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4 erros comuns quando você pensa em criar produtos e serviços para sua marca

Quando estamos começando a empreender, costumamos cometer alguns erros. E continuamos cometendo ao longo da caminhada. Natural do processo de aprendizagem, né? Mas se a gente se ligar, já pode contornar alguns deles, sem precisar tropeçar para enxergar a pedra. Por isso, compartilho aqui os principais erros que a gente pode vir a cometer. Veja se você se identifica, se está caindo ou já caiu em alguma dessas ciladas:

1. Criar aquilo que (só) você compraria
Sim, é legal a gente pensar em criar aquilo que a gente gostaria de ver no mundo. Mas é bom que a gente reflita: “mais alguém, além de mim, gostaria disso?”4 erros na hora de empreender -1- gws
Parece óbvio, né? Mas a gente esbarra nisso o tempo todo. É essencial fazer o exercício de refletir se existem pessoas dispostas a pagar por esse produto/serviço. E quem são as pessoas que vão enxergar valor no que a gente está oferecendo.

2. Basear-se somente no que o “mercado diz”
No extremo oposto do tópico anterior, focar-se somente no que o externo dita, pode ser outra armadilha. Primeiro, porque se concentrar só no que parece tendência, faz com que seu negócio fique datado e limitado. E quando essa tendência passar? E qual é o diferencial quando a gente faz o que todo mundo está fazendo? Segundo, porque aquilo que alguma fatia do mercado compraria, não é necessariamente o que você curte fazer ou tem conhecimento sobre, para conseguir se manter nessa linha.

3. Esperar a perfeição para lançar
Outra armadilha comum é ficar dourando a pílula eternamente, esperando que a ideia perfeita venha ou perder tempo demais aperfeiçoando o que nem ganhou existência, porque fica só no plano das ideias. Gosto do conceito de Mínimo Produto Viável, em que se propõe a criar o quanto antes uma versão de teste para conferir a aceitação do seu público. Depois você pode incrementar e criar novas versões. O que seria possível oferecer agora mesmo, com os recursos que você já tem?

4. Não saber para quem você está criando
Isso faz com que a gente caia em outros erros. Não saber exatamente quem é nosso cliente ideal, faz com que a gente crie coisas que achamos incríveis, mas não são exatamente o que o cliente valoriza, precisa e se encanta. Saber para quem estamos criando, entender seu universo, o que busca, o que deseja, faz com que criemos para quem vai dizer “sim”. E assim podemos transformar nossos produtos/serviços em algo maior, em uma verdadeira experiência. Além de ser muito melhor nos focarmos naquele tipo de cliente que vamos curtir atender e acompanhar.

 

Já cometeu algum desses erros? Em qual deles, a coisa pega mais para você? Algum outro erro comum que você acha que a gente também precisa prestar atenção? Escreva aqui nos comentários. Vamos trocar ideias e experiências. E se você acha que está precisando de uma ajudinha nesse sentido, no dia 22/07 vai rolar no Espaço Criativo GWS o workshop Criando os produtos e serviços que seus clientes querem. As vagas são limitadas e já está chegando o dia. Quer apoio para criar ou renovar seus produtos/serviços? Então, vem!

— ♥ —

Por Juliana Garcia:

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Autoestima financeira: Como organizar suas finanças em 5 passos

Por que falar sobre dinheiro ainda é um tabu? 

Nós conversamos sobre quase tudo entre a gente: desde problemas no trabalho, como anda nossa vida sexual até a nova lojinha que surgiu no Instagram; mas na hora de falar sobre como cuidamos do nosso suado dinheirinho… Ah! Isso parece complicado, distante e, mais do que isso, um tema para não conversar com as amigas. Mas saber cuidar da nossa grana também é uma forma de aumentar nossa autoestima e confiança e por isso, vamos listar aqui 5 passos pra organizar as finanças.

