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Looks esportivos: FILA e Champion ganham espaço na moda de rua

Não é de hoje que percebemos que o ready-to-wear, a moda de rua, se transformou em looks esportivos, aqueles saídos da academia ou de alguma quadra de esportes. Em 2015, vimos a adidas se transformar na  marca mais desejada, lançando tendências e fazendo parcerias que se esgotavam em minutos.

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Na leva, logo estávamos vendo por aí Nike e Puma ganhando as ruas e o coração dos apaixonados por moda. Mas agora marcas “menores” com uma pegada mais underground estão dominando o armário dos fashionistas mais atentos: FILA e Champion.

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A FILA nasceu em 1911 em Biella, Itália. Inicialmente a empresa não tinha nada de esportiva, já que eles confeccionavam roupas íntimas. Nos anos seguintes a empresa ficou conhecida em toda a Itália pela alta qualidade de suas roupas, mas foi sob o comando de Enrico Frachey que a ingressou na área esportiva, somente em 1973, após adquirir experiência no mercado têxtil durante décadas. No mesmo ano a empresa lançou sua primeira linha de roupas esportivas para a prática do tênis, esporte em que a FILA se tornou referência. De lá pra cá, muita coisa aconteceu com a marca. Nos anos 80, início dos 90, décadas que oficializaram os looks esportivos como roupas para as ruas, a marca já era vista no underground e em looks dos mais alternativos. Em 2016, a FILA tem se firmado como a queridinha dos fashionistas e vem sendo usada em editoriais de moda.

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Coladinha ali com a FILA, temos uma marca esportiva americana de Nova Iorque que sempre procurou ter uma identidade mais alternativa e ligada ao universo adolescente: A Champion, que produziu uniformes para algumas equipes da Associação Nacional de Basquete nos Estados Unidos durante a década de 90 e alguns times da NFL durante os anos 80 e 90. A Champion também produziu sportwear para importantes faculdades americanas e hoje, seus moletons viraram febre entre os amantes da moda esportiva, depois da sacada em se unir com a marca descolada, Supreme.

Seja adidas, Nike, Puma, FILA ou Champion é inegável a força da moda esportista nos dias de hoje. Cada dia mais tecnológicas, modernas e inovadoras, as marcas de sportwear seriam as novas grifes desejo, um símbolo de uma nova linguagem do luxo ou apenas uma moda passageira? Só o tempo dirá.

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Por que a Adidas é a marca mais desejada do momento?

A marca das três listras está por todo lugar. Sem dúvidas, a adidas sempre foi popular, mas de uns tempos pra cá, parece ser a mais querida entre os famosos e amantes da moda. adidas não é mais uma marca de tênis e sim, uma grife desejada com peças disputadíssimas em cada coleção que lança. Mas afinal de contas, qual é o borogodó da adidas?

A primeira faísca da adidas surgiu em 1920, quando dois irmãos, Adolf e Rudolph Dassler começaram a criar tênis feitos especialmente para praticar exercícios na antiga Alemanha Nazista, que tinha como uma de suas “regras” o grande incentivo ao esporte e suas melhorias. Adolf era quem pensava e desenvolvia os sapatos, enquanto Rudolph os vendia. A primeira parceria de sucesso, foi com o atleta Jesse Owens nas Olimpíadas de Berlin em 1936 e a marca nessa época, que na verdade se chamava Dassler Brothers Sports Shoe Company, já começou com o pé direito, já que o atleta faturou quatro medalhas de ouro com o calçado dos irmãos Dassler nos pés. E foi assim que começou uma trajetória de sucesso. Na verdade, duas.

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Após a Segunda Guerra, os irmãos começaram uma briga sem fim. E em 1948, decidiram se separar e criaram duas empresas. Adolf criou a adidas, junção de seu apelido (Adi) com o sobrenome Dassler, enquanto Rudolph criou a Ruda, junção das inicias de seu nome e sobrenome. Mais tarde, a Ruda virou Puma, porque ele acreditava que o nome soava mais atlético. Apesar de Rudolph entender mais de vendas que Adolf, o irmão que criou a adidas, tinha um relacionamento melhor com os atletas e era dele os modelos mais cobiçados. A marca logo virou referência de calçados para praticar esportes e alguns anos depois, de bolsas para a mesma finalidade. Em 1989, quando o herdeiro de Adolf faleceu, a Adidas foi comprada por um investidor francês chamado Bernard Tapie e assim, a empresa virou uma corporação.

