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Leituras do Mês – Agosto

Por motivos de lua de mel, meu mês foi meio fraco em saldo de livros lidos. Mas quem liga pra isso? Só eu que sou a louca que fica querendo correr pra conseguir ler mais e mais, pra recuperar os anos da adolescência em que não abri uma página que não fosse Harry Potter.

ANYWAY, em agosto li dois livros que amei. Um deles foi do nosso querido clube do livro, e o outro é este lindinho aí da foto e pra saber o que achei dele é só continuar lendo.

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Will & Will, John Green e David Levithan – ★★★★

Já tinha ouvido falar tão mal deste livro que nem ia ler. Mas a Tita (sempre ela!) me recomendou e fui em frente. Que grata surpresa! Adorei adorei adorei.

A história é contada em primeira pessoa pelos autores John Green e David Levithan, que intercalam a narrativa a cada capítulo. Os dois personagens principais de cada autor tem o mesmo nome, Will Grayson. E eles não se conhecem, mas em um determinado ponto os dois acabam se esbarrando e as histórias se misturam de um jeito bem legal.

O Will do John Green é um clássico personagem do John Green. Meio nerd, bonitinho, cheio de boas tiradas e apaixonado pela it girl mais próxima. It girl não no sentido literal, tá? E apesar destas características previsíveis, eu gosto muito e me rende muitas boas risadas.

O Will do David Levithan é anti social, depressivo, gay e também muito engraçado.

Foi o primeiro livro que tinham personagens gays que eu li. Como assim? Cadê a representatividade na literatura?

Mas voltando a trama, este é daquele tipo de livro que você ri o tempo todo por causa das coisas que os personagens falam. Eles são umas comédias e eu amo isso. A narrativa também rola muito em torno de um personagem chamado Tiny, já calibro logo as expectativas de quem achava que só dava Wills. Basicamente é uma história sobre amizade, em todas as suas formas e jeitos.

Muita gente não gostou do final e acho que consigo entender o porquê. Aparentemente a narrativa simplesmente acaba sem amarração. Mas se você ler já pensando que é assim, como a vida, as coisas seguem sem um grande desfecho, faz todo sentido.

Eu gostei muito e recomendo!


O Morro dos Ventos Uivantes, Emily Brontë – ★★★★

Esta foi nossa primeira leitura do Clube do Livro GWS e minha opinião e também da galera que leu junto comigo está aqui neste post. E se você quiser participar do nosso clube, só clicar aqui pra ver como fazer.

 

É isso, gente linda. Quais os livros que vocês leram este mês? Me contem se já leram algum destes e o que acharam. Vou adorar saber!

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Leituras do Mês – Julho

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Mais um mês desta tag maravilhosa que me faz ler mais do que eu normalmente conseguiria. Tomara que esteja sendo assim pra vocês também!

Antes de mais nada queria avisar que começamos o Clube do Livro GWS. Tô MUITO animada pra ler com vocês e para quebrar meu recorde de 3 livros a cada mês! hahaha #aloca Você pode saber tudo sobre o clube neste link. Ah, e me digam: o que acham de criarmos um grupo no Facebook ou Goodreads para a gente ir trocando ideia ao longo da leitura? Me dêem a opinião de vocês nos comentários!

Agora vamos ao meu mês de julho e as minhas escolhas mais românticas/fofas. Gostei de todos, cada um de um jeito diferente.

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Belle Epoque, Elizabeth Ross – ★★★★

Que grata surpresa! Uma amiga querida me falou deste livro e de como lembrou da #TerçaSemMake e do GWS quando ela leu. Fiquei muito curiosa, até que ela me deu de presente (obrigada Tita!) e eu li num supetão!

A premissa é sensacional: Maude é uma jovem que foge da modesta casa que vivia com o pai na Bretanha e vai pra Paris. Ela quer viver coisas novas, descobrir o que gosta de fazer, procurar oportunidades. Eis que suas economias acabam e ela vê um anúncio no jornal da Agência Durandeau, que busca garotas pouco atraentes ou sem graça para um serviço singular: acompanhar as damas da sociedade e pela regra da comparação, fazê-las parecer mais bonitas.

A história se passa no final de 1880, uma época em que Paris era uma cidade borbulhando e a boemia estava no auge. Este pano de fundo e a narrativa da autora trazem  uma pegada maravilhosa pro livro, te dá a sensação de estar vivendo esta época junto com a Maude. Traz até um sentimento de nostalgia não vivida, meio como no filme “Meia Noite em Paris”. Bem legal.