 

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Ilustração: Janice Wu

 

Antes de tudo, deixa a gente se apresentar! Nós somos a Aninha e a Isa, trabalhamos em uma fintech de investimentos, a Vérios, e hoje temos o @invistacomoumagarota. Temos o grande desafio de conseguir transformar a forma como as pessoas lidam e interagem quando o assunto é dinheiro, principalmente entre nós mulheres.

Acreditamos no empoderamento a partir do conhecimento e é um pouco disso que viemos dividir com vocês. Para começar, trouxemos dicas que são úteis para todas.

Você sente que sua conta bancária anda meio esquecida ou bagunçada? Tem dificuldade de visualizar para onde está indo o dinheiro? Ou talvez até já tenha começado a poupar, mas não faz ideia de como investir? Neste texto listamos 5 passos simples pra organizar as finanças, fáceis de implementar que vão te ajudar a dar um “extreme makeover”. E o melhor é que você pode começar hoje mesmo.

 

1) Saiba exatamente quanto você ganha

Sim, sabemos que esse primeiro passo pode parecer besta, mas — por experiência própria — o que vemos é que nem todo mundo sabe quanto ganha por mês. Ainda mais quem depende de freelasPode até parecer que é mais fácil para quem trabalha com a carteira assinada, mas mesmo nesses casos nem todas sabem exatamente quanto ganham, pois existem os descontos em folha (INSS e Imposto de Renda, por exemplo). 

Então vai lá, isto é fácil: pegue seu contracheque, ou vá direto no extrato da sua conta corrente, e busque o número certinho que corresponde à sua renda mensal já líquida de possíveis descontos.

 

2) Agora liste todas as suas despesas

O segundo passo pode parecer mais chato, e de fato é um pouquinho mais trabalhoso, mas vale MUITO a pena. É hora de listarmos as despesas que você tem todos os meses, ou seja, todo o dinheiro que sai da sua conta. É nessa hora que algumas pessoas acabam desistindo porque acham impossível ter controle de tudo. Outras ficam malucas e viram as lokas do controle querendo saber nos centavos quanto estão gastando com tudo.

Calma, gente. Nem oito nem oitenta! Você não precisa anotar de toooodos os detalhes (ex.: que você comprou um chocolate ao tomar um café na padaria). O importante aqui é focar naqueles gastos que aparecem todo santo mês e não variam muito de um mês para outro. São as despesas que podemos chamar de “fixas”.

Querem ver? Aluguel, condomínio, conta de luz, conta de água, conta de gás, gasolina, supermercado, plano de saúde, academia, restaurantes, chopes, fatura do cartão de crédito, entre outras despesas. Obviamente, alguns desses gastos vão variar um pouco mais do que os outros, mas na média dá pra ter uma boa estimativa do montante da sua renda que está comprometido todos os meses.

Ah! É super importante colocar na nossa lista aquelas despesas que aparecem esporadicamente e quase sempre nos pegam de surpresa, mesmo acontecendo todos os anos, aliás quase sempre no mesmo mês (normalmente em janeiro, né?). IPTU, IPVA, seguro do carro…

Anotou tudo? Agora salve essa preciosa lista em algum lugar! Planilha, caderninho… o que funcionar melhor pra você. Não tem problema se você estiver se esquecendo de algo, é só voltar depois e acrescentar.

 

3) Hora da verdade: saiba quanto está sobrando (ou faltando)

Agora é a hora da verdade. Vamos comparar os resultados que você obteve após concluir os passos 1 e 2. Se o resultado ao subtrair as despesas das receitas for positivo, ou seja, se estiver sobrando dinheiro, é um ótimo sinal! Você se paga! Já se o resultado for negativo, teremos que trabalhar um pouquinho para mudar alguns hábitos e organizar essas finanças.

 

Dois pontos importantes se você gasta mais do que ganha:

 

  • Geralmente, o maior “culpado” por isso é o cartão de crédito. Tadinho, a gente sabe que a culpa não é dele. O cartão é lindo e nos ajuda em muitas horas, principalmente quando precisamos parcelar alguma compra de alto valor, mas é importante que a continha do quanto ganhamos vs. o quanto gastamos feche no final. Então dê uma olhada nas suas últimas faturas e pergunte-se: que tipos de gastos estão pesando e você poderia cortar?