Foi o início também da trajetória fashion da marca. Lá em 1989 a estratégia era se associar aos populares na área esportiva. Mas logo a marca entendeu que poderia crescer ainda mais, se se associasse a outro universo: O da indústria do entretenimento. Foi assim, que a marca entrou para o mundo pop ao formar uma parceria com cantora Madonna, no auge da sua carreira para uma de suas campanhas e ser a cara da marca. Foi nessa época também que a adidas lançou seu logotipo como conhecemos hoje e as três listras paralelas que tornaram sua maior referência.

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No início dos anos 00 a marca deu início a uma das suas parcerias mais bem sucedidas, com a estilista Stella McCarney e foi a última “sacada” necessária para a marca cair de vez no gosto dos fashionistas e dos especialistas em moda. A linha “adidas by Stella McCartney” deu tão certo que dura até hoje. Mas Stella não é a única estrela da moda que a adidas tem como parceira. Jeremy Scott lança, a cada ano, peças-desejo que ganham status de colecionador. Uma das mais incríveis e sucesso absoluto de vendas foi a parceria de 2015 da Adidas com o músico Pharrell em uma releitura super colorida, chamada de Supercolor, de um dos modelos mais clássicos da marca, o Superstar, também conhecido com “Shell toe”, imortalizado por outra galera da música lá nos anos 80, o Run-D.M.C.

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Kanye West também lançou  uma coleção que já dura duas temporadas com a marca, Yeezy. Parcerias com outras grifes de peso também fazem parte da estratégia da Adidas. E tem até marca 100% brasileira no time, como foi a coleção super bem sucedida com a carioca FARM. Estilistas conhecidos e respeitados no mundo inteiro já assinaram modelos exclusivos, o que faz com que quem consome, sinta como se estivesse comprando um produto super exclusivo.

Tudo indica que a marca ganhará cada dia mais respeito no universo da moda e mais espaço no guarda-roupa dos consumidores. O sportswear e o easy modern ganham cada vez mais destaque na moda de rua. E assim, firmando parcerias com nomes e marcas com grande público, com muito estilo e personalidade, o branding da marca ganha mais força e agrega mais valor. A adidas teve uma grande jogada da label e conseguiu deixar de ser vista apenas como uma marca para praticar esportes, passando a ser uma marca com status fashion.

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A adidas está cheia de peças desejo e 2015 com certeza foi um ano marcante para a marca. Nos pés, depois do segundo boom de sucesso do modelo tão popular nos anos 90, o Superstar, veio a releitura de outro clássico, desejado Stan Smith e não muito atrás, os slides, chamados de Adilette. Quando o assunto são as roupas eu acredito que 2016 será um ano ainda mais incrível para a Adidas (sou boa para profetizar sucessos da marca), depois de parcerias de sucesso como as peças de Rita Ora e Farm eu aposto na volta de clássicos da marca, como a t-shirt 3 stripes. Outra proposta que aposto as fichas é no look head to toe Adidas, ou seja, Adidas da cabeça aos pés. E mais uma vez, a Adidas surpreende mostrando que consegue bombar fazendo apenas releituras de clássicos.

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Poucas marcas conseguiram entender a evolução dos desejos de moda como a adidas e conseguem se conectar com o público tão bem. Peças interessantes? Com certeza, mas a Adidas tem algo muito mais importante para ter atenção do consumidor nos dias de hoje: Um branding impecável.

 

 

Depois que escrevi esse post, vi que a minha versão masculina tinha falado sobre o mesmo tema no blog incrível dele, Sem Geração! Lê lá também porque ele é sempre maravilhoso. 

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Três grandes mulheres do mundo da moda para conhecer e admirar

O universo da moda é um dos poucos lugares que podemos dizer que a mulher é protagonista. Costureiras, estilistas, passadeiras, modelos, maquiadoras… Nós estamos representadas em todas as áreas. Se eu fosse fazer uma lista de todas as mulheres incríveis do meio, ela não teria fim.

Por isso eu resolvi escolher três grandes nomes de mulheres mais que consagradas no meio para mostrar que além de super talentosas em seus trabalhos, são realmente, pura inspiração. Confere a lista:

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Regina Guerreiro

Todo mundo tem uma “dama da moda” favorita, né? Aqui no Brasil, Costanza Pascolato e Glória Kalil parecem reinar absolutas quando o assunto é esse. Mas pra mim, não tem pra ninguém: Regina Guerreiro é rainha! A primeira vez que vi a Regina foi logo quando eu comecei a me interessar por moda, início dos anos 00, em que pra acompanhar desfiles e tendências da moda, tinha que assinar Directv para assistir SPFW e comprar CARAS Moda para ler resenha. Naquele tempo, Regina estava em todo lugar. Era dela os meus comentários favoritos nos intervalos dos desfiles na transmissão da TV e eram dela, as melhores resenhas nas revistas. Nenhuma surpresa, afinal, ela  é uma das jornalistas de moda mais renomadas do país.

