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Pra assistir: The Doom Generation e pra copiar, o look de Amy Blue.

Uma vez, “scrolling” sem fim no tumblr (segue aí!), encontrei a frase: “Ever feel like reality is more twisted than dreams?” (“Já sentiu como se a realidade fosse mais destorcida do que os sonhos?”). E sou dessas que vê “quotes” no tumblr e dou google para saber a origem. E foi em uma dessas, que eu achei o filme de 1995, “The Doom Generation” do diretor Gregg Araki, que em bom português, ganhou o belo nome de “Geração Maldita”.

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Nessa mesma pesquisa para saber mais sobre o filme,  achei a estética bem interessante e também outras frases bem legais, além de ter notado que a personagem principal, era interpretada pela girlcrush, Rose McGowan. O filme conta a história de três jovens, Amy Blue, Jordan White e Xavier Red e toda a saga deles depois que acidentalmente, matam o proprietário de uma loja de conveniência e decidem fugir.

Achei que “The Doom Generation” era mais um filme adolescente dos anos 90, não como Patricinhas de Beverly Hills, mas desses que mostram o lado B, como Jovens Bruxas. Mas eu estava levemente enganada. “Geração Maldita” (achei que cabia o nome em português agora para ficar dramático) é um filme com muita violência, cenas bem nojentas e muito sexo, mas mesmo assim, não deixa de ser um filme “bobinho”.

httpv://youtu.be/agRzpnS_FGw

Eu pessoalmente gosto de filmes violentos, com cenas nojentas e muito sexo, tendo em vista que meu filme predileto da vida é Trainspotting, mas achei “The Doom Genaration” meio repetitivo e às vezes, nojento demais. Vocês devem estar se perguntando então POR QUE estou recomendando esse filme. Bom, primeiro SIM, de fato o filme tem ótimos quotes (frases de efeito, sabe? hahha) e de alguma forma, mesmo que meio louca, aborda o poliamor. A trilha sonora é bem boa (logo na primeira cena, tá rolando Heresy do Nine Inch Nails), tem participação especial de Perry Farrell (Jane’s Addiction) e a estética é muito, muito legal. Principalmente os looks de Amy Blue que são super atuais.

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1. Waist Skater Dress – ASOS – £7.50

2. Batom Rouge Podium – Bourjois – Época Cosméticos R$49,90

3. Coturno Cravo e Canela – Katty R$204,90

Fica a dica de filme para aqueles dias que você não tem nada pra fazer e só quer ficar de bobeira no sofá.

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Tudo sobre a PÃODEFORMA – Feira de Arte Impressa

A PÃODEFORMA Feira de Arte Impressa foi um dos eventos mais legais que já fomos aqui no Rio. Rolou nesse último fim de semana, numa casa na Gávea, na Zonal Sul da cidade. Com a produção do 3º zine do GWS a todo vapor (estamos maquinando surpresas incríveis, aguardem! :X), a gente tinha que dar uma chagada lá pra conhecer e trocar figurinhas com a galera. Se você ainda não sabe o que é um fanzine, vale dar uma lida nesse post: Fanzine, o que é e como surgiu essa imprensa alternativa.

Nossas expectativas foram superadas na PÃODEFORMA. Além dos trabalhos irados que vimos, o clima, estrutura e as pessoas também fizeram dar ainda mais certo. O lugar era foda, uma casa com uma piscina e vistas lindas. Gente bonita e despreocupada (que podem até chamar de hipster, mas se for de um jeito depreciativo a gente não concorda).

Ficamos tomando bons drinks, conversando, conhecendo trabalhos originais que nos inspiraram muito. Rolava levar roupa de banho para quem quisesse dar um mergulho (e várias pessoas aproveitaram). A entrada era franca, só com um preço sugerido entre R$2 e R$5 para dar aquela força, sem forçar a barra. Ainda rolou o apoio da Cícero Papelaria, entre outras empresas que a gente achou demais ver ajudar um evento assim. A Cícero já foi parceira no lançamento do 2º fanzine GWS, e lá na PãodeForma foi responsável pela impressão de todo o material gráfico de divulgação da feira, incluindo a caderneta distribuída pra todo mundo que foi.

