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Já é tradição aqui no GWS: todo dia das mulheres falamos sobre questões latentes para nós.

Em 2015 mostramos o quanto era importante desconstruir a ideia que o dia das mulheres era um dia para celebrar feminilidade e reafirmar a importância de lutar pelos nossos direitos no texto: A gente não precisa de flores, precisa de respeito. Depois de discutir a luta pelos direitos sociais, econômicos e a liberdade do corpo da mulher, em 2016 falamos sobre a importância de valorizar, divulgar e apoiar o trabalho de outras mulheres no #IndiqueMulheres. Ano passado, fizemos uma reflexão da realidade da mulher no passado, no presente e no futuro e o quanto ainda temos que caminhar.

(Chá de autoestima como banho de conexão)

Estamos cada vez mais entendendo a importância de cobrar da sociedade nossos direitos, não estamos mais aceitando ser tratadas de forma inferior no ambiente de trabalho, na família, nos nossos relacionamentos. Estamos entendo a importância de não vermos outras mulheres como competidoras, de nos apoiarmos e de praticar a sororidade.

Mas e você? Como você tem tratado a si mesma? Você tem se amado? Se respeitado?

Tem sido fiel ao seu propósito, se tratado com carinho e se achando digna e merecedora de ser bem sucedida, de ter um amor bom, de ser realizada? O quanto ao longo da vida, você está deixando de aproveitar oportunidades pessoais e profissionais porque não confia em você o suficiente?

Apesar de vivermos na era da comunicação, praticamos pouquíssimo o diálogo interno e, por medo, vergonha e insegurança não nos permitimos viver o nosso EU na sua totalidade. Sem perceber, achamos que somos os que os outros dizem que somos, o que acreditamos que a vida nos tornou, o que achamos que “é o que dá” pra ser. E assim, caímos na rotina com nós mesmas… olhamos no espelho procurando falhas. O que você fala pra você quando se olha? Será que trataria alguém que você ama da mesma forma que trata você mesma?

(Chá de autoestima como banho de conexão)

Sem perceber, começamos a não nos achar dignas, ligamos o automático e achamos que saber quem somos é responder perguntas como: “Qual seu livro favorito?” ou “Que série você mais gosta?”  E quanto mais você se afasta do seu eu de verdade, menos chances você tem de encontrar o autoconhecimento, sua autoestima e a sua felicidade.

Nosso amor próprio está diretamente ligado com o quanto nos conhecemos e nos responsabilizamos por nós mesmas. Ninguém nasce com autoestima baixa. Conhecer a fonte dos seus problemas é o primeiro passo para uma real mudança interna e para mudar a comunicação que você tem com você mesma.

Nós somos o que contamos pra nós que somos. Que história você está contando para você de você mesma? A história que você conta sobre si mesma é a percepção mais profunda que você tem a seu respeito. Pense sobre isso.

Quantas vezes você já se pegou dizendo coisas como: “eu não consigo”, “não sou boa o suficiente”, “não sou bonita o suficiente”, “não sou inteligente o suficiente” ou se sentindo incapaz de tomar uma atitude, uma decisão ou um posicionamento por insegurança?

Você se sente conectada com você mesma? Converse com você, se faça perguntas, se responda com sinceridade. Se toque, se sinta, se permita. Explore seu corpo, suas ideias, suas vontades. Busque viver seu eu na totalidade. Não perca a conexão mais importante de todas: a de você com você mesma.

(Chá de autoestima como banho de conexão)

Reprograme seu diálogo interno. Parece besteira, mas nosso cérebro é uma arma poderosa que podemos e devemos usar ao nosso favor. Por que ao invés de dizer: “Não sei fazer isso” você não diz: “Me sinto capaz de aprender tudo que quero”?

Somos feitas de hábitos. É fundamental para nosso crescimento perceber que muitas vezes, alguns hábitos são prejudiciais e que podemos substituir por hábitos produtivos. Tome as rédeas da sua felicidade.

autoestima está diretamente ligada a tudo que você mais quer ser e conquistar. Autoestima é algo que abala ou dá estrutura pra absolutamente tudo na sua realidade. É algo físico sim, mas principalmente emocional e mental. Quanto mais forte você se torna, mais poder de transformar o mundo e ajudar outras mulheres a sua volta você conquista.

Ser vítima ou autora da sua própria história. Essa escolha é sua. Pense nisso.

Feliz dia das mulheres!

 

Fotos: Sthefany Barros

 

 

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