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Eu também estou obcecada pela Taylor Swift e te conto o porquê

Lembro bem a primeira vez que prestei atenção na Taylor Swift e certamente vocês também vão se lembrar: VMA 2009. Kanye West. Vergonha alheia épica. Lembrou? Pois é.

Em 2012 veio RED e o clipe de “We are never getting back together”. Lembro de ter curtido a linguagem, aquela galera vestida com roupas de bichinhos, sei lá, me chamou muita atenção e eu confesso que adorei. Mas não o suficiente pra me sentir fã.

Logo em seguida ela lançou “I Knew you were trouble”, que foi um divisor de águas pra mim (pra todas nós aqui no GWS):  comecei a ouvir o RED direto (pulando poucas músicas), curtindo o novo visual, o pop e toda a simpatia e vida amorosa da Taylor.

Só que era aquilo, eu ainda não tinha sido fisgada, ainda guardava aquela imagem da época country que poderia voltar à tona a qualquer momento e pensava “Ok, se ela fizer mais uma coisa boa agora eu me rendo.”

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E veio 1989. E ela descobrindo o feminismo. E, não menos importante, a amizade com a Lorde.

Aí você me pegou, Miss Swift.

“Shake it Off”, “Blank Space”, “Bad Blood”, “Style”, “All you had to do was stay”. T-o-d-a-s. Eu ouço todas e não pulo nenhuma. O pop da Taylor tem canções escritas com o coração, referências mega atuais (alô amiga Lorde, alô Lana del Rey) e batida que gruda. Ela idealizou, produziu, escreveu todas as músicas e foi responsável por todo o conceito do álbum. Este último item da lista mostra, pra mim, a sensibilidade da Taylor em criar algo que agradaria tanto seus fãs e que seria inevitável não fisgar muito mais pessoas que já estavam de olho nela, mas ainda em cima do muro.

1.287 milhões de álbuns vendidos na primeira semana. Primeira mulher na história a desbancar si mesma do primeiro lugar da billboard (Shake off – Blank Space). Capa da revista TIME com o seu rosto em mega close e o título “O Poder de Taylor Swift”, me fazendo acreditar que ela não está aí a passeio.

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Mas tudo isso pode soar muito contraditório. Já li muitas ponderações pertinentes sobre a Taylor, suas letras, suas declarações e entrevistas, especificamente as mais antigas. Concordo com muita coisa que li, só que resolvi não torcer o nariz pra ela por causa disso.

E por quê? Oras, imagina comigo: uma garota jovem, criada nos moldes básicos da sociedade machista, cresceu reproduzindo um discurso equivocado a vida toda. Mas aí um dia ela tem contato com alguém que a apresenta o feminismo e tudo muda.

Nada repentino, é bom frisar. Ela ainda se pega tendo pensamentos e atitudes machistas vez ou outra. Mas identifica, corrige e segue a vida.

Quantas vezes eu mesma falei que uma garota era vulgar por causa da roupa? Ou que ela não era garota pra namorar porque pegava todo mundo? Ou que pensei que quando eu casasse deveria me virar em mil pra cumprir o “papel da mulher” com louvor? Ou quando eu falei que outra garota estava sendo louca, ou mal comida, ou todas essas coisas que atualmente eu abomino?

A transformação feminista também aconteceu (e ainda está acontecendo) comigo. Igualzinho está rolando com ela. E isso é demais.

Alguns dos meus momentos prediletos atuais dela em entrevistas recentes levantando a bandeira do Girl Power:

Sexismo no mundo da música – pule para 3min45

httpv://youtu.be/5xvlDW_jd8U

Feminista

httpv://youtu.be/iW3kZFFZ6mU

Diana Ross <3

httpv://youtu.be/orTgRMYZP5o

Fora tudo isso, ainda tem a relação com os fãs. É muito admirável entrar no Tumblr dela e ver como ela se conecta, comenta, rebloga o que a galera que a admira posta. Recentemente ela mandou caixas pra alguns fãs com um monte de presentes (tipo velas, camisetas, adesivos e outras coisinhas). Todos vinham com anotações e cartinhas escritas a mão especialmente pra pessoa. Gente, eu fico muito admirada. Acho muito lindo quando um artista tem este tipo de cuidado.

E a secret session que ela fez com fãs indo NA CASA DELA ouvir o álbum em primeira mão?

httpv://youtu.be/EKnl7STzSMU

Então, gente, sei lá. O que dizer mais? Eu tô aqui simplesmente declarando todo o meu amor porque sim, eu tô obcecada pela Taylor Swift e ela entrou pro meu hall de rainhas. hahahaha

Mais alguém compartilhando do mesmo sentimento?

*MUITO obrigada a Universal Music por este álbum lindo. Vocês fizeram o meu dia. =)

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5 TUMBLRS LINDOS E INSPIRADORES para você seguir já!

Sou apaixonada pelo tumblr. Pra mim, não existe lugar melhor para buscar inspiração, pescar tendências e passar o tempo sem chorume (beijo facebook!)

Já rolaram alguns posts aqui com indicações de tumblrs para seguir, só clicar na TAG pra ver.

Bom, vamos as indicações da vez?

GWS TUMBLR♀  Girls With Style

É jabá? é jabá! Mas o que podemos fazer se nosso tumblr é mega legal mesmo? O conteúdo de lá tem a mesma linha do site: Inspiração, autoestima, feminismo, nossos editoriais e moda. Segue a gente lá também.

