profissional:

1) Construção de carreira é uma trajetória não linear:

Muitas vezes importa mais o caminho percorrido durante o processo do que necessariamente o ponto final onde se deseja chegar, celebre sua história e aproveite a jornada! mapeie habilidades, expertises e até soft skills, entenda o que você faz de significativo. Essa é uma estratégia inteligente para se diferenciar em meio a tantos ruídos numa sociedade de consumo hiperconectada.

Perceba sua potência! Aproprie-se do seu discurso e se autorize a dizê-lo, é preciso segurança e confiança para dominar suas narrativas compreendendo que você é a mais importante porta voz de suas motivações. Nenhuma carreira será construída com passos alheios, por isso acolher a não linearidade de nossas jornadas é importante.

Quando compreendemos a potência do que nos faz únicas e traduzimos toda essa autenticidade em nossos projetos e marcas é que resultados são colhidos e não há fórmula mágica ou receita de bolo, apenas a necessidade de não nos distanciarmos da nossa realidade e do motivo pelo qual demos o primeiro passo.

realização profissional2) Autoestima e criatividade:

Criatividade é experimentação, portanto não abra mão de fazer testes, criar sem pretensão e desenvolver-se sem julgamentos e auto cobranças para que o amadurecimento criativo aconteça! Quanto mais referências, maior será o repertório e assim a criatividade ganha fluidez.

Não se restrinja ao digital e nem seja literal, busque inspirações em lugares diversos e olhe para o cotidiano com sensibilidade! Às vezes vai dar errado e tudo bem. Boas ideias podem nascer de momentos onde achamos que tudo está perdido, por isso avalie o que deu errado, lapide caso seja necessário e recomece outra vez.

Construir carreira em áreas criativas pode ser desafiador quando há cobranças e julgamentos envolvidos, porém quando compreendemos que criar é sobre experimentação lidamos melhor com os desafios, com as falhas e entendemos que nosso valor não está atrelado aos erros que sim, existirão! O mais importante durante o percurso é se abrir para as inúmeras possibilidades que se revelam a partir do inesperado e claro, se divertir já que tudo é definitivo até mudar novamente.

3) Ressignificando o sucesso:

Questione e ressignifique o que é sucesso ou “chegar lá”, onde quer que seja esse lá. Sua jornada e anseios não podem e nem devem ser projetados no outro, o caminho que você precisa percorrer não será feito com passos alheios. mantenha-se atualizada sobre sua área e os movimentos do mercado definindo seus limites e principalmente o que está disposta a negociar com você mesma para alcançar suas metas de maneira saudável.

Ainda que a internet nos traga a sensação de aceleração toda carreira precisa de paciência e resiliência. Alinhe as expectativas e se disponha a trilhar uma jornada sólida, consistente e que carece de tempo para trazer resultados desejados.

Autorresponsabilidade é importante para filtrarmos todos os estímulos que a internet potencializa. Sabemos que quando se trata de carreira e criatividade, parece não haver lugar para o fracasso ou insucesso nos feeds que acompanhamos, mas vale lembrar que esse espaço é um recorte das nossas vidas.

É imprescindível ressignificarmos o que é sucesso e nos mantermos focadas no caminho para trilharmos uma jornada sólida e consistente sem projetarmos nossas existências nas outras.

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Insegurança no Trabalho: Quais os principais motivos e como vencê-los

insegurança no trabalho

Antes de falarmos sobre a insegurança no trabalho é importante entendermos o que a insegurança significa. Insegurança é um estado emocional que tem origem no sentimento de inferioridade. E o que a pessoa insegura acredita? Que ela não é boa o suficiente e isso se manifesta na realização de tarefas, na hora de se posicionar ou fazer uma apresentação, por exemplo.

A insegurança no trabalho faz com que a gente acredite que os outros são sempre melhores, mais capacitados e mais preparados que nós. Mas por que será que nunca nos achamos boas o suficiente?

