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Bazar GWS: Roupas semi-novas e com precinho camarada!

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Quem acompanha o GWS sabe que somos a favor de ver a roda girar! Quando se trata de moda, significa não acumular roupas que você não usa/ não precisa e sempre que puder, comprar peças semi-novas. Por isso, eu (Nuta) e a Marie todo ano fazemos uma bela limpa no nosso guarda-roupa e também estimulamos nossas amigas a fazer a mesma coisa. Ano passado, até fizemos um evento bem legal, chamado #BazarDayGWS para estimular o slow fashion.

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Esse ano, infelizmente não conseguimos fazer o bazar físico, nem reunir peças das amigas, mas, pra não passar em branco nosso desapego anual, resolvemos criar um álbum na nossa página do facebook com algumas peças que a gente já amou muito e tá na hora de vocês amarem! Tem muita coisa que nunca foi usada também. Tudo claro, com precinho camarada. E a gente até parcela se você usar pagseguro. Legal, né?

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Tem muita coisa de roupas, acessórios e sapatos! Tem FARM, Melissa, adidas, Complot, ELLUS, Espaço Fashion… Vale dar aquela conferida! Se gostou de algo, fala logo com a gente porque são todas peças únicas! Pra tirar dúvidas ou fazer pedido, só mandar inbox na página do GWS, ok?

Dá uma conferida em algumas peças e corre pro álbum pra ver tudo!

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10 marcas nacionais de roupas, acessórios e calçados para seguir já no instagram!

Por: Bruna Martins

Todo mundo já vê o Instagram como uma vitrine do que é bonito. Como o Man Repeller publicou há alguns dias, é onde postamos um conteúdo mais pensado de nossas vidas, diferente de outras redes sociais (Twitter que o diga). São infinitos os textos falando do quanto tudo aquilo é editado e muito bem pensado para se passar de vida real; mas a meta é sempre fazer uma foto bonita porque o que é bonito, atrai.  Por isso, é inevitável o uso constante dessa rede social pelas marcas. Onde mais seria tão fácil achar pessoas interessadas em ver o conteúdo criado pelo responsável pelo perfil simplesmente porque as fotos são lindas? Aos poucos, fui me interessando cada vez mais pelas postagens desses perfis exatamente por isso.

Hoje, percebi que a história mudou um pouco. Me pego atualizando a timeline para saber se a coleção nova de uma loja já saiu. Ativei as notificações de publicações de diversos perfis porque sei que as peças acabam rápido e eu pre-ci-so ver o mais rápido possível. Nas noites de insônia, digito palavras-chave como “loja” ou “shop” na busca do aplicativo só para ver o que tem por aí. Não que isso seja errado. Pelo contrário, hoje, me interesso bem mais em marcas locais e independentes do que em produtos de grandes redes justamente por isso. Para conseguir aderir à moda consiente, uma das formas mais simples é descobrir o que está sendo produzido por aqui e ajudar a economia local. E o Instagram é o lugar perfeito para isso.

Resolvi, então, compartilhar minha coleção de follows favoritos e se você conhecer outras marcas incríveis e nacionais por lá, compartilha aí nos comentários.

Roupas

cakeshop

787

pinkvanilla

ziovara

Alguns perfis têm roupas parecidas demais, eu sei, e por isso vale a pena pesquisar. A @cak3shop tem peças fantásticas, mas são poucas peças, se não correr, fica sem. Estou há um ano tentando comprar um c-e-r-t-o macacão, mas toda vez que vou olhar já esgotou. A @787shirts tem aquelas camisetas que você sempre quis, mas nunca achou onde comprar. E o mais legal: Tamanhos grandes! A @pinkvanillashop tem peças maravilhosas e não posso deixar de comentar o carinho com a entrega. Fiz uma compra bem grande há algum tempo e as embalagens são tão fofas que fiquei com dó de rasgar. A @ziovara é dessas marcas ultra mega cool e que tem de tudo um pouco: Roupas, acessórios, patches maravilhosos para jeans e objetos de decor.