MSNINAS MIND★ MSNINAS MIND

Adoro esse tumblr porque ele é nonsense. Mistura várias referências da cultura pop  em uma só imagem e é cheio de criatividade! Quem faz o tumblr é a espanhola Nina Los Santos e por lá Britney Spears posa com pokemons, a família Cobain Love vira SEAPUNK e Sailor Moon é thug life. 

love figure♛ Love Figures

Esse tumblr celebra a beleza das garotas independente do seu tamanho. Apenas fotos lindas e inspiradoras de garotas gordas, gordinhas, “”fora do padrão””. Através desse tumblr conheci muitas modelos e bloggers plus size que hoje amo.

grunge

♡ Grunge Vision

Esse tumblr é bem lifestyle, moda, party… cês já entenderam, né? Tudo seguindo uma linha mais grunge e underground. Adoro e sempre encontro imagens estilosas por lá.

lulu tumblr

☽ Lulu trixabelle

Esse tumblr é recheado de moda, maquiagem e cultura pop. O tumblr é uma extensão do blog da Lucy Rance, uma garota vamos dizer assim, com um gosto ousado! Eu adoro o tumblr, acho que vocês vão gostar também.

 

Curtiram as dicas? Quem tiver sugestão de outros legais coloca aí nos comentários!

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Tênis Adidas Superstar “Shell Toe”: O queridinho da vez!

Recentemente teve o boom do New Balance, do Nike Free Run, do Vans e isso sem contar a febre máxima dos sneakers de Isabel Marant. É justo dizer que os tênis estão tendo um momento bom na moda.

adidas-superstar

Mas agora um novo modelo está ganhando atenção. “Novo” é modo de dizer, né? Porque na verdade é um velho conhecido nosso. O tênis em questão é o Adidas Superstar, também conhecido como “Shell toe”, algo como “pés de concha” em referência a biqueira de borracha do modelo. O tênis também tem uma leve flatform e claro, as três listras da Adidas. Ele foi feito em 1969 para os jogadores de basquete, mas ganhou as ruas nos anos 80, principalmente na cultura RapHip Hop. Eu diria que um dos grandes responsáveis pela hypação do Superstar foi  o grupo de rap RUN D.M.C. Eles foram um dos primeiros grupos do estilo a sair do gueto, ganhar a massa e criar tendências, principalmente através da MTV. Logo o modelo deixou de ser exclusivo dessa galera e ganhou outra tribo também da música: O Pop! Nos anos 90 quase toda girlband ou boyband tinha um nos pés.

adidas-superstar-quem-usa

O modelo ganhou força fashion nos anos 2000 e foi peça chave na London Fashion Week no desfile da grife Giles Deacon, coleção primavera/verão 2014. Mas o mais importante: Ganhou as ruas! E devo confessar que sem dúvidas, é um dos meus modelos favoritos de tênis e que considero mais versáteis.

O Superstar tem tudo a ver com a tendência que falei a pouco tempo aqui no blog, Alfaiataria esportiva e também ganhou destaque no nosso novo editorial, Glory and Gore. E vocês? Curtem esse modelo clássico da Adidas?

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Pra assistir: The Doom Generation e pra copiar, o look de Amy Blue.

Uma vez, “scrolling” sem fim no tumblr (segue aí!), encontrei a frase: “Ever feel like reality is more twisted than dreams?” (“Já sentiu como se a realidade fosse mais destorcida do que os sonhos?”). E sou dessas que vê “quotes” no tumblr e dou google para saber a origem. E foi em uma dessas, que eu achei o filme de 1995, “The Doom Generation” do diretor Gregg Araki, que em bom português, ganhou o belo nome de “Geração Maldita”.

the-doom-generation_

Nessa mesma pesquisa para saber mais sobre o filme,  achei a estética bem interessante e também outras frases bem legais, além de ter notado que a personagem principal, era interpretada pela girlcrush, Rose McGowan. O filme conta a história de três jovens, Amy Blue, Jordan White e Xavier Red e toda a saga deles depois que acidentalmente, matam o proprietário de uma loja de conveniência e decidem fugir.

Achei que “The Doom Generation” era mais um filme adolescente dos anos 90, não como Patricinhas de Beverly Hills, mas desses que mostram o lado B, como Jovens Bruxas. Mas eu estava levemente enganada. “Geração Maldita” (achei que cabia o nome em português agora para ficar dramático) é um filme com muita violência, cenas bem nojentas e muito sexo, mas mesmo assim, não deixa de ser um filme “bobinho”.

httpv://youtu.be/agRzpnS_FGw

Eu pessoalmente gosto de filmes violentos, com cenas nojentas e muito sexo, tendo em vista que meu filme predileto da vida é Trainspotting, mas achei “The Doom Genaration” meio repetitivo e às vezes, nojento demais. Vocês devem estar se perguntando então POR QUE estou recomendando esse filme. Bom, primeiro SIM, de fato o filme tem ótimos quotes (frases de efeito, sabe? hahha) e de alguma forma, mesmo que meio louca, aborda o poliamor. A trilha sonora é bem boa (logo na primeira cena, tá rolando Heresy do Nine Inch Nails), tem participação especial de Perry Farrell (Jane’s Addiction) e a estética é muito, muito legal. Principalmente os looks de Amy Blue que são super atuais.

Amy-Blue-style---the-doom-generation

1. Waist Skater Dress – ASOS – £7.50

2. Batom Rouge Podium – Bourjois – Época Cosméticos R$49,90

3. Coturno Cravo e Canela – Katty R$204,90

Fica a dica de filme para aqueles dias que você não tem nada pra fazer e só quer ficar de bobeira no sofá.

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