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Autoconhecimento: O que é e como exercitá-lo

Autoconhecimento é o CONHECIMENTO DE SI MESMA

Conhecimento das próprias características, sentimentos e inclinações. Ou seja, você é a única pessoa que pode fazer esse processo de autoconsciência. E se você está pensando que se conhecer é saber sua cor preferida ou prato predileto, pense outra vez.

A PERCEPÇÃO de si mesma é algo muito mais profundo e tem influência direta nas suas decisões, comportamentos, objetivos, metas e sonhos. A falta de autoconhecimento é o que muitas vezes nos leva a nos tornarmos inseguras, dependentes e até de assumirmos uma personalidade que não é a nossa de verdade apenas porque acreditamos que é o que devemos ser ou o que os outros esperam que sejamos.

Autoconhecimento é compreender com mais profundidade como você funciona internamente. E assim, conhecer seus recursos externos e internos, sua história e padrões comportamentais e tomar as rédeas da sua vida. Esse processo é o que nos leva ao próximo passo: A CONSCIÊNCIA.

Isso não significa apenas saber quais são seus pontos fortes, ou seus pontos de melhora, por exemplo. Ter consciência e clareza desses fatos é o que torna possível a mudança e as transformações que você deseja de comportamento e de percepção de você mesma e do mundo.

A maior parte das respostas para nossas dúvidas estão dentro de nós e autoconhecimento é a forma de fazer as pazes com você mesma.

Como identificar que você precisa trabalhar mais o seu autoconhecimento?

O autoconhecimento é um trabalho eterno. Não é uma montanha cujo objetivo é chegar no pico, mas sim, uma jornada que envolverá momentos difíceis, momentos prazerosos, momentos de dúvidas e certezas.

Mas às vezes, estamos tão perdidas de nós mesmas que nem percebemos o quanto autoconhecimento nos falta e o quanto ele seria agente de mudanças na nossa vida se o colocarmos em prática. Será que você se identifica com algumas características da falta de autoconhecimento?

Não conseguir ficar sozinha:

Você se sente angustiada quando está sozinha? Procura alguém pra conversar, para encontrar, ou precisa sempre de uma distração? Quando a gente não se conhece é muito difícil nos sentirmos relaxadas ou simplesmente curtir os momentos de solitude. Você também pode se sentir menos especial ou importante se não tem alguém ao seu lado.

Você se importa demais com a opinião alheia:

Quando não trabalhamos o nosso autoconhecimento geralmente construímos nossa imagem com base na opinião dos outros. Ou seja, acabamos vivendo em uma dependência da aprovação e reconhecimento alheio, resultado de falta de boa percepção de si mesma. Enquanto recebe aprovação, fica feliz e satisfeita com quem é, mas não sabe lidar com críticas e tem a tendência a se ajustar somente para corresponder às expectativas alheias.

Sempre se compara:

Está constantemente comparando seu corpo, seu sucesso pessoal e profissional com os de outras pessoas. Às vezes passa até a acreditar que a vida de alguém em específico deveria ser a sua. Quando você se compara, aos poucos, vai deixando sua  essência para trás e entende cada vez menos seus recursos externos e internos, sua história e padrões comportamentais. O que te deixa cada vez mais distante da tomada de consciência, fundamental para tomar as rédeas da sua vida.

Insegurança na hora de tomar decisões:

Se você não se conhece, se não tem seus objetivos claros, se não assumiu uma postura, um posicionamento, como vai ter clareza de qual caminho seguir?

A falta de autoconfiança, fruto da falta de autoconhecimento, congela nossas atitudes. Muitas vezes por conta disso, você deixa os outros decidirem por você o seu caminho, suas atitudes e às vezes até a forma com que você deve se vestir e comportar.

Não vive o presente:

Está sempre apegada a um passado, se agarra em uma fase específica da vida onde acreditava que era mais feliz, fácil ou que você se sentia mais protegida. Também pode viver projetando o futuro, construindo cenários imaginários que muitas vezes são muito distante da sua realidade ou exigiria um trabalho hoje que não está sendo feito porque você não vive o presente. O famoso “amanhã eu começo”.

Não tenha medo ou vergonha de ser você e tudo que você quer ser. É possível começar a exercitar o autoconhecimento.

autoconhecimento

Foto: Ava Sol no Unsplash

Como exercitar o autoconhecimento?

Se faça perguntas: 

O filósofo Sócrates entendia que as ideias já estão dentro das pessoas e são conhecidas por sua alma e a pergunta correta pode fazer com que a alma se recorde de seu conhecimento prévio. Se faça perguntas e responda de forma honesta, sem cair na tentação das mentirinhas que contamos para nós mesmas.

