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Grampos de cabelos viram acessórios!

Não é de hoje que os grampos de cabelos acompanham nossas vidas. Não é de hoje meeesmo, já que já eram utilizados pelas mulheres gregas e romanas para prender seus cabelos. Tanto na forma quanto na função, eles reproduziam exatamente as finas espinhas de animais e espinhos de plantas utilizados pelos homens e mulheres primitivos. Louco né? Mais louco ainda é pensar que civilizações antigas da Ásia já produziram “grampos” de cabelo de osso, ferro, bronze, prata e ouro. Muitos eram achatados, outros decorados, mas todos eles claramente revelam que a forma do grampo se manteve a mesma por 10.000 anos.

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Mas ao longo da história, os grampos sempre foram usados como uma forma de ajustar e segurar os penteados, perucas e acessórios para os cabelos. Os grampos assim como conhecemos, em metal com pontinha arredondada para não machucar, foi desenvolvido nos anos 20, onde também pela primeira vez, eles saíram dos bastidores e eram usados algumas vezes visíveis no penteado nas mulheres mais #ousadas.

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Mas nos dias de hoje os grampos ganharam um destaque diferenciado. Eles não são só usados para dar um help no penteado e nem só aceitáveis se aparecem nos cabelos. Eles viraram verdadeiros acessórios e quanto mais visível melhor, formando desenhos nos cabelos com diferentes formas de uso. Grifes gringas como a Dior, Carolina Herrera e Dries Van Noten apostaram na ideia, assim como divas como Cara Delevingne, Miroslava Duma e Rihanna, que causou opiniões controversas no American Music awards 2013.

Na gringa, tá na cara, ou melhor, nos cabelos que a tendência já pegou. E como toda boa tendência, tem nome. Visible Bobby Pins, ou Grampos Visíveis.

E vocês? Curtem?

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Patches: os bordados mais legais pra aplicar nas roupas!

Os patches, que nada mais são que pedacinhos de tecidos bordados que colamos com ferro quente nas roupas foi um dos grandes hits dos anos 80 e 90.

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Mas a história dos patches vem muito antes disso. Sua origem é militar e começaram a ser usados na década de 30 como forma de identificar exércitos e patentes. No final dos anos 50, começo da década de 60, os patches caíram nas mãos dos “adolescentes rebeldes” com a subcultura MOD que teve origem em Londres. O símbolo usado pelo movimento mod, o TARGET, é originário do símbolo usado nos aviões da RAF durante a Segunda Guerra mundial. Os mods absorveram vários elementos do exército, entre eles, os patches. E foi assim que eles foram introduzidos no mundo do rock’n’roll.

Rapidamente os patches começaram a ser usados para expor ideias, posição política e amor por bandas. E foi por esses motivos, que os punks do final dos anos 70 e começo dos anos 80 fizeram do acessório peça obrigatória do guarda-roupa, assim como os fãs de heavy metal que adoravam colar os das suas bandas favoritas em coletes de couro e jeans.

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Nos anos 90 eles ficaram mais “pop” entraram no hip hop e ganharam até o universo infantil. Depois de muito tempo sumidos, os patches começam a reaparecer nas semanas de moda dentro e fora das passarelas e em fotos de street style. Uma das grifes que investiu na ideia foi a DKNY para a coleção de primavera/verão 2014 na NYFW A vantagem da vez é que você não precisa pertencer a nenhuma tribo e nem escolher uma temática.

Quanto mais patches, melhor! E vale aplicar em shorts, calças, jaquetas… em jeans ou couro. Quem vai investir?

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Karamello inaugura loja em Ipanema!

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Na última quarta-feira, dia 04 de setembro a Karamello deu início a uma nova fase da história da marca e abriu uma loja linda em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro. E foi com muita alegria que o GWS aceitou o convite de ir dar uma espiada no novo espaço, babar na coleção inspirada na China e bater um papo com a Rosi Jardim, diretora criativa da marca. Apesar de ser uma noite com muita chuva, a loja estava cheia e a galera super animada curtindo o show da dupla Letuce!