A Carol fez um monte de fotos, olhaí:

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Pra saber mais:

“PÃODEFORMA é uma feira de arte impressa, de livros, zines e múltiplos gostosos e independentes, que pretende dar visibilidade a novos trabalhos e/ou à produção editorial que dificilmente seria encontrada dentro de um circuito comercial. A ideia é mostrar para o público carioca que existem movimentações impressas para além das grandes editoras, para além de uma visão caduca de mercado com foco no lucro e não no conteúdo, que há muito tempo (tempo demais!) tem sido dominante no Brasil.”

Várias editoras independentes participam como expositoras de zines, ilustras e outros trabalhos autorais interessantes. Vale ficar de olho neles para saber das próximas.
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Por que Sailor Moon foi meu primeiro contato com o feminismo e o lançamento do novo mangá das guerreiras!

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Tá bem escrito aí na minha assinatura que você encontra no final do post: “Ainda gosta das mesmas coisas que gostava quando era criança e adolescente”. E essa talvez seja a maior verdade sobre mim. Eu comecei a assistir Sailor Moon na extinta TV Manchete em 1996 quando eu era uma pequena criança feliz. De lá pra cá, o anime (como são chamados os “desenhos animados” japoneses) fez parte da minha vida e me construiu em muitos sentidos. Desde o fato das minhas cores favoritas serem vermelho e cinza, respectivamente as cores do uniforme de guerra e de estudante da Rei Hino, a Sailor Marte, até formação de caráter mesmo como meu pensamento feminista e livre de preconceitos.

Me lembro que na minha infância, “guerreiros” eram homens. Eram eles que defendiam o mundo das forças do mal. Quase não existia uma mulher e quando existia, ela era só uma personagem manipulada pelos meninos, uma coadjuvante ou aquela peça “sexy” da história. Daí eu conheci Sailor Moon, uma história baseada no mangá (história em quadrinhos do Japão) de uma japonesa de 25 anos (na época), chamada Naoko Takeuchi. Isso mudou a maneira como eu via as coisas ao meu redor, como eu via as mulheres e a história me ajudou muito a entender e respeitar as diferenças.

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Pra começar temos 10 guerreiras que JUNTAS combatem todo tipo de mal, injustiças e opressão. Existe uma aliança muito forte entre elas, mostrando que garotas podem SIM ser verdadeira amigas, cúmplices e unidas. Inclusive duas dessas garotas, as guerreiras Sailor Urano e Sailor Netuno formam um casal assim como um dos vilões da trama, Ziocite e Malachite.

Mas não para por aí não. Na quarta temporada temos o personagem transgênero “Olho de Peixe” e na quinta, um trio de transexuais. Três meninos que quando se transformam pra lutar, ganham estética feminina, os Sailor Starlights. Deixando mais claro a questão de orientação sexual e gêneros.

Enfim, o que eu quero dizer é que a representatividade é super importante para crianças e Sailor Moon com certeza me ajudou, me fez  entender a questão feminista e a luta das minorias.

Infelizmente na TV aberta só tivemos a primeira temporada de Sailor Moon, onde só podemos conhecer cinco das guerreiras, Sailor Moon, Sailor Mercury, Sailor Mars, Sailor Jupiter e Sailor Vênus. Mas se você quer ver (ou rever) algumas das cinco temporadas (!!), rola por torrent por aí. E pra assistir a primeira temporada online, aqui e Sailor Moon R (segunda temporada) aqui.