yellowfactory

folkboots

insectashoes

Calçados

Sapatos são os itens mais difíceis de encontrar em lojas pequenas online, especialmente se você está procurando por algo mais diferente. A @yellow.factory é maravilhosa nesse sentido. Tem peças originais e lindas com fotos tão bem feitas que é quase impossível escolher. A @folkboots é provavelmente a mais conhecida, com estampas que você nunca imaginaria que gostaria tanto de usar. Dá mais vontade ainda quando você descobre que todos os produtos são 100% artesanais e cruelty free. Outra marca com calçados lindos e com um filosofia muito legal é a @insectashoes. Sapatos veganos e ecológicos, confeccionados com roupas vintage!

eeveestore

brechonvc

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Brechós

Os brechós têm pontos bons e ruins. Sim, os preços são mais amigáveis, é a forma mais clássica de praticar slow fashion, mas como as peças são únicas, a concorrência é pesada (recebo notificação de publicação de todos esses perfis. Vai que aparece a peça perfeita, mas eu só vejo tarde demais?). A @eeveestore tem algumas peças incríveis, mas perde um pouco do foco, é preciso ter paciência. O @brechonvc não parece brechó de tão atual, sempre com bons achados. A @boutiquesaopaulo é o meu perfil favorito, mas é tão concorrido que até tenho medo de compartilhar. As peças são tão bem escolhidas, as fotos são tão bem feitas e as respostas são tão simpáticas que nem parece de verdade.

Curtiram as dicas?

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Três grandes mulheres do mundo da moda para conhecer e admirar

O universo da moda é um dos poucos lugares que podemos dizer que a mulher é protagonista. Costureiras, estilistas, passadeiras, modelos, maquiadoras… Nós estamos representadas em todas as áreas. Se eu fosse fazer uma lista de todas as mulheres incríveis do meio, ela não teria fim.

Por isso eu resolvi escolher três grandes nomes de mulheres mais que consagradas no meio para mostrar que além de super talentosas em seus trabalhos, são realmente, pura inspiração. Confere a lista:

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Regina Guerreiro

Todo mundo tem uma “dama da moda” favorita, né? Aqui no Brasil, Costanza Pascolato e Glória Kalil parecem reinar absolutas quando o assunto é esse. Mas pra mim, não tem pra ninguém: Regina Guerreiro é rainha! A primeira vez que vi a Regina foi logo quando eu comecei a me interessar por moda, início dos anos 00, em que pra acompanhar desfiles e tendências da moda, tinha que assinar Directv para assistir SPFW e comprar CARAS Moda para ler resenha. Naquele tempo, Regina estava em todo lugar. Era dela os meus comentários favoritos nos intervalos dos desfiles na transmissão da TV e eram dela, as melhores resenhas nas revistas. Nenhuma surpresa, afinal, ela  é uma das jornalistas de moda mais renomadas do país.

Seus primeiros passos na moda Brasileira foi como jornalista na revista Manequim, na década de 60. Depois trabalhou nas revistas Cláudia, Capricho, CARAS e Contigo e logo se tornou editora da Elle Brasil aonde ficou por 9 anos e depois da  Vogue, aonde ficou por 14. Regina acompanhou de perto todo o processo de democratização da moda, que começou lá em 1960. Foi dela uma das primeiras agências especializadas em moda no Brasil, em uma época que a moda pensada e fabricada no Brasil ainda estava engatinhando.

Ano passado, a marca Cavalera convidou Regina Guerreiro para estrelar uma web série em seu canal do YouTube chamado “ENJOY!” O programa que é filmado dentro do apartamento da jornalista é um misto de histórias da vida da própria, com histórias da moda e da cultura pop. Pode esquecer historinha boba e fútil. O canal é um banho de cultura e muita informação. Vale assinar e acompanhar. Eu amo o episódio em que ela conta a trajetória e a importância das perucas na história do vestuário. Outro episódio maravilhoso é sobre a cultura negra e sua influência na moda e na música. Incrível. Aos 72 anos essa mulher ainda tem muito a oferecer para o mundo da moda e para as mulheres. Pesquisem mais sobre ela e se apaixonem também.