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Voltando ao bate-papo com a Rosi, foi dele que tirei a ideia para o post de hoje. Rosi é a fundadora da Karamello e a história dela é tão incrível, daquelas que inspiram a gente sabe? Por isso eu pensei que seria legal compartilhar um pouco da trajetória delas com vocês porque eu tenho certeza que assim como eu, vocês também passam por momentos de desânimo e dúvidas em relação aos  projetos e sonhos da vida, certo?


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Pois é, a Rosi começou a Karamello da forma mais simples que vocês possam imaginar. Vendendo camisetas na faculdade de moda. Nessa época ela já sonhava em ter uma marca, mas nunca imaginou que iria tão longe. Quem é carioca, sabe bem que ter um espaço em Ipanema não é missão fácil. Ipanema é um dos mais caros e disputados do mercado e é por isso que a história da Rosi é tão legal. Ela é de Caxias, baixada fluminense e foi lá que a primeira Karamello surgiu.

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 [Aproveitamos o evento e distribuimos o GWS Fanzine!]

” Eu tive muito foco e não desisti dos meus sonhos. Eu me dedico todo dia, com amor e acho que isso faz toda a diferença”. Quando ela me disse exatamente essa frase dentro daquela loja linda em Ipanema, 20 anos depois daquele início aonde ela vendia camisetas na faculdade eu percebi o quanto aquilo tudo fazia sentido. A primeira loja na zona sul do Rio foi no shopping Rio Sul em Botafogo. “Quando entrei no shopping e vi a Karamello lá, eu fiquei muito emocionada. Aquilo era algo totalmente fora do meu universo até então”.

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Bater aquele papo rápido com a Rosi me deu aquela injeção de ânimo sabe? Pode parecer clichê, mas é legal conhecer alguém que começou da forma mais simples que alguém pode começar, que saiu de um lugar simples e hoje é uma empresária bem sucedida. E melhor: Realizada, porque chegou longe fazendo o que ama.

Tive vontade de dividir essa história com vocês nessa segunda-feira. Quem sabe não era o que vocês precisavam para dar aquele pontapé inicial no projeto da vida de vocês?

Nessa nova fase também vai ter loja virtual que entra no ar em breve! Só ficar ligada no site da marca. E para quem quer conhecer o novo espaço da Karamello, segue o endereço:

Ipanema, Visconde de Pirajá, 500 

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A volta do Sport chic à moda!

O sport wear está batendo na portinha das tendências não é de hoje. E o GWS percebeu que essa onda estava vindo forte quando fizemos lá em 2011 o post High School Fashion. Tudo começou com a febre das varsity jackets ano passado, depois as basketball shirts ganharam destaque e a coisa se estendeu para outros esportes como futebol americano deixando legal qualquer jerseys – nome dado a esse estilo de blusa –  e até, pasmem, tênis de correr conseguiu ser hype.  Put the blame em Isabel Marant que promove o cool dos esportes desde seus famosos e polêmicos sneakers.

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O sport chic é uma proposta que acredita que o o esportivo pode ser chique e pra fazer funcionar vale misturar elementos que originalmente seriam contraditórios. Nessa onda, bonés de beisebol ganham tecidos nobres e o que seria uniforme de cheerleader vira roupa de festa.

A tendência não se resume só ao estilo. Os tecidos como elastano, neoprene, tela e poliamida usados em uniformes vira material para saias, vestidos e calças. Mix de tecidos, peças bicolores e recortes estratégicos também fazem parte da proposta.

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A Forever 21 investiu na ideia e fez uma coleção inteira nesse clima, chamada Le sport chic. Por aqui a coleção de verão 2014 da Espaço Fashion está completamente sport chic e a carioca Garimppo apostou nas camisas jerseys com numeral. E nós do GWS somos tão apaixonadas pelo estilo que foi capa do nosso GWS Fanzine segunda edição!

O sport chic é ideal para compor looks high-low e fica f*[email protected] misturado ao estilo rock’n’roll.  E aí, quem vai investir?