 

 

  • O melhor investimento para o seu dinheiro é não ter dívidas. Se existe uma coisa muito poderosa nesse mundo, é o poder dos juros compostos, ou juros que incidem sobre juros. Quando investimos dinheiro, esse poder trabalha a nosso favor, multiplicando a grana ao longo do tempo. Mas quando estamos devendo alguma coisa… O poder dos juros compostos é um poder maligno! Se você deixa de pagar uma conta, terá os juros e/ou multa. No mês seguinte, se você não pagar de novo, os juros serão calculados sobre todo o saldo devedor! Quando temos dívidas, corremos um grande risco disso virar uma bola de neve e fica cada vez mais difícil de sair dessa. Resumindo em uma frase: nunca, mas nunca mesmo, atrase ou deixe de pagar a fatura do cartão, o financiamento do carro ou qualquer conta de consumo. 

Em resumo: se a conta não estiver fechando, precisamos rever alguns dos nossos gastos com carinho e atenção. Acredite, a sua “eu” do futuro irá te agradecer.

 

4) Controle seus gastos, mas sem neura

Se você chegou até o terceiro passo e conseguiu equilibrar quanto gasta e quanto ganha, já tem muitos motivos para comemorar. O quarto passo tem a ver com continuar comemorando sempre! Ou seja, manter as finanças sempre bem ajustadas. A essa altura do campeonato, “descontrole” é uma palavra que você já pode riscar do seu dicionário.

É hora de criar o hábito de controlar os gastos todos os meses, mas SEM NEURA. Não queremos ninguém neurótica por aí se privando de comprar algo que gostou ou ir jantar naquele restaurante que ama porque precisa cortar tudo que é supérfluo, hein?! O segredo do equilíbrio é gastar bem, gastar com o que realmente vale a pena. E isso, lógico, varia de pessoa para pessoa.

Para fazer o controle mês a mês não tem regra: cada pessoa tem um método que se ajusta melhor às suas preferências. O importante não é qual o método adotado, mas sim que ele funcione. Tem gente que adora o caderninho, outras se dão bem com as planilhas (tipo a gente), há ainda quem prefira a facilidade dos aplicativos… Cabe a você achar aquele que se encaixa direitinho na sua rotina.

Como sugestão, vamos deixar aqui um resumo dos métodos que nós duas usamos e vocês podem ver se algum deles funciona bem para vocês:

  • ANINHA: separar o dinheiro em “caixinhas” e, depois disso, eles podem ser gastos livremente, sem precisar controlar cada gasto. Por exemplo, caixinha para atividades físicas, caixinha para produtos que amo (geralmente coisas de produtores locais que vejo no Instagram), caixinha para roupa nova, caixinha para transporte, caixinha para próximas viagens, caixinha para investir etc. A única regra é que não pode gastar mais que o estabelecido inicialmente para cada caixinha. Essa maneira de controlar o orçamento mensal também é chamado de “método dos envelopes”.

    Por exemplo, se eu coloco R$ 200 para transporte, tanto faz se eu vou carregar meu Bilhete Único em R$ 100 e ter R$ 100 para o Uber, ou se vou gastar os R$ 200 só com Uber. Eu só não posso gastar mais que R$ 200, tenho que ter esse controle. Um ponto legal desse método é que as caixinhas vão acumulando se eu não gastar tudo o que me proponho em alguma caixinha nesse mês, o valor acumula pro mês seguinte.
  • ISA: pagar tudo que é despesa fixa (como aluguel, conta de luz, plano de saúde, valor para investir etc) no mês. Do valor que sobrar, pode ir gastando livremente, mas controlando despesa por despesa e monitorando para que não ultrapasse o total “livre” estabelecido para o mês. Anoto tudo em uma planilha e coloco a categoria do gasto (ex.: restaurantes, transportes, compras), assim no final do mês posso ter um parâmetro de como gasto meu dinheiro.

