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Espaço Criativo GWS: Um espaço focado no desenvolvimento pessoal e profissional das mulheres

landau_espaco_gws_19Marie Victorino e Nuta Vasconcellos (Foto: Lucas Landau)

Esse post demorou, mas chegou! Era para ele ter rolado antes do nosso primeiro curso, antes da gente abrir as portas do Espaço Criativo GWS, mas foi tudo acontecendo tão rápido, ficamos tão ocupadas e atarefadas com tudo que não deu tempo. Mas tudo bem! Nunca é tarde pra gente falar um pouco mais sobre o espaço, fazer uma apresentação formal e mostrar tudo pra vocês.

espaco-gws_camisa-preta-filmes-5511O projeto do espaço foi feito pelos arquitetos Monica Montenegro e Marcio França da MontenegroFrança com a ideia de ser multifuncional. A mesma sala pode oferecer diferentes tipos de formatação e tudo muda de lugar! (Foto:Léo Mello da Camisa Pretas filmes)

espaco-gws_camisa-preta-filmes-5577(Foto:Léo Mello da Camisa Pretas filmes)

Primeiro, como isso tudo aconteceu? Como e quando surgiu a ideia de criar um espaço físico para o GWS? Na verdade, desde sempre! Sempre tivemos a consciência que o espaço físico seria uma consequência natural do nosso trabalho. Esse desejo cresceu, a oportunidade surgiu e falamos: “é agora”! Era só colocar a mão na massa e investir, porque o projeto de como seria já existia nas nossas cabeças há anos. O espaço é uma grande conquista para o GWS e o pontapé inicial de vários projetos que temos em mente. Temos como proposta ser uma plataforma independente, com a vontade de enriquecer a vida das mulheres através de um conteúdo empoderador.

espaco-gws_camisa-preta-filmes-5516(Foto:Léo Mello da Camisa Pretas filmes)

Nosso espaço offline fica na Rua Marquês de Abrantes, no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro e lá queremos despertar o lado empreendedor e o desenvolvimento profissional das garotas, sempre com foco na autoestima e amor próprio. O espaço vai estar de portas abertas para cursos, palestras, workshops, reuniões e mais um monte de coisas, que inclusive, vocês podem e devem propor pra gente porque além dos eventos organizados por nós, o espaço está aberto a propostas e necessidades de outras mulheres. Está procurando um lugar pra ministrar seu curso? Ou fazer uma reunião? Ou até fazer um trabalho de faculdade? Fala com a gente! Vamos pensar na melhor forma de você usar o Espaço Criativo GWS. Vamos crescer e nos desenvolver juntas.

espaco-gws_camisa-preta-filmes-5522(Foto:Léo Mello da Camisa Pretas filmes)

Além de cursos das mais diversas áreas profissionais, também vamos fazer encontros para tomar um chá e papear, sessões de cinema, oficinas místicas, de bordado, ilustração e D.I.Y e mesas de debate sobre os mais variados temas que fazem parte da realidade da mulher. Para saber sempre o que está rolando no espaço e se inscrever é só ficar de olho na nossa loja. Nessa nova fase do GWS é importante que a gente cite quem apostou na ideia e ajudou a gente a realizar tudo isso. Além do escritório de arquitetura MontenegroFrança, que conseguiu transformar o que tínhamos na mente em um lugar real, todas as alunas ganham material para o curso e tudo exclusivo do GWS: Lápis, caderno e adesivo feito com muito carinho pela gráfica Vizooart e os patches exclusivos, que são da nossa parceria com a Toca dos Bordados. Além disso a LUSH! Sim, a marca de cosméticos naturais e veganos embarcou nessa com a gente e está apoiando o projeto. Fizemos um vídeozinho em parceria com a Camisa Preta, falando mais sobre tudo e mostrando cada detalhe pra vocês! Isso sem contar os amigos (e namorado!) que embarcaram nessa com a gente e ajudaram com decoração, frete das coisas, indicações, paciência… Obrigada Maria, Pedro, ‘Lobinho’, Landau e todo mundo que mandou energias positivas mesmo de longe!

Queremos que tudo no Espaço tenha a mesma linguagem divertida, leve e acessível do blog e que no final das contas seja sempre um grande encontro de amigas! A ideia é desenvolver um lugar onde mulheres falem para mulheres, porque acreditamos que toda garota tem algo incrível para mostrar pro mundo. 

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Como lidar com o machismo e o assédio no ambiente de trabalho ou acadêmico?