Seus primeiros passos na moda Brasileira foi como jornalista na revista Manequim, na década de 60. Depois trabalhou nas revistas Cláudia, Capricho, CARAS e Contigo e logo se tornou editora da Elle Brasil aonde ficou por 9 anos e depois da  Vogue, aonde ficou por 14. Regina acompanhou de perto todo o processo de democratização da moda, que começou lá em 1960. Foi dela uma das primeiras agências especializadas em moda no Brasil, em uma época que a moda pensada e fabricada no Brasil ainda estava engatinhando.

Ano passado, a marca Cavalera convidou Regina Guerreiro para estrelar uma web série em seu canal do YouTube chamado “ENJOY!” O programa que é filmado dentro do apartamento da jornalista é um misto de histórias da vida da própria, com histórias da moda e da cultura pop. Pode esquecer historinha boba e fútil. O canal é um banho de cultura e muita informação. Vale assinar e acompanhar. Eu amo o episódio em que ela conta a trajetória e a importância das perucas na história do vestuário. Outro episódio maravilhoso é sobre a cultura negra e sua influência na moda e na música. Incrível. Aos 72 anos essa mulher ainda tem muito a oferecer para o mundo da moda e para as mulheres. Pesquisem mais sobre ela e se apaixonem também.

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Iris Apfel

Aos 94 anos, podemos dizer que Iris acompanhou o nascer das tendências temporada após temporada. Aliás, podemos dizer que ela viu nascer a moda como conhecemos hoje. A decoradora americana é sinônimo de irreverência e individualidade, com estilo pessoal realmente pessoal. Ela sempre diz que seu olhar é mais focado em arte do que na moda propriamente dita. No guarda-roupa não tem muitas grifes de luxo, porque ela acredita que quem faz uma peça ter valor é a nossa personalidade. Iris foi uma das primeiras mulheres dos Estados Unidos a ter uma calça jeans. Quando estudava arte na Universidade de Wisconsin, nos anos 1940, Iris encasquetou que gostaria de combinar um jeans com uma camisa branca e um grande brinco laranja que tinha. Apenas uma loja vendia as calças, mas eram apenas modelos masculinos. Seu primeiro par, foi uma calça masculina juvenil.

httpv://youtu.be/Fo8jwJ_2l0c

Iris Apfel está mais pop do que nunca. Genuíno ícone da moda, já foi tema da exposição “Rara Avis: Selections from the Iris Barrel Apfel Collection”, que aconteceu no Metropolitan Museum; em 2007 apresentou peças de seu guarda-roupa para o livro “Rare Bird of Fashion: The Irreverent Iris Apfel”; fez parceria com a M.A.C para sua própria coleção de maquiagem e já foi capa de revistas como a Dazed and Confused.

No começo desse ano, ela ganhou até filme. O documentário “Iris”, dirigido pelo cineasta Albert Maysles, o mesmo diretor de “Grey Gardens” e “Gimme Shelter”. O longa narra toda a trajetória dela e conta como Iris se tornou ícone de estilo. É imperdível e o melhor: Tem no Netflix!

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Vivienne Westwood

Vivienne Westwood foi uma das primeiras estilistas que eu me apaixonei na adolescência, porque ela sempre carregou essa ideia de moda, comportamento e atitude. Ela é conhecida como a precursora do punk na moda. Em 1970, a estilista e seu namorado, Malcolm McLaren, agente do Sex Pistols, do qual Vivienne era responsável pelo estilo, abriram a Sex. Pra quem nunca ouviu falar, a loja foi a 1ª a vender roupas de motoqueiro, em couro e cheias de zíperes, quando ainda se falava em movimento hippie. Até hoje, Vivienne é uma das principais figuras do cenário fashion e desfila suas coleções na Semana de Moda de Paris. Ao longo dos anos, o seu lado punk foi transformado em um discurso ativista, pregando o consumo consciente e engajamento político.

httpv://youtu.be/HQaPlyLNNXg

 A estilista britânica é uma das mais preocupadas com o consumo desenfreado atual. Ela diz que a empresa que leva seu nome não está mais focada em crescer, e sim se desenvolver como uma empresa cada vez mais auto sustentável e que ofereça um produto com uma qualidade excepcional. “O que eu quero é que as pessoas saibam escolher melhor os produtos que compram”.