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Agora a notícia mais legal: SAILOR MOON IS BACK! Ano passado foi aniversário de 20 anos de Sailor Moon (do Anime e do Mangá) e aí muita coisa legal começou a acontecer. Duas novidades são: A obra de Naoko Takeuchi, originalmente publicada em 18 compilações na década de 90 e mais tarde compilada em 12 livros deluxe nos anos 2000 lá na gringa, ganhou sua primeira edição em português e o lançamento foi no dia 29 de março desse ano na Saraiva! E o mais legal foi ver que fez muito barulho! Tiveram filas gigantes e já está esgotado em algumas lojas. Quem ficou com vontade, tem na loja online da Saraiva. E tem maaaais! Parece que vamos ter mais uma temporada inédita do anime! Sailor Moon Crystal será o nome e já tem até foto pipocando na net. Dizem por aí que a série será exibida ainda esse ano.

A onda está voltando com tanta força, que a marca americana O-MIGHTY está investindo em várias peças estampadas com as sailors e outros personagens como o gatinho da Sailor Vênus, Ártemis.

Quer saber onde eu fico tão atualizada? Então segue a minha última dica: O site nacional S.O.S Sailor Moon é maravilhoso de completo, a página do facebook também. Tudo que você quiser saber, MESMO, sobre a série você vai encontrar lá. Outra página do face que é bem legal é a Sailor Moon Justiceira curte aí.

Espero que a essa altura vocês já estejam loucas pra saber mais ou relembrar Sailor Moon. Afinal ela é a única heroína que eu conheço que realmente luta pelo que importa. Como ela mesma diz: “Sou uma guerreira que luta pelo amor e pela justiça! E se vocês não estão convencidas… Serão punidas em nome da luaaaaaaaaa!”

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Santificaram as celebridades!

Desde que o mundo é mundo o ser humano tem a necessidade de idolatrar, “santificar” coisas e pessoas e isso sempre foi uma questão que me chamou atenção na humanidade. Aliás, o termo “idolatria” definida como a prática de adoração a ídolos tem origem religiosa. Os povos da Antiguidade possuíam objetos representativos de suas divindades, como um ponto focal de adoração. Em geral, o deus maior nessas crenças de idolatrias era o sol. Mas isso não ficou restrito aos povos da antiguidade e muito menos a uma região específica e todo mundo sabe muito bem disso.

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Uma das “idolatrias” mais fortes que já tivemos notícias foi o cristianismo. Objetos como estátuas, cruzes, ícones, santos e pinturas religiosas fazem parte da nossa cultura, mesmo se você não é cristão. Já rolou uma época que a igreja até vendia pedaço da cruz em que Jesus foi crucificado, VEJAM SÓ. E que as pessoas colecionavam santos e eram tão fiéis que as vezes tinham que ser convidadas a se retirar da igreja pelos padres por passarem dias e dias sem sair de lá.

Essa idolatria cristã é cada vez mais rara mas sem querer criar polêmica (mesmo) a necessidade de idolatrar algo, não. Já ouvi história de garota que pagou 300 dólares em um copo que supostamente, o Justin Bieber bebeu, gente que passa horas e horas e até dias na fila para ver um show e principalmente: Gente que sim, encontra verdade, conforto e amor nas declarações, músicas e filmes dos ídolos. Nada muito diferente do que acontecia com o Deus Sol lá na antiguidade.

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A nova tendência na moda onde celebridades aparecem em cenas clássicas da bíblia e santificadas, parece ser um reflexo dessa idolatria e desse amor sem limites e sim porque não dizer, com uma gotinha de ironia e deboche com a igreja católica. O sempre polêmico Kanye West que já se acha mesmo um semideus entrou nessa onda de cabeça com o lançamento do seu último álbum, Yeezus. Não só o nome do disco, mas toda estética tem um pezinho nessa santificação das celebs.  Algumas marcas como a brasileira UFREAKB e a gringa BERNDT OFFERINGS investem na ideia. E já existe lá fora uma marca especializada em velas, dessas clássicas com o santo estampado nelas, feitas para orações só que claro, com famosos, a IDOL KILL.

Agora me digam vocês. Eu tô delirando ou tá rolando mesmo uma substituição das crenças religiosas pela crença no Pop?

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