    Por exemplo: se após pagar todas as contas sobraram R$ 500, eu posso usar esse dinheiro para comer no meu restaurante preferido, ir ao cinema e pagar as aulas de bateria. Ou posso gastar tudo com uma viagem de fim de semana! O importante é não deixar que o total das despesas ultrapasse o planejado no começo do mês.

 

5) Poupe e invista (mesmo que só um pouquinho)

Se você chegou até aqui — uhuuu! — a parte mais difícil já passou, acredite. Quando a gente começa a se preocupar em poupar e investir, em geral é porque as finanças já estão todas ajustadas e você já assinou um tratado de paz mundial com a sua carteira. O quinto e último passo, então, é começar a investir o dindin que tá sobrando.

Porque deixar parado na conta é tipo deixar embaixo do colchão, como faziam nossas avós! Caderneta de poupança? Hum, com aquele rendimento “meh”, meh-lhor não.Vivemos num país inflacionário, onde os preços de tudo vão aumentando com o tempo. Para proteger o poder de compra do seu dinheiro, é preciso deixar ele aplicado (ou seja, investido).

A primeira coisa a fazer é ter uma reserva para oportunidades, um dinheiro que você pode ter acesso a qualquer momento caso apareça um bom negócio que você não esperava (tipo passagens para algum destino dos sonhos na Ásia a R$ 1.500!) ou mesmo algo chato, mas que faz parte da vida (tipo bater o carro). Se você quer aprender a investir seu dinheiro direitinho, criamos um curso online e gratuito, com videoaulas para você assistir quando puder. Você pode se inscrever agora mesmo clicando aqui.

O que você achou das nossas dicas? Se tiver outras ideias que funcionam com você, compartilha cazamiga aqui nos comentários! Ah, e se você gostou do texto, mande para as pessoas que você gosta. Mostre que dinheiro é um assunto tão importante como qualquer outro na sua vida. Ele não tem que ser tabu.

Abraços da Aninha e da Isa.

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Realização profissional: 4 perguntas para fazer a si mesma

Todo mundo vivencia a ansiedade do futuro e realização profissional. Afinal, crescemos com aquela frase “O que eu vou ser quando crescer?”. E aí a gente cresce e escolhe um curso e ainda não responde bem esta frase porque dentro de cada curso, há suas especialidades, e diante uma imensidão, precisamos escolher uma. Ou ainda que você não curse o ensino superior, escolher uma profissão, uma carreira a seguir, parece uma escolha ainda mais difícil, não é mesmo? Mas vamos por partes, tudo sempre tem uma solução. Sentir realização profissional muitas vezes é diferente de ter sucesso profissional. Eu entendo que sucesso profissional está muito ligado a parte econômica, reconhecimento, status e prestígio. Tudo isso pode tornar alguém realizado profissionalmente? Claro! Só que para algumas pessoas, não. Isso explica o fato de alguém ser, por exemplo, uma excelente executiva, ter um nome no mercado, ganhando muito bem, mas simplesmente não é feliz. Ela não se sente realizada profissionalmente.

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Eu conheci a história de um cara que formou-se em direito e seis meses depois passou em um concurso para ser advogado da União. Talvez esse seja o sonho de muitos estudantes de direito e advogados, porque é isso que os tornaria bem sucedido e realizados profissionalmente. Mas para este cara, não. No relato ele conta que simplesmente era infeliz no exercício daquele cargo. Ele não sentia-se completo. Ele relatava que “tinha medo de morrer sendo advogado da União’’. E por quê? Porque ele poderia ter obtido sucesso profissional, mas não estava REALIZADO PROFISSIONALMENTE. Diante desta situação, ele tornou-se Coaching, um dos maiores do Brasil, e pediu exoneração do cargo. Exemplo como esse nos mostra que realmente nem sempre o sucesso profissional irá nos tornar felizes, realizados em nossa profissão. Independentemente de cargo, ou salário. Portanto, independentemente de possuírmos um curso superior ou não, precisamos escolher BEM por onde queremos ir em nossa vida profissional.