Aproveite sua própria companhia:

Quando você investe tempo em ficar sozinha, se abre para a chance de ouvir a sua própria voz em ação, ou seja, os desejos de sua mente e de seu coração são compreendidos com mais facilidade.

Diga mais não: 

Quantas vezes você disse sim querendo dizer não? Quantas vezes por medo de magoar o outro, por medo da rejeição ou por insegurança você fez algo que não queria e se submeteu a situações que não se sentia confortável?

Em alguns momentos, dizer mais não para os outros, significa dizer mais sim pra você. E quanto mais sim você diz para si mesma, mais confiança e autonomia você ganha.

Medite:

Meditar é se conectar no momento presente e focar somente nele. Isso diminui a ansiedade e ajuda no processo de auto-observação, tão importante no processo de autoconhecimento.

Mantenha um diário: 

Escrever é uma forma poderosa de trabalhar a autoconsciência das nossas emoções. Quando mantemos um diário conseguimos rastrear a forma como agimos e pensamos. Assim, conseguimos refletir sobre uma determinada emoção quando ela não está presente e compreendemos melhor nossos hábitos e mecanismos de defesa.

Espero que esse texto ajude você nesse processo tão importante. Quando nos conhecemos melhor, desenvolvemos a autoconfiança necessária para seguirmos adiante e o resultado do autoconhecimento é uma autoestima fortalecida e clareza dos seus recursos.

Autoestima é sobre trilhar seu próprio caminho, ouvir seu coração e conhecer a sua essência. Boa sorte na jornada!

Quer trabalhar seu autoconhecimento?

O Método CdA é uma abordagem terapêutica, com base em estudos da Psicologia, Neurociência e Sagrado Feminino. Um convite para você se sentir confortável com você mesma, vislumbrando novas possibilidades e expandindo seu nível de consciência com foco nas suas potencialidades e recursos, construindo uma visão mais ampliada de si mesma e do mundo.

Saiba mais sobre o Método CdA

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Masturbação feminina: fortaleça sua autoestima pelo prazer

masturbacao prazer e autoestima

Esse assunto rende, afinal nosso prazer é algo muito plural. Mas como podemos fazer da masturbação feminina, uma ferramenta não só de prazer, mas também de autoestima?

O que mudaria se você se tornasse ainda mais íntima do seu corpo? Sua voz interna honrando cada parte de você. O espelho orgulhoso do que reflete. Seus braços envolvidos no próprio abraço acolhendo quem você é.

O encontro com a nossa intimidade é a manifestação mais pura de quem nós realmente somos, sem cortinas de fumaça. Porém, nossa intimidade costuma acontecer de portas fechadas, luzes apagadas e em sussurros, como se fosse um segredo.

Passamos correndo na frente do espelho antes de entrar no banho. O sexo é rápido, no escuro. A masturbação feminina é mecânica, para aliviar a tensão antes de dormir. Assim, nos afastamos do nosso corpo, mesmo vivendo dentro dele. Mas não precisa ser assim.

É importante ouvir os sinais do seu corpo, se reconectar com ele e existe sim um caminho para essa reconexão com a nossa intimidade. Ele começa por despir nossos medos, vergonhas e inseguranças na frente do espelho. Passa por conhecer nosso corpo melhor do que ninguém. E pode nos levar a sensações e descobertas de nós que revelam nossa força, coragem e autoestima.

Esse caminho passa também por desconstruir a masturbação para que ela seja ferramenta de autodescoberta, autoamor e autorresponsabilidade pelo nosso próprio prazer.

Na próxima vez que entrar no banho, pare no espelho e observe. Vire-se de costas, de lado ou abra as pernas. Conheça cada centímetro de você. Chame seu corpo pelo nome. Vagina, clitóris, lábios externos, lábios internos, abertura da uretra e ânus. Quando damos os nomes para cada parte da nossa região íntima, podemos diferenciar com mais precisão a função de cada órgão, o que nos gera prazer e onde está localizado.

Sinta a leveza nas costas de não carregar mais tantos medos. Você é responsável pelo seu próprio prazer e desvendar sua sexualidade é um processo pessoal. Viver o erótico é exercitar nossa sexualidade na vida.

Microprazeres para você testar hoje:

ESPREGUICE-SE E ALONGUE os braços e as pernas. Faça o movimento que seu corpo desejar. Ai, que gostoso, né?

ACARICIE SEU CORPO enquanto você passa hidratante (ou óleo de semente de uva!) sem pressa.