Além disso, tem todas as questões que envolvem o machismo daquele século, a relação de dependência que as mulheres eram colocadas por um bom casamento, a falta de ética que chega ao ponto de se criar a profissão de acompanhante por uma suposta feiúra. Bizarro, mas o pior é que é super relacionável aos nossos tempos atuais. Parece que consigo enxergar as pessoas fazendo isso em pleno 2014.

Só não dei 5 estrelas por que em alguns momentos senti que a Maude teve mudanças de comportamento que seriam super normais pela situação que ela passava, mas foram muito jogadas no meio da história. Sem uma construção do sentimento que vai crescendo aos poucos e tomando conta da pessoa sabe?

Não posso ser mais clara, pra não dar spoilers! Mas recomendo que leiam! É demais!

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A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar, Esther Earl – ★★★

Fiquei com os olhos marejados, obviamente. Tudo que envolve câncer e crianças faz isso com a gente.

Pra quem não sabe, este é o livro que conta a trajetória da Esther, uma garota muito especial que espalhou o amor por esta internê. Ela morreu com 16 anos, vítima de um câncer na tireóide. Foi inspirado nela, que o John Green escreveu “A Culpa é das Estrrelas” (mas não se confunda, o livro não é sobre ela). Aliás, Esther se tornou super amiga do John e muito do que a gente vê dos projetos legais que ela se envolveu pra ajudar outras pessoas, veio também do amor e amizade que ela tinha com os nerdfighters ao redor do mundo.

Mas pra entender direitinho tudo sobre ela você tem que ler o livro. Ele é justamente uma coletânea de fotos, desenhos, cartas, mensagens e páginas do diário desta garota e sua vida de adolescente com anseios normais da idade e um câncer pra combater. Ela era muito engraçada, espirituosa e madura.

Dei só 3 estrelas por que achei alguns momentos repetitivos, principalmente os textos dos pais dela. Em algumas páginas me senti entediada, achei que poderia ter sido bem mais curtinho e focado no quanto ela fez pelas pessoas, se doou e viveu 16 anos com mais humanidade que muita gente que morre aos 90.

Eu li a versão em inglês (preciso desenferrujar), mas tem em português em tudo quanto é livraria. E ah! O prefácio é do John Green. =)

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Água para Elefantes, Sara Gruen – ★★★★★

Amei este livro! Tinha ele há muito tempo em casa, mas não tinha dado a devida atenção. Me inspirei, li e vi o filme. Tudo seguido pra não perder o ritmo.

A história é de um cara de 23 anos, o Jacob, que era estudante de veterinária, amava os animais e quando seus pais morrem num acidente de carro ele se vê perdido sem ter como se sustentar. Por isso, larga a faculdade e acaba caindo no caminho do “Esquadrão Voador do circo Irmãos Benzini, o Maior Espetáculo da Terra”.

Contratado para cuidar dos animais, Jacob descobre a crueldade do Tio Al, o dono do circo, e o sofrimento do amor que ele sente por Marlena, a moça linda e estrela do número dos cavalos, e que, infelizmente, também é esposa de August, o domador dos animais do circo, que tem uma personalidade meio dúbia.

Mas o mais lindo ainda disso tudo é a amizade verdadeira que eles (Jacob e Marlena) tem com Rosie, a elefanta aparentemente estúpida que deveria ser a salvação do circo.

Nossa, gente, como não se envolver com uma história que mostra o amor verdadeiro que a gente pode ter com os animais? Em muitos momentos tive vontade de chorar, fiquei com um nó na garganta, muitas emoções. Gosto quando o livro provoca estas coisas a flor da pele, sabem?

A narrativa flui muito bem e aqui vale um disclaimer: não é o romance do século, nem um clássico da literatura, mas pra mim, o importante é ser cativante e com uma escrita agregadora.

Ah! Claro que o livro é melhor que o filme. A riqueza de detalhes e o envolvimento com a história nem se compara. Mas assistir depois de ler vale muito a pena.

 

Agora me contem, vocês já leram algum destes? O que acharam? E quais foram os livros que vocês leram este mês? Vamos trocar ideias nos comentários!