Por Pollyanna Assumpção:

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Quando eu comecei a trabalhar com festas quase oito anos atrás, foi uma forma de viver uma adolescência tardia. Eu passei na faculdade muito jovem aos 16 anos, comecei a trabalhar com 18 e nunca mais parei, sempre emendando um emprego no outro, uma pós na outra, deixando a vida me engolir. Daí em 2010 eu tive a chance de parar com essa loucura, viver só produzindo eventos e poder fazer tudo o que eu quisesse. Eu comprei TV, videogame, viajei, fui a milhares de shows, corri atrás da minha banda favorita na turnê da América do Sul, cheguei a assistir 36 seriados ao mesmo tempo. E nesse meio tempo fui ficando cada vez mais presa na minha bolha politicamente correta com amigos antenados e militantes iguais a mim, todo mundo com uma história e forma de pensar similares as minhas e fui no geral esquecendo como era viver no mundo aqui fora. A gente sempre tem um vislumbre de conservadorismo quando ouvimos algum pedaço de conversa na fila do banco ou quando lemos algum comentário absurdo em portais de notícias, mas no geral eu estava vivendo em um mundo bem seguro filosoficamente para uma feminista.

Aí, o mundo girou, a vida mudou, eu cansei da adolescência tardia, furei a minha bolha e resolvi voltar a trabalhar e estou numa empresa ótima, cheia de pessoas legais que me receberam super bem mas que são pessoas com vivências e visão de mundo muitas vezes completamente opostas as minhas e embora eu esteja trabalhando num ambiente super receptivo, às vezes a gente ouve piadas ou bobagens machistas que preferia não ter ouvido. E como agir quando isso acontece? Será que se anular e evitar expor o que você pensa é uma boa solução pra isso? Eu acho que não.

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Entendo que por muitos motivos muitas mulheres prefiram se calar pra evitar aborrecimento. Por questões hierárquicas ou medo de perder o emprego ou alguma retaliação, mas acredito que viver dentro da opressão também não é a melhor solução pra vida de nenhuma mulher. O apagamento do assédio que as mulheres sofrem no trabalho, ou na faculdade por exemplo, é uma das mais antigas reivindicações das profissionais. Mulheres poderem fazer queixas formais de assédio sexual é uma coisa historicamente muito nova e até hoje muito difícil de provar devido a normatização da objetificação feminina em ambiente de trabalho. Ouvir piada machista, mesmo que não diretamente para você, também pode ser considerado assédio moral e se você não se sente confortável ou se sente agredida, engolir esse sapo não vai deixar sua situação melhor. O assédio não vai ter fim e nem seu sentimento de humilhação.

O machismo no ambiente profissional e acadêmico vai desde piadas bobas que “todo mundo faz” e ninguém percebe o quão ofensivas são, até casos de real agressão verbal ou sexual. Nos casos mais bobos, minha posição é sempre a mesma: Evito conflito com o colega, até porque provavelmente eu gosto dele pessoalmente e explico de forma assertiva porque aquela piada sobre mulheres não é legal e porque talvez ofenda mulheres que ele conhece. Muito frequentemente, a socialização masculina normatiza a violência contra a mulher como piada e muitos deles que riem disso, jamais encostariam um dedo numa mulher. Muitos deles apenas não entendem o quão ofensivas suas piadas podem ser. E como muitas mulheres que eles conhecem são vítimas reais de homens em situações que eles consideram piadas. Todas as vezes que agi dessa forma, acabou numa discussão saudável, gerando uma reflexão, onde todas as pessoas expuseram sua forma de pensar.

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Quanto a casos de real violência, realmente só posso aconselhar a denúncia. Nunca sofri casos assim em nenhum lugar que trabalhei, mas se os homens na rua não deixam de nos assediar mesmo quando deixamos claro que não estamos interessadas, por que um homem colega de trabalho pararia de assediar uma mulher só porque ela resolveu ignorar? Lembra quando éramos crianças e arrumávamos briga na escola e a mãe falava “ignora ele que ele te esquece”? Alguma vez você ou seu colega esqueceram? A provocação parou? O homem abusivo não vai parar de abusar só porque você finge que não está vendo ou ouvindo. O silêncio só gera crise, medo, graves cicatrizes na sua autoestima e segurança como profissional. Entendo que temos contas pra pagar e o mundo nos engole e sim, temos medo o tempo todo. Mas será que vale a pena?

Todo dia lemos casos de mulheres que foram ignoradas pela polícia e pela justiça. Ir atrás de punição para quem nos agride é uma saga no mundo todo, não só no Brasil. As mulheres não tem sua palavra levada em consideração apenas porque são mulheres e não são confiáveis. “Mulher é tudo piranha mesmo, fica por aí saindo com geral, rebolando com aquela saia em ambiente de trabalho, ela estava provocando, ela estava pedindo”. É isso que mulheres agredidas sexualmente ou moralmente ouvem quando denunciam. Porém não podemos nos acomodar no papel de vítima. Feminismo não é vitimismo, não é dizer que precisamos ser protegidas e sim expor a agressão considerada normal pela sociedade. Lutamos não só por salários iguais como por condições sociais iguais. E se esconder não vai ajudar na mudança.