Listamos alguns motivos: 

Síndrome de impostora

 

A Síndrome da Impostora é a autopercepção que uma pessoa tem de si mesma se considerando menos qualificada para uma determinada função, cargo ou desempenho que outros profissionais da mesma área. O estudo sobre esse quadro teve início em 1978 quando duas psicólogas, Pauline Rose e Suzanne Imes começaram a estudar o “fenômeno da impostora“, um estudo sobre mulheres que sofriam de algum tipo de insegurança no trabalho, que apesar de serem reconhecidas em suas profissões, não se sentiam competentes na mesma medida. 

E por que é tão mais comum em nós, mulheres? A revista Science fez um estudo e mostrou que meninas, a partir dos 6 anos, já possuem a sensação de pertencerem a um grupo com menos capacidade. Nesse mesmo estudo, descreveram uma pessoa extremamente inteligente e capacitada para um grupo de meninas e meninos e foi perguntado para eles se essa pessoa descrita era um homem ou uma mulher. A maioria das meninas e dos meninos, responderam que a descrição seria de um homem.

Muitas vezes temos a sensação de ser algo muito pessoal, individual nosso, mas mulheres muito bem sucedidas e reconhecidas como a atriz Kate Winslet, Sheryl Sandberg, diretora de operações do Facebook e Gabriela Prioli, advogada criminalista e apresentadora de TV já relataram sofrer da síndrome. 

Se tantas mulheres sofrem com essa questão, não seria a síndrome da impostora uma questão de gênero? Uma questão cultural?

Isso fica ainda mais evidente quando pensamos que a síndrome contrária, chamada de “o efeito Dunning-Kruger”, onde indivíduos se sentem muito mais capacitados e preparados do que realmente são é muito mais comum em homens.  

Ter consciência que é algo conectado a forma que a mulher é vista e colocada na sociedade é fundamental para se libertar dessa síndrome, mas sabemos que mesmo com isso em mente, a síndrome de impostora tem consequências individuais já que essa autopercepção gera angústia e alguns sintomas físicos como: dor de cabeça, taquicardia, tensão muscular e desordem nos hábitos alimentares, por exemplo. 

Quais as principais características da síndrome de impostora?

 

  • Nunca se sente pronta ou com conhecimento suficiente
  • Autossabotagem
  • Suas conquistas foram sorte (menospreza o próprio sucesso)

 

Como você pode trabalhar sua síndrome de impostora?

 

  • Aceite elogios, ABSORVA as coisas positivas que falam de você

Quando sofremos de síndrome de impostora temos dificuldade de aceitar elogios e nunca absorvemos como verdade o que foi dito para nós. Quando alguém te elogiar pelo seu trabalho ou competência, agradeça e pare para absorver o que foi dito pra você, trabalhe a ideia de se reconhecer naquele elogio.

  • Anote e relembre suas conquistas

Estamos constantemente pensando no futuro e muitas vezes esquecemos das realizações que vivemos até aqui. Tenha um caderno para anotar suas conquistas. Anote como foi viver cada um dos passos, as dificuldades que superou, como superou, quais seus talentos e habilidades você usou nesse processo. Reler vai te ajudar a se conectar mais com a sua real capacidade, o que aumenta a autoconfiança. 

  • Compartilhe como se sente com alguém de confiança

Compartilhe como você se sente com uma pessoa que você confia e sabe que não vai te julgar. Quando compartilhamos, naturalmente organizamos a mente e alguns medos e inseguranças que estavam gigantes na nossa cabeça, perdem forças.

 

Complexo de inferioridade 

 

O complexo de inferioridade é uma das formas da insegurança se manifestar. Por isso, se conhecer, ser honesta com você, entender as origens e consequências dessa insegurança é fundamental. Entender se é algo que você pode mudar sua mentalidade, ajustando comportamentos e crenças, ou se é algo que você precisa de tratamento clínico.