Muitas vezes, precisamos levar em consideração não somente a alta remuneração que a empresa nos oferece, mas principalmente nos responder 4 perguntas:

1- “Eu vou me sentir feliz aqui?”;

2- “A carga horária está de acordo?”;

3- “É nessa função que eu realmente quero atuar?’’;

4- “É dessa pessoa, exercendo essa função, que eu vou ter orgulho de contar futuramente?”.

Às vezes precisamos dar um passo para trás para podermos da dois passos para frente!

E lembre-se: Independentemente da sua situação atual HOJE (com curso superior ou não) a MELHOR profissão é aquela que te deixa feliz. Que te faz esquecer que dia da semana é, e que te deixa bem no domingo ao saber que na segunda, começa mais uma semana de trabalho!

E então, você está realizado profissionalmente? Se não, essa é a hora de rever suas escolhas e projetar um novo futuro.

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Economia colaborativa: você sabe o que é?

A Economia Colaborativa está super presente na sociedade moderna de maneira cada vez mais forte, mas talvez você nunca tenha se dado conta ou sequer relacionado este nome a alguns dos diversos empreendimentos que possivelmente já utiliza ou ouviu falar a respeito.

Em busca de um modelo colaborativo de consumo onde o viés capitalista de lucro, tal como a gente conhece, é substituído pela lógica de divisão do acúmulo, a Economia Colaborativa é hoje uma das bases pelas quais pessoas podem compartilhar serviços que antes eram concedidos somente por grandes corporações. É também um modelo que agrega pessoas que buscam organizar maneiras mais sustentáveis de enxergar e se relacionar com o local onde vivem. Maravilhoso, né?

GM

Ilustração: GM

Nesse sentido, projetos de cunho cultural, alimentício, de mobilidade, de trabalho, de educação, meio-ambiente entre outros tantos temas são fomentados a partir de iniciativas populares com o fim de transformar cenários locais. São pessoas interagindo entre si e propondo mudanças!

Alguns exemplos são os projetos como o Floresta Urbana, que visa tornar a cidade mais verde através de intervenções em espaços públicos em São Paulo, a Horta Comunitária da General Glicério, iniciativa dos moradores de Laranjeiras, o Couchsurfing onde pessoas se transformam em anfitriões e oferecem quartos para mochileiros experimentarem a cultura de diferentes locais do mundo e o app Tem Açúcar?, no qual os usuários promovem o empréstimo de coisas entre vizinhos, evitando assim que você compre aquela furadeira que vai usar uma vez a cada 2 anos.

Mas como a Economia Colaborativa se relaciona ao feminismo? Os conceitos de economia feminista e economia colaborativa se fundem no sentido em que ambos buscam a ressignificação das relações de poder, consumo e distribuição de recursos. Como assim? Calma que já explico!

Alguns exemplos são as iniciativas como a Rede Feminaria, uma associação de empreendimento e suporte ao empreendedorismo feminino com consultorias a preços módicos e como o Coletivo Deixa Ela Em Paz que promove ocupações do espaço público por mulheres a fim de combater o machismo e a discriminação de gênero (e cujos lambe-lambes lindões você já deve ter visto por aí!). Outro exemplo é o Indique uma Mina, grupo colaborativo no Facebook onde mulheres indicam mulheres para vagas de emprego. Esses são apenas alguns dos projetos rolando por aí que unem o modelo colaborativo à economia feminista.

É possível dizer que caminhamos para novas formas de pensar a nossa relação com o entorno, quebrando paradigmas econômicos, de gênero e reinventando as relações interpessoais com criatividade e mobilização popular. Existem muitos projetos interessantes acontecendo, uma galera focadas em mudança e vale a pena buscar aqueles com os quais você se identifica. É o momento de fazer a diferença e, agir é a palavra de ordem!

Curtiu? Coloca o dedo aqui pra saber mais sobre o tema:

https://trama.net.br/

http://www.cidadecolaborativa.org/

http://consumocolaborativo.cc/

— ♥ —

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