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5 Lições que aprendi antes de “largar tudo”

Largar.

Tudo.

Imagina o alívio que seria isso: Acordar e decidir que não quer mais viver a vida do jeito que tá. E assim, para de ir pra faculdade, pro trabalho, para de pagar as contas e ir a compromissos. Você pega sua mala e vai viajar. Ou finalmente começa o seu próprio negócio, ou até seu sonhado home office. Isso mesmo, largar tudo e começar uma nova profissão.

Simples assim.

Seria bom, né?

largar tudo e começar uma nova profissão

Mas, na boa, vocês já ouviram falar de alguma história real como esta? Nem eu. Mas certamente você já ouviu ou leu muitas histórias de pessoas que diziam ter “largado tudo”. Pois é.

Então, porque os relatos não batem com a expectativa? Sinceramente? Porque largar tudo simplesmente não existe. Não do jeito que a gente sonha ou imagina o que existe grande é a vontade de largar tudo!

Há mais ou menos 2 meses eu deixei meu emprego e o dinheiro certo todo mês pra me dedicar ao GWS. A Nuta e a Marie já tinham feito isso, só faltava eu.

Mas quando eu conto isso pra alguém, as primeiras reações que escuto são sempre associadas às palavras “coragem” e “inveja branca”. Como se eu tivesse me libertado de uma prisão e pulado direto num abismo que pode ter ou não, uma rede de segurança e um pote de ouro no final.

Mas não é bem assim que a banda toca. Só a parte do abismo. hahahhaa Mas tem toda uma preparação pré pulo, um planejamento que te faz sentir seguro pra correr algum risco. E desta parte a gente quase não ouve falar. Ou não quer ouvir, né. Sei lá.

Óbvio que pra tudo há uma excessão e o que funcionou pra mim, pode não funcionar pra outras pessoas. A questão é que estas são as únicas lições que eu conheço que não te colocam na dependência da sorte ou boa vontade divina. Só por isso já acho vale a tentativa.

1 – Trabalhe pros outros. Aprenda a ter paciência. Ser bom em alguma coisa exige treino.

Bom, comigo tudo aconteceu bem lentamente. Eu sempre soube que não queria fazer “carreira” em empresas grandes do tipo competitividade e lucro a todo custo. Por isso, desde o meu primeiro estágio, lá em 2008, até meu penúltimo trabalho, eu não conseguia durar muito tempo nos lugares e ficava louca de impaciência pra encontrar um emprego ideal.

Era sempre assim: Ou o lugar era legal, mas o salário era ridículo. Ou tinha que trabalhar full time, até finais de semana. Ou tinha chefes loucos / grosseiros demais. Por aí vai.

Mas aí eu percebi que não conseguiria chegar a lugar nenhum se não soubesse treinar minha paciência e dar tempo ao tempo pra crescer. Como eu ia ser dona de um negócio de sucesso ou ocupar um cargo super importante sem ter passado por nada na vida?

Quando percebi isso, fui enfrentando melhor as adversidades e em paralelo o blog foi ganhando forma.

2 – Dê valor à todas as coisas que você aprende no trabalho. Principalmente sobre como lidar com pessoas. E use tudo que sabe pra aprimorar suas ideias e sonhos pessoais.

Aí veio a última empresa que trabalhei, o Zoom, onde fiquei 3 anos. Lá eu encontrei um ambiente amigável, chefes que me direcionavam, espaço pra crescer e muita pressão pra fazer as coisas acontecerem rápido e bem feitas. Posso dizer que foi tudo que eu precisava pra completar mais um ciclo de amadurecimento.

Foi lá que aprendi na prática tudo que sei de internet, e-commerce, redes sociais, relacionamento com o cliente, com colegas de trabalho e construção de marca. Finalmente cresci em todas as funções que gosto e me identifico, além de ter conseguido melhorar meu jeito de lidar com os outros.

Durante este período a Marie também trabalhou numa empresa que gostava por muito tempo, a Nuta pegou alguns dos freelas mais desejados da moda e também trabalhou em outras áreas do jornalismo, experimentando e testando tudo na prática. Em paralelo começamos a incluir no GWS cada vez mais aprofundamento nas questões de autoestima, feminismo, empoderamento e outros assuntos que hoje são o coração do nosso blog. Coincidência? Acho que não.

