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Minimalismo: Saiba como aplicar esse estilo de vida na sua rotina

Se todos os habitantes desse lindo planeta azul se desfizessem de metade de suas posses, eu aposto que metade dos problemas da nossa sociedade moderna evaporariam. Se assustou com esta afirmação? Calma, você não é a única. A verdade é que o minimalismo chegou com tanta força que está conseguindo a proeza de tirar o título de “assunto mais polêmico” do veganismo.

Minismalismo é trend, é hashtag e já tem até documentário na Netflix. E se você perdeu todo esse movimento, eu vim aqui explicar rapidamente o que é e como começar hoje mesmo na sua casa. Um guia prático para pessoas atarefadas.

 

 

O minimalismo é um estilo de vida milenar, que surgiu, não se sabe como, no oriente. Inclusive a sua vertente mais radical afirma que você deve viver com menos de cem itens. Mas eu, particularmente, acredito que o minimalismo é algo subjetivo e completamente individual. Não existe fórmula mágica.

Basicamente o minimalismo mais aplicado nas Américas estimula a reflexão sobre consumismo e acúmulo de posses versus felicidade e plenitude.  E faz com o que a gente se pergunte o que é realmente importante na vida para desapegar sem medo. De objetos, ambições vazias, relacionamentos abusivos e sentimentos tóxicos. Em resumo, é um convite para a sociedade fazer uma autoanálise e focar na saúde mental. Maravilhoso & urgente. Cada um internaliza este manifesto à sua maneira, o importante é ser consciente do que se é e o que você alimenta ao seu redor.

Criei um guia prático com 5 ações conscientes para iniciar esse processo lindo:

 

1) Aprenda a respirar.

 

Nenhuma revelação acontece em meio à ansiedade. E este não é pra ser um processo doloroso. Encare com graça e encantamento. Pés descalços, música relaxante e alguns minutos de tranquilidade vem bem a calhar. Não pira, respira.

 

2) Destralhe.

 

Depois que você entendeu que é necessário lançar um novo olhar sobre o seu universo particular, tire um tempo e analise o que você tem. E-mails, roupas, livros, maquiagens, bugigangas e o que mais você encontrar pelo caminho. Em meio à esta revolução redescubra quem você é, do que você gosta, o que te faz realmente feliz e realizada. Não tenha medo da bagunça. Permita-se sentir o caos e ultrapasse essa etapa gargalhando.

 

3) Visualize.

 

Depois que você percorreu essa aventura que é olhar pra si com sinceridade e amor, visualize a sua vida como um dia novo que chegou. Com uma agenda livre, sem alarmes tocando. Só esperando ser preenchido com o que te faz feliz e completa. Talvez a sua criança interior ganhe força e isso não é errado. Não tem nada de irresponsável. Pelo contrário, você consegue entender que o senso de dever deve ser natural, jamais forçado pelas pessoas e convenções sociais ao nosso redor. Visualize quem você sempre desejou ser e abrace esses novos valores.

 

4) Tenha coragem para reconstruir.

 

Deixar pra trás nunca é fácil. O que torna o processo mais leve é a motivação. Sem medo, só um coração cheinho de agradecimentos pelo processo. Tenha a coragem de focar em você mesma, sem ego. Só amor.

 

5) Retome o processo sempre que precisar.

 

Nem preciso explicar o por quê, né?

 

A única garantia que eu dou, é que você vai sair mais sábia. Mas não mais velha. Sapiência tem o poder milagroso de eliminar rugas de preocupação. A partir de agora, apenas marquinhas cheias de charme e de expressão por sorrir demais.

Bem-vindas ao minimalismo.

 

Obs.: Pra quem chegou até o final, corre pro Netflix e procura por Minimalism: A Documentary About the Important Things”. Eu não vou dar spoiler e também já me estendi demais por aqui, apenas sigam o conselho de alguém quer que você se sinta mais leve.