O complexo de inferioridade aparece quando a pessoa realmente acredita que não tem tanto valor quando se compara a outra pessoa. É uma certeza absoluta e ela tenta provar o tempo todo para outras pessoas que ela não consegue e não é boa o suficiente. Algumas características comuns são:

  • Pensar o tempo todo o que os outros estão pensando de você
  • Deixar de realizar uma tarefa que você tem conhecimento, dizendo que não sabe ou não vai conseguir e passar para outra pessoa.
  • Excesso de medo (chegando a sentir sintomas físicos de medo)

Esses sentimentos podem esconder um grande medo de rejeição, falta de autoaceitação, pessimismo excessivo e culpa. Para encontrar a raiz do problema é importante se fazer perguntas: Quando você começou a se sentir dessa forma? O que ou quem fez com que você se sentisse assim? Qual primeiro passo para se libertar desse sentimento? 

É natural sentir medo e insegurança no trabalho. O problema é que algumas mulheres acabam paralisadas e com isso perdem muitas oportunidades. É clichê, mas é verdade: A maioria das pessoas continua com medo, só que vai com medo mesmo.

Falta de alinhamento entre expectativa e realidade 

 

Aqui podemos falar um pouco sobre propósito, né? Passamos muito tempo acreditando no príncipe encantado que seria a representação dos felizes para sempre (romanticamente falando) e a cada dia que passa, percebo que muitas de nós estamos desencanando dessa ideia nos relacionamentos, mas transferindo para nossas carreiras.

Muitas mulheres acreditam que encontrar o propósito no trabalho é sentir uma felicidade plena com o que faz, uma constante sensação de estar realizada. 

Mas vamos por partes: O que é  propósito de vida? É o que te motiva, o que você entende como sua missão, como você acha que deve se expressar no mundo, algo que faz você se sentir bem.

Você não precisa ver propósito no seu trabalho! Ele pode estar na sua vida familiar, social, hobbies… Tá tudo bem ter um trabalho só para pagar as contas. E mesmo que seu propósito esteja na sua profissão, ainda sim, existirá momentos de tristeza, cansaço, desânimo e questões chatas para resolver.

Lembre-se que a felicidade nem sempre é sobre amar o que se faz, mas fazer com amor o que se faz.

Para terminarmos esse texto, quero colocar aqui um trecho do livro “Indomável” da escritora americana Glennon Doyle (que recomendo demais a leitura se você sofre com insegurança no trabalho).

“Uma vez Oprah Winfrey me disse: Não seja modesta. A Dra. Maya Angelou me ensinou que modéstia é uma afetação adquirida. Você não quer ser modesta, quer ser humilde. A humildade vem de dentro para fora…

…Toda vez que você finge ser menos do que é, rouba a permissão de outras mulheres para existirem completamente. Não confunda modéstia com humildade. Modéstia é uma mentira, uma atuação, uma máscara. A palavra humildade vem do latim, humilitas, que significa “da terra”. Ser humilde, saber quem você é e ter os pés no chão por causa disso. Deixa implícita a responsabilidade de se tornar quem está destinada a ser. De crescer, expandir, florescer por completo, com a força e a grandeza com as quais você foi criada para ter.”

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Sucesso e comparações

sucesso e comparações

Estamos em pleno vapor com as mudanças aqui no Chá de Autoestima. Depois que a quarentena começou, em março/20, tivemos que adaptar as aulas presenciais pra online e tivemos que parar a produção do blend que era totalmente artesanal. 

Resolvemos investir pra fazer mudanças na marca e também nas estruturas. Estamos loucas pra mostrar todas as novidades, mas já adianto que teremos nosso delicioso blend em sachês!

Esses meses loucos de isolamento social me renderam muitas reflexões, estudos, renovações em várias áreas da vida e eu andei pensando sobre sucesso esses dias e queria falar disso com vocês. Sobre sucesso e comparações.