ACARICIE OS LÁBIOS EXTERNOS ao redor do clitóris. Descubra novas sensações da sua vulva. Nem todo prazer vem da pressão direta ao clitóris.

Que partes do seu corpo te dão prazer e quais te pedem mais disso?

Quando assumimos o compromisso de nutrir a nossa autoestima, sabemos que vamos percorrer vales de dor, enfrentar memórias e buscar nossa cura. Mas a autoestima também é nutrida de outras formas. Uma delas é o prazer. Ele, aprendemos sobre liberdade. Quando nos permitimos sentir, aprendemos sobre autocuidado. Quando tocamos nosso corpo, aprendemos mais sobre nós.

Quer fortalecer sua autoestima através do prazer? Baixe gratuitamente o ebook “Autoestima e Prazer” uma parceria Lilit e Chá de Autoestima. Por lá além de conversarmos sobre sexualidade, prazer, autoestima e masturbação, você também encontra um cupom de desconto para usar aqui na nossa loja virtual e também na Lilit!

Permita-se sentir. 

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Conheça o blend Chá de Autoestima

Ervas para o amor próprio Autoestima

As plantas e ervas sempre se conectaram de uma forma especial com as mulheres e podem ser nossas aliadas na jornada de autocuidado e amor próprio.

A mulher está no útero da matriarca camomila, que parece frágil, dócil, mas tem a força que acolhe, cura e dá a luz que clareia as ideias e nos ajuda a rever nossas crenças. A camomila acalma. E não porque te anestesia mas porque te liberta.

A mulher está na fertilidade do Hibisco, uma referência à Ísis, a deusa da fertilidade. E ser fértil é se permitir criar,se reinventar, ser dona de si mesma, ouvir sua intuição. Encontrar seu equilíbrio.

A mulher tá no poder de comunicação, na provocação e na libido da Canela. Aquela que se precisar queimar tudo, queima. Domina, mas também aquece, recebe, dá prazer.

A mulher está no magnetismo da Jasmim, feliz de ser quem é, que faz um mergulho interno em si mesma porque entende que tudo se constrói de dentro pra fora. Jasmim te convida a rever o seu feminino, olhar seu coração, suas emoções, compreender e honrar sua própria história.

A mulher é próspera e estimulante como o cravo, livre do medo de brilhar, com consciência do seu poder de atração, pronta para o sucesso.

Ervas para o amor próprio Autoestima

O que é poder feminino pra você?

O Blend Chá de Autoestima com flores e especiarias foi criado para ser o seu companheiro nos rituais de autocuidado e autoamor. Rituais são formas de fortalecer seu vínculo com você mesma. Beber um chá se torna um ritual quando é feito com atenção, intenção e plena entrega.

Segundo a crença popular e estudos de fitoenergéticos, cada ingrediente possui princípios ativos que produzem alguns efeitos e podemos nos beneficiar desses efeitos através de infusões, tinturas, óleos essenciais…

No Chá de Autoestima, você encontra:

Camomila:

  • Diminui a ansiedade e a insônia
  • Reduz cólicas menstruais, cólicas intestinais e gases
  • Ação antibacteriana, antifúngica e anti-inflamatória
  • Trabalha curas emocionais e a culpa (estudos da fitoenergética)

Hibisco:

  • Evita a retenção de líquidos
  • Antioxidante
  • Aumenta a produção natural de colágeno, hidrata e cicatriza
  • Trabalha a criatividade, intuição e o equilíbrio emocional (estudos da fitoenergética)

Canela:

  • Termogénica
  • Melhora a circulação sanguínea, reduz o inchaço do corpo
  • Antibacteriana
  • Trabalha a libido e a comunicação (estudos da fitoenergética)

Cravo:

  • Facilita a digestão
  • Combate os radicais livres
  •  Fonte de substâncias importantes para o bem-estar e ânimo
  • Desperta o sentimento de crença em si mesma (estudos da fitoenergética)

Jasmim:

  • Analgésico: Alivia dores de cabeça e musculares
  • Protege a microbiota intestinal
  • Fortalece o sistema imunológico
  • Trabalha o feminino e questões internas (estudos da fitoenergética)

Garanta o seu Chá de Autoestima agora na nossa loja online!

 

*Importante: O blend do Chá de Autoestima é uma infusão de flores e especiarias para o seu bem estar.
NÃO é um medicamento e o nome Chá de Autoestima® se refere a nossa marca de produtos e serviços e NÃO ao efeito do blend.*

Saiba mais em: Termos e Condições 

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Solteira depois dos 30: É amor mesmo o que estamos buscando?

solteira depois dos 30

Eu tenho 35 anos e tive 5 namorados. Eu vivi o amor adolescente, vivi o amor que eu achei que seria casamento, namorei por conveniência, por diversão e namorei mais de uma vez pra fugir de mim mesma.