 

— ♥ —

Por Paola Gringa:

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Encontro criativo: Chá de autoestima GWS

cha_deautoestima

Já estávamos com saudade! Fazia tempo que a gente queria reunir novamente nossas leitoras, amigas e bloggers em um evento do GWS! Como em todo evento nosso, queremos mais do que um dia para tricotar. Queremos um dia que, de fato, fosse especial para nós e que acrescentasse algo para a vida de vocês. E foi pensando em todos esses itens que desenvolvemos mais um encontro criativo, dessa vez, chamado “Chá de autoestima”. Por que esse nome? Porque vai ter muito chá geladinho da nossa parceira, Provanza (claro que vai ter presentinhos) e muito papo sobre amor próprio. Mas será mais que um encontro, vamos fazer um workshop e abrir discussões para melhorar a sua autoestima e aprender a exercitar a ter uma atitude mais positiva sobre seu corpo, suas roupas e sua capacidade física e emocional. Afinal, antes de qualquer habilidade, diploma ou oportunidade, a autoestima é a chave para uma vida feliz, bem sucedida, realizada e saudável. A ideia é fazer um curso mesmo e aplicar nossa visão em relação a nós mesmas. O bate-papo vai ser comigo, Nuta Vasconcellos e claro, com participação da Marie Victorino.

Chá de autoestima
sábado – 23/04/16 às 14 horas

Com Nuta Vasconcellos e Marie Victorino

Bloco 1 – Por que precisamos falar sobre autoestima?
Crescemos com uma pressão enorme de família, mídia e até professores dizendo como devemos ser e como devemos nos comportar. Como conseguir ser você mesma e ser bem sucedida estando insegura sobre quem você é?

Bloco 2 – Ter autoestima significa não querer mudar nada em você?
Se amar não significa ter uma confiança inabalável e nem forçar a achar lindo o que você não gosta em você. Ter amor próprio é sobre aprender a se sentir digna e capaz e saber que transformações são fruto do amor e não do ódio.

Bloco 3- Autoestima e a moda

Uma roupa sem você dentro é só um pedaço de pano. Aprenda a ter uma relação mais saudável com a moda, como desenvolver seu estilo e dicas infalíveis para se sentir melhor com você mesma e com as suas escolhas de moda.

Bloco 4- O sucesso está relacionado diretamente a sua autoestima

Ter confiança te motiva e te impulsiona a seguir seus sonhos e ir atrás de oportunidades. Como acreditar na sua capacidade e tirar os planos do papel

Bloco 5 – Vamos exercitar essas ideias?

Vamos compartilhar histórias e fazer juntas exercícios que estimulem a nossa autoestima e nos ajude a entender melhor nosso corpo e nossa mente.

Casa Ipanema: Rua Garcia d’Ávila, 77 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ

VAGAS LIMITADAS!

Valor: R$150 incluindo o material do curso. O pagamento pode ser feito com depósito em conta ou parcelado pelo Pagseguro

Interessadas e-mail: [email protected] assunto: Chá de Autoestima

Se empolgou e quer estar com a gente nesse dia? Para participar da palestra/workshop, manda e-mail pra gente! As vagas são limitadas por conta do espaço e porque pensamos em fazer algo pequeno para que a gente possa conhecer e conversar com todas vocês.

Inscrições abertas até o dia 18/04, segunda-feira!

Quer muito participar e tá sem grana?

Adivinha só: Vamos sortear uma vaga para o workshop! Coloque aí nos comentários “Quero participar do chá de autoestima!”, com seu nome completo e e-mail. A única regra é morar no Rio de Janeiro! Vamos divulgar o resultado no dia 08/04, sexta-feira.

A vencedora foi Tatiana Carilo! Mostrei o sorteio ao vivo no meu snapchat: NutaGWS

Vamos?