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Leituras do Mês – Junho

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Estou em recuperação depois da ressaca literária que foi o mês de maio e eis que minhas escolhas de junho foram uma verdadeira montanha russa! Uma leitura muito boa, outra muito ruim e outra média. Todas as emoções em um só mês.

Mas queria contar que tenho tentado fazer escolhas diferentes do meu perfil-leitora-de-best-sellers depois que li uma crítica super construtiva de uma de vocês lá no Censo GWS (nossa pesquisa de satisfação hehe). A diversidade tem me feito bem e voltei a sentir mais emoções com as leituras, o que é maravilhoso. Recomendo.

Mas vamos ao que interessa? Vou começar do pior pro melhor. Lembrando que isso aqui é apenas a minha opinião e quero muito saber a de vocês também.

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Fim, Fernanda Torres – ★

Fim é o primeiro romance da Fernanda Torres, que já vinha se aventurando no mundo das letras em colunas na Veja, Folha e contribuições pra Revista piauí (é com minúscula mesmo). Muito bem avaliado no Good Reads, mega recomendado pela amiga que me emprestou e com apenas 200 páginas.

O resumo do enredo vou roubar uma parte do site da editora, a Companhia das Letras: “O livro focaliza a história de um grupo de cinco amigos cariocas. Eles rememoram as passagens marcantes de suas vidas: festas, casamentos, separações, manias, inibições, arrependimentos.” Os cinco amigos são caras idosos, que contam pra nós, leitores, em primeira pessoa, como foram estas passagens marcantes, seus momentos antes de morrer, etc.

O estilo da Fernanda é bem carioca, bem Nelson Rodrigues, bem malandragem, alegria e melancolia nas ruas do Rio. Capa linda, narrativa com um bom ritmo, meio no estilo falo-tudo-que-vem-na-minha-cabeça-ao-mesmo-tempo. Lembrei do Gian Lucca. Texto descontraído e cheio de humor inteligente.

Neste ponto vocês devem estar pensando por que não gostei e tô falando só coisas boas. É que eu achei muito particular o fato de eu não ter gostado e não quero influenciar as pessoas que podem se encantar pelo livro. Se você curtiu minha resenha até aqui, acho que deve dar uma chance. Se não, vou pra parte ruim.

Dei uma estrela, por motivos de: não consegui criar apego pela história, achei os personagens principais uns babacas (mas muito babacas mesmo) e não me dava vontade de saber o que tava acontecendo na vida deles. Não gosto do Rio, não gosto do clima malandro, misturado a melancolia da cidade e não acho nada disso poético. Portanto, este livro obviamente não era pra mim. hahaha

Pra vocês terem uma noção, comecei a ler este livro em Abril, abandonei, e só voltei este mês. E confesso que nas últimas 50 páginas eu tava tão de saco cheio daqueles personagens que li meio na pressa, sem prestar atenção direito, mas eu li mesmo assim por que tenho procurado diversidade. E acho importante ter contato com coisas boas, mesmo que elas não sejam o meu estilo.

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Cidade da Meia Noite, J. Barton Mitchell – ★★★

Este livro me deu uma mistura de sentimentos. Eu talvez nunca teria tido contato com ele se a editora não estivesse me enviado quando viram que eu amo distopias. Então, obrigada pessoal da Jangada!

O resumo da história é: a terra é tomada por uma raça de alienígenas desconhecida, que espalha uma espécie de sinal telepático chamado de Estática. Este sinal entra na mente e corpo dos humanos, nos tornando servos destes ETs. As pessoas perdem seu poder sob si mesmas completamente. Os únicos que não são tomados pela Estática são os imunes, algumas poucas pessoas que por algum motivo desconhecido não são “sucumbíveis”. Além disso, as crianças até 17 anos (ou 16, não me lembro), conseguem conviver com a Estática na sua mente. Depois dessa idade, o sinal telepático toma conta e já era.

Os personagens principais são Holt, um garoto imune que corre pelo mundo caçando recompensas (o planeta tá destruído e os sobreviventes criam novas organizações e formas de ganhar dinheiro) e Mira, uma garota bem esperta que está sendo procurada pela principal organização social e tem uma recompensa pra quem conseguir captura-la. Obviamente o Holt vai atrás de Mira e as coisas não saem como previsto.