Assim como o movimento punk que ela viveu intensamente, Vivienne segue contestadora. Acha a geração atual conformista e diz que ela não sabe tirar proveito das duas principais funções da moda: diversão e expressão. Já declarou que só desenharia o vestido de noiva da futura rainha da Inglaterra, Kate Middleton, se ela tivesse mais estilo. Deusa!

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Além da Androginia: A distinção de gêneros está cada vez menor na moda

A androginia na moda pode não ser nenhuma novidade, principalmente no guarda-roupa das mulheres. Já em 1920 por exemplo, a estilista Coco Chanel investiu em suas coleções, roupas que até então, eram desenhadas exclusivamente para homens. (Falo mais disso no post: A volta da estética e do comportamento feminino dos anos 20). Já em 1940, a atriz Marlene Dietrich explorava o guarda-roupa masculino, usando calças compridas, terno e gravatas.

Garotas sempre garimparam na seção masculina e logo, esse estilo ganhou nome e ficou conhecido como tomboy, caracterizado por peças masculinas clássicas e sociais. Anos depois, o estilo ganhou um irmão, o boyish, com foco em peças masculinas de pegada street, mais modernas e despojadas.

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Mas quando essa distinção de gêneros começou a dar sinais que chegaria ao guarda-roupa masculino? Eu diria que os anos 70 teve e tem, um papel muito importante nessa história. Foi quando a roupa se consolidou como uma plataforma de manifestação contra o sistema, uma revolução cultural. A década de 1970 lançou o primeiro movimento antimoda, fazendo com que as tendências da rua, fossem assimiladas para a passarela e não mais ao contrário. Foi nos anos 70 que tivemos David Bowie, com seu personagem andrógino,  Ziggy Stardust, foi nos anos 70 que homens começaram a usar cor novamente e colocaram no armário peças amarelas, lilás, vermelhas…  algo que não era comum desde os anos 20. Foi nessa época também o início das peças unissex, ou seja, peças feitas para serem usadas pelos dois sexos, como por exemplo, a famosa calça boca de sino.  Hoje em dia está cada vez mais comum encontrarmos homens na seção feminina, atrás da calça skinny perfeita ou de peças mais ajustadas. Uma das pessoas nos dias de hoje que representa mais essa quebra de gêneros seria a cantora Conchita Wurst.

Mas passar de androginia, peças unissex para a anulação total do “para meninas” e “para meninos” é um longo caminho. Mas acredite, está sendo traçado. Setembro do ano passado, dei uma entrevista sobre isso para o site Delas, do IG, falando que cada vez mais eu observava que as pessoas não se importavam mais se era feito para o sexo masculino ou feminino, se elas gostavam, elas usavam.

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Esse movimento está ficando tão forte, que não foi surpresa quando em janeiro desse ano, na semana de moda de Milão, Miuccia Prada apresentou sua coleção de inverno masculina e pré-fall feminina juntas e colocou na passarela da Prada, elementos femininos e masculinos mesclados de forma nada óbvia e com um objetivo claro: Acabar com divisão de peças de homem e peças de mulher. Além disso, na cadeira dos convidados, um manifesto, pela discussão dos gêneros na moda. Well done Miuccia. Mas a Prada não foi a única grife a seguir esse caminho. De uma forma muito mais clichê, mas ainda sim levantando o mesmo tema, tivemos na mesma semana de moda masculina em Milão, Gucci e na Empório Armani, homens maquiados.

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Para quem acha que a mudança só está nas passarelas, a loja de departamento inglesa Selfridges anunciou semana passada que vai abolir o conceito de seção masculina e feminina, tornando todas as suas roupas, unissex. A novidade não para aí: Eles também vão abolir os manequins de homens e mulheres, e vão apresentar as peças na vitrine de uma forma diferente. A Selfridges sempre foi precursora. Em 1909, foi uma das primeiras lojas a reunir as mulheres de elite com as mulheres pobres. Além disso, também se posicionou a favor do voto feminino em 1910.

O que a gente espera é que seja um caminho sem volta, e que um dia, não seja possível determinar o que é “roupa de homem” e “roupa de mulher” e que a moda seja livre, como a vida deveria, para ser e vestir o que quiser, sem julgamentos.

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