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Iris Apfel

Aos 94 anos, podemos dizer que Iris acompanhou o nascer das tendências temporada após temporada. Aliás, podemos dizer que ela viu nascer a moda como conhecemos hoje. A decoradora americana é sinônimo de irreverência e individualidade, com estilo pessoal realmente pessoal. Ela sempre diz que seu olhar é mais focado em arte do que na moda propriamente dita. No guarda-roupa não tem muitas grifes de luxo, porque ela acredita que quem faz uma peça ter valor é a nossa personalidade. Iris foi uma das primeiras mulheres dos Estados Unidos a ter uma calça jeans. Quando estudava arte na Universidade de Wisconsin, nos anos 1940, Iris encasquetou que gostaria de combinar um jeans com uma camisa branca e um grande brinco laranja que tinha. Apenas uma loja vendia as calças, mas eram apenas modelos masculinos. Seu primeiro par, foi uma calça masculina juvenil.

httpv://youtu.be/Fo8jwJ_2l0c

Iris Apfel está mais pop do que nunca. Genuíno ícone da moda, já foi tema da exposição “Rara Avis: Selections from the Iris Barrel Apfel Collection”, que aconteceu no Metropolitan Museum; em 2007 apresentou peças de seu guarda-roupa para o livro “Rare Bird of Fashion: The Irreverent Iris Apfel”; fez parceria com a M.A.C para sua própria coleção de maquiagem e já foi capa de revistas como a Dazed and Confused.

No começo desse ano, ela ganhou até filme. O documentário “Iris”, dirigido pelo cineasta Albert Maysles, o mesmo diretor de “Grey Gardens” e “Gimme Shelter”. O longa narra toda a trajetória dela e conta como Iris se tornou ícone de estilo. É imperdível e o melhor: Tem no Netflix!

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Vivienne Westwood

Vivienne Westwood foi uma das primeiras estilistas que eu me apaixonei na adolescência, porque ela sempre carregou essa ideia de moda, comportamento e atitude. Ela é conhecida como a precursora do punk na moda. Em 1970, a estilista e seu namorado, Malcolm McLaren, agente do Sex Pistols, do qual Vivienne era responsável pelo estilo, abriram a Sex. Pra quem nunca ouviu falar, a loja foi a 1ª a vender roupas de motoqueiro, em couro e cheias de zíperes, quando ainda se falava em movimento hippie. Até hoje, Vivienne é uma das principais figuras do cenário fashion e desfila suas coleções na Semana de Moda de Paris. Ao longo dos anos, o seu lado punk foi transformado em um discurso ativista, pregando o consumo consciente e engajamento político.

httpv://youtu.be/HQaPlyLNNXg

 A estilista britânica é uma das mais preocupadas com o consumo desenfreado atual. Ela diz que a empresa que leva seu nome não está mais focada em crescer, e sim se desenvolver como uma empresa cada vez mais auto sustentável e que ofereça um produto com uma qualidade excepcional. “O que eu quero é que as pessoas saibam escolher melhor os produtos que compram”.

Assim como o movimento punk que ela viveu intensamente, Vivienne segue contestadora. Acha a geração atual conformista e diz que ela não sabe tirar proveito das duas principais funções da moda: diversão e expressão. Já declarou que só desenharia o vestido de noiva da futura rainha da Inglaterra, Kate Middleton, se ela tivesse mais estilo. Deusa!

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Quer consumir moda de um jeito mais consciente? A gente te conta como começar

Por Letícia Santos e Carol Fajardo, da Estilo Domingo

Você já leu por aí, inclusive aqui no GWS sobre consumo consciente. Um dos conceitos básicos é raciocinar: É impossível uma roupa custar US$ 2 e ter sido produzida sem algum tipo de exploração no meio do caminho. O assunto tá fervendo, ainda bem! Mas torcemos para que você vá além e não fique só na leitura e na conversa. Torcemos para que você dê um passo a mais e comece, ainda que devagarzinho, a pensar naquilo que consome, que compra, que coloca por cima de seu corpo e dentro da sua casa.gws-consumo-consciente-aspas

Porque a real é essa, a indústria da moda – do jeito que funciona agora – pode ser muito ruim para muita gente. Desde o trabalhador escravo, até o impacto no meio ambiente e mesmo a fissura que a gente tem por comprar mais e mais e sempre achar que não é suficiente e querer ter mais, e querer competir com o coleguinha para ver quem tem mais, quem pagou mais caro, quem usa a última tendência, quem é fashion, quem é mais descolada… Aí a gente começa a viver em torno dessa competição, dessa loucura de compras, começa a trabalhar mais para comprar mais.