Essa é a primeira vez na minha vida que eu não tenho outra fonte de renda além do Chá de Autoestima, que é um negócio em pleno crescimento, mas que ainda demanda muito investimento e o lucro não é significativo ao ponto de sustentar por completo a vida de suas duas sócias, eu e a Nuta.

Pois bem, nesse contexto, é fácil cair na armadilha das comparações, né? A gente olha pro lado e parece que tudo é mais fácil, que “com grana até eu”, que tem uma galera aí surfando onda sem fundamento nenhum e tem também aquelas que estão copiando descaradamente o que você faz.

Isso não é pessoal, isso serve pra você que está na batalha de empreender também ou pra você que está lutando pra se destacar numa empresa ou na sua carreira de autônoma. Quando você faz o seu com originalidade e qualidade, é normal que você vire uma espécie de referência.

E aqui entra aquela coisa de ser única, de ter a noção de que só você faz o que você faz, do jeito que você faz. Quando a gente diz que seu super poder é ser você mesma, é disso que falamos também. É saber que sempre que você se voltar pra si mesma, você vai encontrar o melhor caminho. E eu queria que vocês nunca esquecessem disso.

Então, pensando sobre tudo isso, eu comecei a tentar entender como EU acredito que o Universo funcione. E aqui você pode pensar no seu Deus, na sua força, nas energias… seja o que for que você acredite.

O lance é aquele: fazer o seu, ser grata e torcer sempre pra que todas as pessoas que te desafiam sejam felizes e conquistem mais e mais. De alguma forma que às vezes possa ser difícil para a nossa compreensão, o Universo retribui melhor assim do que quando alimentamos raiva e inveja e julgamentos.

Sabe aquelas pessoas que estão sempre de bem com a vida, não importa a merda que aconteça? Eu tenho pra mim que essas pessoas conseguiram virar essa chavinha da real gratidão (não aquele papo gratiluz falso), são pessoas mais felizes. E felicidade, você sabe, não tem a ver com o que você conquista na vida.

Vamos fazer o exercício de imaginar um “campo”, um círculo e que ali estão as pessoas que você admira, julga, se espelha… e é ali que está também o seu sucesso (o que isso significa pra você). 

O que te impede de entrar ou permanecer ali naquele campo, naquela vibração não são os outros, não é quem está ali também, não é quem sai dali, não é quem você julga que não deveria estar ali. 

Quem tem esse poder é só você mesma. Então, eu acho que a gente precisa mentalizar que lá é um lugar de prosperidade. Quanto mais a gente mentalizar que as pessoas que alcançaram o que a gente almeja sejam mais e mais bem sucedidas, mais esse campo vai se expandir. 

Se ficamos constantemente “preocupadas” com o sucesso e reconhecimento do outro, se a gente fica julgando que o outro está lá sem merecer, se a gente fica nesse lugar de pena de si mesma, então estamos enxergando somente esse campo encolher. Você acredita que alguém precisa sair pra você entrar. 

Mas eu acredito que essa é uma vibração de expansão e não de competição. Quanto mais a gente conquista e cresce, mais pessoas a gente carrega junto, mais espaço a gente abre, mais coisas positivas a gente é capaz de fazer pra si mesma, pro mundo, pro próximo. É um papo bem #gratiluz sim, mas pensa se não faz sentido?

É claro que não tô dizendo aqui que basta mentalizar! Nada é conquistado do dia pra noite. A maioria das vezes que você vê uma carreira “meteórica”, ela tem lá uma enorme bagagem de tentativas e erros que você não viu. É claro que é preciso trabalhar duro, se arriscar, não ter medo do fracasso, se aprimorar cada vez mais, investir tempo, energia e dinheiro. Mas estou trazendo aqui uma visão de mentalidade.

E aí, o que será que está impedindo seu sucesso? Comece a valorizar suas conquistas, comece a vibrar pelas conquistas alheias, comece a focar naquilo que transmite quem você é, comece a se colocar no mundo com a sua verdade e depois me diz se você não sentiu a diferença.