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A Síndrome de Cristóvão Colombo

Por Isa Freire:

post-isa-meme-hipster

Para tudo!! Vamos falar do elefante no quarto, esse quarto enorme chamado MUNDO. Até quando, seremos obrigados a aturar pessoas dizendo que DESCOBRIRAM artistas plásticos, cantores, autores, cervejas, lojas em um mundo que é globalizado até demais?

Cada vez que você for fazer um hipsterscandal porque aparentemente todas as garotas passaram a usar a mesma coroa de flores que você, lembre-se dos próximos parágrafos.

Primeiramente, até eu que sou leiga em modas e tendências, sei que a tal coroa é mais rodada do que as rodas da sua bike floral de cestinha que você CLARO, tinha antes de virar fashion. E daí que por acaso a primeira pessoa que você viu usando flores no cabelo, foi você mesma? Lá nos anos 70 as pessoas usavam e bom, acredite se quiser aqueles que não se alimentam de novas tendências podem ter continuado nessa até hoje o que significa que OUCH, eles estavam usando antes de você.

Você acha realmente possível dar uma de Cristovão Colombo no mundo em que vivemos? Em que absolutamente tudo se espalha em questão de segundos? As chances de você realmente ter sido o primeiro a gostar de algo são quase nulas, porque amigo, se foi pra internet, você não viu sozinho.

Então parem de reclamar porque a bandinha que só você conhecia ficou famosa. Não era só você que conhecia e olha que interessante: Ela sempre quis ser famosa. Lidem com o fato de que as bandas odiariam se soubessem que só um pequeno grupo de xiitas as curte porque assim elas não poderiam viver de música.

Por fim, quando vocês entenderão que a qualidade de um produto qualquer, não depende de quantas pessoas estão acostumadas a ele? Você deixa de gostar de maçã por que todo mundo come? A maçã fica pior? Não, nem as músicas, nem as roupas, nem nada. O que é ruim mesmo é alguém usar, ouvir ou ler algo só pra ser cool. E vamos combinar, os Cristovãos Colombos são os grandes reis disso.

Mas vamos aprender de uma vez por todas? Vivemos com essa consciência coletiva pairando sobre nossas cabeças e é bem difícil fugir do que todo mundo tá querendo (ainda assim eu consegui fugir do tênis de plataforma, ponto pra mim). Sinto muito, mas você não descobriu nada. Aliás, sinto muitíssimo te dizer que você provavelmente é mais um seguidor de tendências, talvez o maior de todos porque nada, nada mesmo está mais in que dizer que descobriu algo.

assinatura-Isa

 

 

 

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As ilustrações da Samara Seganfredo – e a mais linda: a do GWS!

samara-seganfredo

Quando começamos a procurar uma ilustradora para o novo layout do blog alguns meses atrás estávamos meio sem esperanças. Queríamos que fosse uma garota (#girlpower, oras!) e que pegasse o espírito do GWS rápido, sem que a gente precisasse ficar indo e voltando em mil aprovações. Aí a Nuta deu um alô no facebook, uma amiga nossa nos indicou e pimba!

A Samara Seganfredo caiu de para quedas na nossa vida e nós não poderíamos ser mais felizes por isso. Afinal, esta garota de 24 anos tem um talento incrível que não poderíamos deixar passar batido.

Ela me contou que começou a desenhar desde que se conhece por gente, nas palavras dela: “desde que eu peguei um lápis ou caneta na mão”. Na escola os professores nem acreditavam que era a Samara que fazia os desenhos do dever de casa, achavam que era a mãe dela que estava dando um “migué”.

Até os 19 passou por uma fase obsessiva por mangás (<3), mas antes disso já tinha feito cursos como de desenho de moda no Senac e hiper realismo. Com o tempo ela começou a colorir as ilustras, descobrir melhor ainda o seu traço e nunca mais parou.

Mas vou parar de falar e deixar vocês com as ilustras, que é o que mais importa.

ilstrações-samara-seganfredo

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