fbpx

Em épocas de pandemia, o setor de recursos humanos tem que estar mais atento do que nunca. Com os altos e baixos do momento presente, que infelizmente ainda parece estar longe de acabar, é natural que o nosso emocional fique bastante abalado.

Por quê? Bom, primeiro porque, de fato, estamos diante de uma doença que pode não apenas nos vitimar, mas também afetar aqueles que amamos. Além disso, a pandemia do novo coronavírus, aliada às oscilações pelas quais têm passado o mercado, gerou aumento da inflação, do desemprego e dos transtornos psicológicos.

Sim, infelizmente: especialistas em saúde mental têm alertado que, por conta do isolamento – que, sabemos, é muito necessário e recomendado pela Organização Mundial de Saúde -, as pessoas têm se sentido mais frágeis, solitárias, deprimidas e ansiosas. Às vezes, na verdade, esses sentimentos se confundem ou aparecem juntos.

É fundamental, nesse momento, que as empresas busquem maneiras de oferecer conforto e estabilidade aos seus funcionários, seja por meio de facilitação de tratamentos de ordem psicológica, seja por meio do oferecimento de benefícios corporativos que gerem segurança de curto e longo prazo.

Entre os benefícios que mais têm sido escolhidos pelas empresas estão: plano de saúde – geralmente com acesso a clínicas de psicologia e psiquiatras de excelência -, plano de previdência privada, possibilidade de home office, vale-academia e vale-cultura. 

Essa junção de coisas, como sabemos, é capaz de colaborar para a diminuição do temido estresse financeiro, da ansiedade (que também se relaciona ao medo do futuro) e dos demais anseios provocados pela pandemia.

Por falar em saúde emocional e psicológica… Existem muitas razões pelas quais é importante cultivá-las. Vamos falar mais sobre isso a seguir.

O que entendemos por saúde emocional?

Uma pessoa com a saúde emocional em dia tem menos oscilações de humor, ou seja, consegue manter a calma e agir de forma racional quando está diante de desafios. Da mesma forma, ela tem foco, concentração, capacidade de agir depressa e, geralmente, menos problemas de relacionamento.

A saúde emocional também está ligada à ausência de pensamentos depressivos ou ansiosos em demasia, circunstâncias que, como sabemos, têm sido bastante frequentes na nossa sociedade. Ter pensamentos é normal; o que não pode acontecer é ser tomado por eles o tempo inteiro ou perder a capacidade de ação por conta deles.

Existem muitas razões para o desenvolvimento de problemas de saúde emocional. As mais comuns são: traumas de ordem familiar ou profissional, excesso de cobrança (seja por chefes, companheiros de trabalho, filhos, etc), problemas financeiros, baixa autoestima, excesso de trabalho.

Uma pessoa instável tem baixa tolerância a erros, não consegue lidar bem com a presença de terceiros, pode ter dificuldade para se comunicar e trabalhar, geralmente não tem foco e, em muitos casos, pode ter comportamentos tomados no impulso, ou seja, inteiramente emocionais.

No campo do trabalho, isso é bastante complicado. Por mais que sejamos próximos daqueles que dividem o cotidiano conosco, existem limites que não podem ser ultrapassados na convivência profissional.

Por onde começar?

Ao perceber que algo está fora do normal, é fundamental que o colaborador procure ajuda especializada – que, como já comentamos, deve ser facilitada pela empresa ao qual ele é vinculado.

Ao entrar em contato com um especialista, vale fazer uma lista de sintomas e dizer com que frequência e há quanto tempo eles têm se manifestado. Às vezes, não estamos cientes de que estamos passando por uma circunstância que, se não for corretamente tratada, pode evoluir para um quadro crônico.

Outras práticas cotidianas podem ajudar na diminuição do estresse, que é um dos principais responsáveis por abalar a nossa saúde emocional. Alguns exemplos são:

  • Prática de atividade física, por pelo menos trinta minutos por dia. Para aqueles que são acelerados, o mais indicado é buscar um exercício que os traga para o centro e alivie a ansiedade, como Yoga, Pilates ou mesmo alongamento;
  • Prática de mindfulness – também chamada de atenção plena – ou de meditação, diariamente, até que seja possível controlar os impulsos;
  • Acompanhamento com um terapeuta, que poderá identificar quais são os gatilhos emocionais do indivíduo e, então, auxiliá-lo no processo de conter e lidar com aquilo que faz com que ele aja sem pensar ou que o afeta além do normal.

Pessoas mentalmente saudáveis têm maior produtividade, lidam melhor com prazos, não têm grandes índices de absenteísmo e, geralmente, têm relações afáveis com os seus colegas e superiores.

Assim, quando o emocional está em dia, está em dia também o sucesso profissional.

Veja também

Copyright © 2021 Chá de Autoestima. Todos os direitos reservados.