3 – Aprenda a decidir qual o momento certo de seguir teu sonho

No meu caso, o GWS foi tomando espaço na minha vida de uma forma que eu não conseguia mais administrar no tempo livre. Mas com você não precisa ser assim. Pode ser que você já esteja segura antes disso.

A grande questão é essa: não dá pra sentir que você tá se jogando de um trampolim sem cama elástica embaixo. Tem que ter uma segurança, um planejamento. Se não, não é correr atrás dos sonhos, é fuga da realidade mesmo.

4 – Tenha uma reserva financeira ou freelas já engatilhados

Do dia que eu percebi que o GWS tava ocupando tempo demais, até o dia que eu realmente saí do Zoom, foram mais de 7 meses pensando e juntando todo o dinheiro que eu podia. Se contar de quando lançamos o GWS, até quando resolvi me dedicar a ele, foram quase 6 anos.

Sair do emprego e não ter mais o dinheiro certo ali todo mês assusta. Então você precisa de uma reserva. Ainda mais quando se tem aluguel pra pagar todo mês e não há mais a opção de voltar pra casa dos pais. Não se afobar agora que está tão perto de conseguir o que queria foi vital pra mim.

 

5 – Esteja sempre de coração aberto a tarefas chatas

E pra encerrar as minhas lições do dia, claro que também não dá pra achar que o que você nunca mais vai fazer trabalhos que não curte. Dentro do seu próprio negócio ou entre freelas que você vai pegar sempre vão existir trabalhos complicados, chatos ou que você não sabe nada a respeito. Não dá pra pensar muito. Se for importante financeiramente ou pra sua carreira, tem que pegar e fazer.

 

Sabendo que não sou nenhuma guru de porra nenhuma, preciso dizer que este tempo de paciência e aprendizado, apesar de sofrido, foi essencial pra eu conseguir “largar tudo” hoje. O fato de ter noção de como as empresas funcionam, como as coisas são aprovadas, avaliadas, como podem ser as relações entre chefes, funcionários, clientes, fornecedores.

Tudo isso faz com que você coloque o pé no chão de uma forma que nenhum livro ou artigo sobre empreendedorismo pode fazer.

Agora é seguir em frente e esperar pelo melhor. E aí, deu pra se sentir mais preparada pra correr atrás do seu “largar tudo”?

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Fazendo escolhas

“Should I stay or should I go now?

Should I stay or should I go now?

If I go there will be troubleAnd if

I stay it will be double

So you gotta let me know

Should I stay or should I go?”

– The Clash

 

Em nossas vidas, às vezes chegamos a um ponto em que a estrada se bifurca e nós precisamos decidir qual dos caminhos seguir. Essas escolhas-chave definem o que faremos nos próximos anos, com que nos relacionaremos e, em última instância, que tipo de pessoa nos tornaremos. Exemplos clássicos: perdoar ou não o namorado depois de uma “escorregada”, escolher o curso pra qual prestar vestibular, decidir transar pela primeira vez.

Diante da carga de responsabilidade de momentos decisivos como esses, muitas pessoas se vêem paralisadas. Como não conseguem escolher o que fazer, acabam adiando indefinidamente até que a vida se acarrete de escolher por elas, ou apelam pra sorte e mandam um uni-duni-tê básico. Esse tipo de postura costuma levar à frustração e, convenhamos, não contribui em nada pro amadurecimento pessoal da criatura.

Existem muitas maneiras de se ajudar a escolher um caminho, mas o primeiro, e mais importante passo, é conhecer as próprias prioridades. Pergunte-se: “Quem sou eu? Quem eu quero ser? O que preciso fazer pra chegar lá?”. Respostas simples e objetivas são difíceis de conseguir, mas as idéias que surgirem desses questionamentos podem servir de guias nas decisões que nos assaltam em diferentes momentos da vida. Além disso, vale abrir o coração para os amigos queridos (eles nos conhecem e podem ajudar muito na hora de definir prioridades), conversar com pessoas que estiveram em situações semelhantes, fazer a clássica listinha dos prós e contras (atóron), meditar, enfim, qualquer coisa que ajude a colocar a cabeça no lugar e pôr as idéias em perspectiva.

O que não podemos fazer é largar as rédeas das nossas próprias vidas e deixar que as circunstâncias tomem essas decisões tão importantes por nós. Imaginem a seguinte situação: vocês estão dirigindo quando, de repente, o carro morre em cima da linha do trem. Como vocês são motoristas imprudentes que não observaram os sinais nem ouviram a maquinaria, só percebem naquele instante bisonho que o trem vem se aproximando. Vocês são confrontadas com duas opções: tentar ligar o carro ou sair correndo. Pois saibam que, enquanto vocês não decidem entre essas duas, acabam optando por uma terceira alternativa: serem atropeladas.

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