Vamos parar para pensar? Qual a diferença significativa traz para a nossa vida querer ser mais fashion que uma amiga? Ou comprar algo só para exibir nas redes sociais? Ou usar uma bolsa de vários milhares de realidades e se endividar? Nenhuma, minha gente. A bolsa não toma cerveja com a gente! A bolsa não te dá super poderes! E a competição vazia só traz coisas bad vibes para quem se engaja nela. É melhor ser parceira do que rival, não é? E likes no instagram não resolvem nossas questões da vida real. Por isso defendemos com unhas e dentes o consumo consciente. Porque além de fazer pressão nessa indústria para uma mudança, esse pensamento também muda positivamente a vida de muita gente. Nossas mudanças passam a criar pequenas mudancinhas no mundo que, juntas, começam a fazer diferença. Consumir desse novo jeito é a gente começar a revolução que a gente quer para o mundo. É fácil? Não, não é fácil.

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Mas antes de continuar o post, melhor a gente se apresentar: Somos Letícia e Carol e trabalhamos como consultoras de estilo com foco em autoestima e consumo consciente na Estilo Domingo e lidamos diariamente com a dificuldade de algumas das nossas clientes em entender a importância de consumir de uma forma diferente. A gente mostra uma bermuda de algodão, feita à mão, de uma loja slow fashion, confortável e bem acabada e… A cliente ainda insiste na similar da loja de departamento. E isso é normal e nosso trabalho é justamente ajudar nessa questão. Garantimos que dá muito mais emoção juntar uma grana para comprar uma peça que é mais cara, mas que você pega direto da mão de quem fez, com carinho, num tempo normal de trabalho, sem pressões absurdas de venda, com materiais sustentáveis, de fibras orgânicas que são fresquinhas e que vão durar mais no armário. Garantimos a mesma emoção de passear por aí com uma peça na pele que é “cruelty-free” – não maltratou bichinhos nem humanos, nem meio-ambiente. São novos tempos e precisamos de novas formas de consumir.

Se você tá querendo começar e não sabe como, onde comprar, o que tem de legal por aí, preparamos algumas dicas de atitudes e marcas bacanas para começar as consumir melhor. Confere aí:

 1 – Compre menos

Comprar não é existir/ser! A gente não precisa de tudo que compramos – muitas vezes nem damos conta de usar tudo o que temos. E vamos ser sinceras? Aquela sensação maravilhosa depois de comprar uma peça nova só pelo prazer das compras ou porque estava em liquidação dura quanto tempo? Algumas horas no máximo.

2Valorize o trabalho local

Quando for comprar, prefira produções pequenas, produções locais, tecidos naturais (orgânicos, se puder). Busque peças com maior qualidade para que durem bastante no armário e não precisem ser repostas tão rápido. Procure conhecer artesãos, grupos e feiras do tipo “compro de quem faz”. Você prefere dar seu dinheiro suado para o empresário-super-rico-que-paga-mal-quem-faz-a-roupa ou investir um pouco mais naquele artesão do seu bairro, com quem você vai conversar, olhar no olho, saber como ele fez a peça? Além disso, em tempos de crise, uma forma de ajudar seu país é comprando local.

3 – Cuide do que você já tem

Importantíssimo cuidar do que a gente já tem, do que vai ser colado na nossa pele e mostra para todo mundo um pouco do que a gente é. Leia as instruções de lavagem, pendure direitinho, pesquise como tirar manchas, tenha uma costureira parceira para pequenos ajustes. Dica de ouro: Lave menos! Uma calça jeans pode ser usada em torno de 10 vezes antes de ser lavada (a não ser que tenha sujeiras aparentes), sabia? As peças vão durar mais e em melhor estado. E de quebra, você ajuda na economia da água.

4 – Reaproveite e reforme

Vá a brechós, feiras de troca, mande reformar, use a criatividade para criar novos looks com peças antigas. E venda, revenda e troque suas peças também! Se uma peça nova de uma marca com produção slow fashion está muito cara para o seu bolso agora, quem sabe você não encontra algo parecido em um  brechó? Trocar roupas com as amigas também é uma forma incrível de reformar o seu guarda-roupa e o delas.