Hoje estou solteira depois dos 30 e pergunto: É amor mesmo o que estamos buscando?

Quando eu namorei o cara que eu achei que seria o amor da minha vida eu recebi tantos sinais que ele não era o cara certo… infinitos sinais e eu ignorei todos. “Por amor” eu aceitei ouvir coisas que detonavam a minha autoestima, eu sentia o tempo todo que não estava sendo boa o suficiente pra ele, me forçava a caber em um molde que não era meu.

Depois de 6 anos de namoro e alguns meses morando juntos, ele foi embora. Era carnaval e parecia cena de novela ele passando por uma multidão fantasiada com uma mochila indo embora da minha vida. Eu me sentei no chão da sala, olhei a minha volta e tive a sensação de que eu tinha perdido tudo, que ele levou naquela mochila minha alegria, minha dignidade, meus sonhos.

 

solteira depois dos 30

 

Eu ainda tinha eu mesma, eu ali, comigo naquela sala. Mas eu percebi que já tinha um tempo que eu mesma não era o suficiente. Tinha muito tempo que eu tinha me desconectado de mim. Afinal, quem eu era quando não queria ser perfeita pra ele? Quem eu era quando não tinha medo dele notar meus defeitos? Quem eu era quando não estava ansiosa esperando ele atender o telefone ou me ligar?

Eu estava tão envolvida em ser feliz com ele, em fazer ele feliz, que esqueci completamente como era ser feliz comigo. Enquanto eu estava no meio daquele campo de batalha do amor, eu estava tão preocupada em ser, viver pra ele que eu coloquei todas as minhas questões, problemas, inseguranças, medos, desejos, crenças em uma sacolinha no fundo do armário.

Quatro anos depois que esse relacionamento terminou, alguns rolos, namoros curtos, eu me vi novamente em um relacionamento que não fluía, eu estava novamente em um campo de batalha do amor. Jogando toda a minha energia ali, tentando fazer funcionar. Por que eu estava novamente forçando algo que claramente não teria futuro?

Comecei a me perguntar se eu não buscava amor por todas as razões erradas… amor como solução dos meus problemas, amor como sentido pra minha vida, amor como forma de aceitação, amor como forma de validação, amor como fuga, amor pelo medo de ficar sozinha. Eu não deveria estar mais focada em entender questões como: Por que eu repetia padrões? O que essa repetição tinha a dizer sobre mim?

Não me entenda mal, eu acho lindo o amor. Um casal apaixonado, o frio na barriga, o riso solto quando cai a ficha que estamos amando… Mas eu percebi que a nossa BUSCA pelo amor muitas vezes é uma forma de fugir de coisas que não queremos lidar. Uma forma de buscar validações e cumprir o manual da vida perfeita e nem nos damos conta disso, afinal não conseguimos nem lembrar a idade que começamos a sonhar com o príncipe encantado.

A busca pelo amor do outro pode ser muitas vezes a maior distração na nossa jornada de amor próprio o que (olha que louco!) nos deixa ainda mais distante de viver um relacionamento feliz e saudável. Será que não estamos distorcendo o que é o amor? É amor mesmo o que estamos buscando?

A vontade de se conectar, de compartilhar, de amar é humana e todos nós sentimos, mas não estamos enlouquecendo um pouco nessa busca? É saudável achar que ficar sem transar alguns meses é estranho? Que se você está solteira depois dos 30 ficou pra titia? É saudável acreditar que voltar pra casa sozinha e ter que passar a noite – PASMEM – com você mesma é coisa de perdedora?

Ao invés de ficar obcecada se ele respondeu ou não a última mensagem do whatsapp, virar a noite tentando entender o que ele quis dizer com emoji carinha feliz + coração amarelo, perguntando sem parar para sua amiga que namora há anos o que ela fez ou deixou de fazer para ter um relacionamento bem sucedido comparando sua trajetória com a dela, mandando perguntas em caixinha de perguntas para gurus de relacionamento na internet, você não deveria simplesmente ser você, apenas você? Você estará mais perto de fazer conexões reais.

Será que não estamos dando muita importância pro título de solteira depois dos 30? Será que nossa busca está sendo realmente se conectar com alguém fisicamente, emocionalmente, espiritualmente ou será uma forma de fuga de questões que não queremos lidar? Medo da solidão? Antes de amar, não temos que nos conectar com o sentido de amar?

— ♥ —

texto sobre poder feminino