Os dois se completam muito, são personagens carregados de coisas que já viveram e os transformaram como pessoas. A leitura flui muito rápido por que você quer saber se tudo vai dar certo, você quer desvendar os mistérios que o autor propõe e entender se tem jeito da humanidade se livrar destes alienígenas malditos.

O autor, J. Barton Mitchell, é roteirista Warner e 20th Century Fox e talvez por isso, o livro tenha uma cara muito forte de filme de Hollywood, com muita aventura, efeitos especiais (você imagina tudo na sua cabeça, claro) e aquele mistério que vai se complicando cada hora mais, chegando a um ponto que você fala: P****!!!! Preciso saber logo o que tem por trás disso tudo, por favor pare de jogar mais elementos na história e desvende alguns pelo amor! #lostfeelings

Eu dei três estrelas por que, por um lado, fiquei muito envolvida e curiosa. Gostei muito do ritmo acelerado que as coisas acontecem e da curiosidade que o livro gera. Por outro lado, senti falta de explicações. É muita aventura pra poucos motivos. Em um determinado momento você fica sabendo um pouco mais sobre as organizações sociais dos humanos sobreviventes, mas achei a estrutura que o autor montou fraca, meio viajante. Sabe quando parece que o autor inventa elementos só pra resolver os conflitos que criou? Então.

Mas não adianta falar muito por que este livro faz parte de uma saga. Espero mais respostas e menos aventuras no próximo volume, pra ver se as coisas se equilibram.

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Deuses Americanos, Neil Gaiman – ★★★★★

Neil Gaiman dispensa muitas explicações. Eu nunca tinha lido nada dele fora algumas primeiras páginas de Sandman, que aliás, preciso retomar. Resolvi começar por este livro por que tava na promoção no Submarino. hahaha Regras da vida.

A história é sobre Deuses que vou chamar de tradicionais, ou seja, de civilizações antigas e povos que louvavam suas próprias entidades, versus, os novos Deuses, todos ligados a tecnologia e modernidade. A eminência de uma grande batalha entre estas duas forças acontece através de Shadow, um cara que acabou de sair de prisão um dia antes do previsto e está voltando pra casa pra retomar a vida, na medida do possível.

Tudo acontece nos Estados Unidos, entre diversas cidades e viagens que os personagens fazem. Imagino que este livro tenha um gostinho especial pra quem é americano ou mora lá há muito tempo. A cultura deles é bem presente ao longo da história, mas como é o pano de fundo, isso não atrapalha em nada.

Achei o Shadow maravilhoso e carismático, apesar de ser muito na dele. Isso me deu a liberdade de interpretar tudo que acontecia no livro do meu jeito, sem muita influência dos pensamentos da figura principal. Pra mim, esta foi uma sacada muito importante do autor. O livro é muito louco (não no sentido literal) e você precisa mesmo se deixar seus pensamentos livres e soltos pra absorver as analogias, diálogos interessantes e sutilezas do seu jeito.

Não posso falar muito da história, acho que qualquer coisa que eu diga vai virar spoiler, mas posso dizer que o mais importante não são os fatos e acontecimentos, mas sim o que você consegue interpretar deles.

Achei muito bom. Mesmo!

 

E vocês, já leram alguns destes? O que acharam? Quais foram as leitura de vocês no mês de Junho? Vamos conversar!

Ah e por falar em conversar, tenho dois avisos:

1 – Vamos começar um clube de leituras aqui no blog! Vocês pediram na pesquisa e acho que vai ser demais a gente ler juntas o mesmo livro  pra depois papear. Ainda tô pensando como pode ser a logística disso e aceito sugestões, viu gente. A ideia é já começarmos em agosto.

2 – Postei uma foto do livro da Negahamburguer no Insta perguntando se vocês queriam post e muita gente curtiu a ideia. Só queria dizer que não esqueci e vou fazer.

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Leituras do mês – Abril

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Atrasei, mas cheguei! Mês que vem pretendo publicar o post de fato na primeira semana. Vamos ver se consigo. Fé!

Agora vou direto ao ponto por que os livros do mês são as nossas estrelas do post.

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O futuro de nós dois, Jay Asher e Carolyn Mackler – ★ ★ ★ ★

Que livro legal! Óbvio que você tem que saber que está lendo um YA (young adult), portanto não é nenhum primor da literatura. E muito menos eu sou um primor da crítica literária, então tá bom. hahaha Mas “O futuro de nós dois” é, na minha opinião, acima da média da categoria.