5 – Pesquise e converse sobre o assunto com os amigos!

Influenciar alguém a ter uma atitude bacana é importante para ir disseminando mudanças por aí.

6 – Comprar e ter menos

Essa atitude garante mais tempo para coisas que importam mais nas nossas vidas. E ajuda a ter uma vida mais organizada, sabia? Quanto mais COISA a gente TEM, mais espaço a gente tem que TER só para guardar essas coisas, mais tempo a gente passa arrumando e mais frustração a gente sente na hora de escolher um look e perceber que “não temos nada pra usar”. Ter um guarda-roupa mais enxuto é mais saudável, prático e fácil de compor.

 7 – Entenda a produção das peças

Pergunte em suas lojas favoritas como funciona a cadeia de produção das peças deles. Pressionem, demandem, digam que querem tudo explicadinho. Tá cheio de marcas grandes que já sacaram a vontade do consumidor de ser mais consciente e criaram estratégias de marketing para se vender mais “verde”. Tente certificar que a marca está dizendo a verdade.

Agora, a gente dá pra vocês o caminho das pedras! Marcas com propostas lindas para você ir entrando no clima, pesquisar e considerar virar cliente:

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Gabriela Mazepa 

A moça trabalha com o conceito de ‘re-roupa’: reforma peças, e ressignifica roupas, usando tecidos de qualidade que seriam descartados. Ela ainda dá vários workshops e cursos para quem quiser aprender a fazer isso em casa.

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Flavia Aranha

A estilista trabalha em duas frentes: peças atemporais (nada de última tendencinha) que vão viver muitas estações no seu armário e tecidos (algodão e linho) e corantes naturais. Tudo produzido artesanalmente. E tudo lindo, numa loja charmosa na Vila Madelena em São Paulo.

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Maria Tangerina

A marca de bolsas e mochilas fofas produz suas peças em parceria com uma ONG paulistana e só utiliza matéria prima brasileira. E tudo isso tá explicadinho em detalhes no site da marca.

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Catarina Mina

Uma marca com as bolsas de crochê mais lindas que você já viu e que criou o movimento #umaconversasincera, em que expõe todo o custo de cada uma de suas peças. Na loja virtual, há uma linha de bolsas concebida inteiramente por suas crocheteiras – e elas recebem todo o lucro pela peça. Ou seja, as artesãs que trabalham com a Catarina Mina são bem mais que apenas funcionárias.

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Svetlana

A marca carioca une a filosofia vegan e técnicas sustentáveis em sua produção de peças. Nada de bichinhos envolvidos e peças em neoprene de cair o queixo. Não tem loja física, mas é fácil encontrá-la em diversos bazares cariocas.

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Señorita Galante

Roupas feitas à mão, em tricô e crochês incríveis, com pontos e lã gigantes. Tudo feito por Anna Galante, que criou a marca. Ela também participa da campanha Laços Unidos Contra o Frio, que produz mantas de tricô e crochê para doação no inverno. Vale conhecer, mesmo!

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Luiza Perea

Sapatos feitos à mão e foco nos saltos baixos. Sabe aquele sapato lindo e confortável? A lojinha fica na Vila Madalena em São Paulo, mas podem ser enviados para todo o Brasil.

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Honey Pie

A marca paulista trabalha com ateliê próprio, equipe pequena e produção idem. Todos os tecidos e materiais são nacionais, assim como a mão de obra. A marca não trabalha com coleção e cria de acordo com o desejo da estilista. Uma das características mais legais da marca é que se você não encontrar seu tamanho na loja, pode pedir para confeccionarem especialmente pra você. Sabe quem ama e usa? A Pitty Leone!

Se você ainda tiver dúvidas de como começar, pode contar com a ajuda de uma consultora de estilo com foco em consumo consciente. Nós, da Estilo Domingo, trabalhamos dessa forma: foco em autoestima e no consumo consciente. Você vai aprender a se amar e a amar as roupas que você já tem. Vamos ensinar o passo-a-passo da compra inteligente para que você passe a consumir de um jeito diferente, consciente e só quando precisar de verdade. Para que você se olhe com carinho no espelho e mude completamente sua relação com roupas e compras. Quer saber mais? Entra no nosso site www.estilodomingo.com.br e curte a gente no facebook!

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