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Afinal, como conseguir mudar hábitos ruins?

Primeiro vamos entender o que é um hábito: É uma rotina de comportamento que se repete regularmente. É quando essa repetição acaba sendo feita de uma forma natural, espontânea.

Se você tenta acordar mais cedo e nunca consegue, ou por mais que se esforce, não consegue manter o hábito da leitura, ou mudar os hábitos alimentares sabe muito bem que, às vezes, parece impossível mudar um hábito que consideramos ruim. E por que será?

O nosso cérebro busca o tempo todo por recompensas instantâneas. Em resumo, quer ter prazer e evitar a dor. Isso porque ele consome muita energia para sua própria sobrevivência, por isso, ele memoriza os passos para conseguir essas recompensas da forma mais fácil. O nosso cérebro não sabe a diferença entre hábitos bons e hábitos ruins, ele prioriza sempre apenas poupar energia para sua sobrevivência.

Mudar um hábito é doloroso, requer muita energia e seu cérebro simplesmente não quer que você passe por nenhum desconforto. A dopamina também se relaciona com esse sistema. Alguns hábitos ruins são prazerosos, levam a um aumento rápido de dopamina e, consequentemente, a uma sensação de prazer.

Mas é possível sim, construir novos hábitos principalmente quando você entende que não é viciada no hábito em si e sim na sensação de prazer que ele causa ao seu cérebro. Ou seja, depois que vencemos a barreira de “começar” vamos sentir o mesmo prazer em hábitos novos que sentíamos com os antigos.

Sair do 8 ou 80 é a chave para conseguir, de fato, mudar nossos hábitos ruins e alcançar nossas metas. Geralmente, queremos fazer mudanças muito grandes na nossa vida do dia pra noite, isso acaba nos deixando extremamente frustradas. Começar devagar, pequeno mas com consistência é o segredo.

Por exemplo, se você quer colocar o hábito de leitura na sua vida mas não lê tem mais de 1 ano. Acha mesmo que vai funcionar colocar como meta ler 1 livro por mês? Não é mais construtivo traçar a meta de ler uma página por dia? Ou até um parágrafo por dia?

Todo hábito é composto por 4 partes: Gatilho, desejo, rotina e recompensa.

É importante entender cada parte do hábito porque é isso que nos ajuda a manipulá-lo a nosso favor. Gatilho é o que ativa o hábito, desejo é o combustível do hábito, aquilo que o faz acontecer (válido lembrar que esse desejo pode ser consciente ou inconsciente). Rotina é o hábito em si e a recompensa é o que nosso cérebro quer quando coloca um hábito em prática. Essa recompensa é o que faz com que nosso cérebro transforme uma atividade em um hábito automático.

Se seu cérebro quer sempre fazer o mínimo de esforço, busca prazer e quer evitar a dor, facilite pra ele! Tornando o gatilho óbvio, o desejo atrativo, a rotina fácil e a recompensa prazerosa. E o mais importante, um hábito por vez.

Nunca se esqueça: Melhorar devagarzinho ainda significa melhorar.

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