Começamos com o fato de se passar durante a adolescência nos anos 90. Identificação define. E a sinopse é basicamente assim: Josh e Emma, que são os personagens centrais, entram sem querer no Facebook antes mesmo da rede social ter sido criada. Por lá eles conseguem ver o que vai acontecer no futuro, além de como as coisas que cada um faz no presente pode ter consequências totalmente imprevisíveis alguns anos adiante.

Josh e Emma tem personalidades bem definidas, ótimas piadas (já deu pra perceber que amo isso em livros, quem não ama?) e o desenrolar da história é divertido, inteligente. Apesar de um final previsível, a forma que as coisas acontecem e os conflitos que rolam no meio prendem a gente. Dá vontade de saber qual vai ser a próxima reação deles diante dos status do Facebook.

Só não dei 5 estrelinhas por que realmente acho que dá pra conseguir escrever um romance YA mais surpreendente.  Ainda estou na esperança de achar um livro assim um dia.

Ganhamos da editora há um tempão atrás e me arrependi de não ter lido antes.

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Sailor Moon, Naoko Takeuchi  ★ ★ ★ ★ ★

Depois do post da Nuta sobre como a Sailor Moon moldou a infância e toda a vida dela, fiquei mega curiosa. Eu nunca tive contato com a Sailor quando era pequena, nem adolescente, nem nada. Nunca vi os desenhos e muito menos os mangás. Minhas amigas dizem que fui abduzida uma época da vida. Eu prefiro acreditar nelas do que admitir que não me interessava por coisas boas.

Enfim, dramas e abduções à parte, eu fui correndo pra Saraiva procurar este volume 1. Amei infinito. Foi meu primeiro mangá, não poderia ter começado melhor.

E é sim tudo aquilo que a Nuta falou. Girl Power, divertido, engajador e bobinho na medida certa. Me arrancou risadas durante a leitura, torci pelas Sailors e fui muito feliz.

Este mangá é um relançamento da história escrita há 20 anos atrás pela Naoko Takeuchi. Conta como a Sailor Moon se descobriu Sailor Moon, os primeiros vilões que ela enfrenta, o início da amizade com a Luna, entre outras coisinhas.

Por fim, o que são as ilustrações? Coisa linda. É de Deus, é 5 estrelinhas.

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Divergente, Veronica Roth – ★ ★ ★

Hummmm. Tá, eu gostei. Mas vou repetir o que já ouvi mil vezes por aí: Se você está esperando um novo “Jogos Vorazes”, joga a expectativa mais lá pra baixo, tá? E que os fãs não me matem com este comentário.

A sinopse vocês já devem saber, mas vou repassar pra quem não conhece. O livro se passa num futuro distópico onde as pessoas foram divididas em espécies de castas de acordo com as suas personalidades. São 4: Abnegação, Erudição, Amizade, Franqueza e Audácia. Aos 16 anos os adolescentes são submetidos a uma espécie de teste para saber qual casta eles pertencem e a partir disso eles podem escolher pra onde ir. O problema é que se você decidir sair da casta que nasceu, tem que abdicar de toda a sua família e amigos. O negócio é tenso.

Beatrice é a personagem central. O teste dela dá um resultado um pouco diferente do que seria normal naquele mundo. Por conta disso as coisas são ainda mais tensas pra ela. Ou pelo menos deveriam ser. E este é o maior problema com o livro, pra mim. A autora bem que tenta passar a adrenalina e os medos que as pessoas passam durante a trama. Só que comigo não colou. Ainda mais por que ela foi lá e meteu um romance mela cueca desnecessário e mal construído no meio da confusão toda.

É bom? É. Mas não te causa aquele nó na garganta, aquela raiva do sistema, aquela vontade de lutar junto com os personagens principais. Só me bateu isto em um momento, quando meu  feminismo foi diretamente cutucado. Se vocês lerem, vocês vão me entender.

Desculpa Veronica, desculpa mundo. Eu vou continuar lendo a saga, mas na boa, esperava mais. E ah! E ouvi dizer que o filme é melhor. Onde já se viu isso? 3 estrelas!

Tô meio ácida hoje mesmo. Mês que vem tem mais.

Agora vamos trocar ideia! Vocês já leram algum destes? O que acharam? Contem tudo nos comentários!

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