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Conheça a F.A.T. – For All Types a marca de lingerie e moda praia para todos os tamanhos, mesmo!

Eu gosto muito de perceber como a cada dia que passa, o GWS cumpre mais o seu papel: Divulgar e  incentivar o trabalho de garotas! Quero que todas vocês saibam que o blog é sempre, um espaço aberto para vocês divulgarem seus talentos. Que aqui, sempre vamos dar destaque para quem faz, quem produz, seja o que for! Cosméticos, roupas, acessórios, objetos de decoração, alimentação… Comecei aqui tem pouco tempo a tag novos designers para dar esse espaço para vocês e divulgar tudo que a gente realmente amou. Então se a gente ainda não “te encontrou” e você quer apresentar seus produtos, ou enviar algo pra gente testar, manda e-mail pra gente conversar! [email protected]

A super talentosa, girl power do dia é a curitibana de 21 anos, Bee Reis, dona da marca F.A.T – For All Types, especializada em moda praia e lingerie para todos os tipos de garotas. A F.A.T é uma marca super novinha – Entrou em atividade em junho desse ano – Mas já está fazendo barulho nas redes sociais. Pelo simples fato que além da ideia ser muito, muito boa (e necessária), os modelos pensados pela Bee, todos em materiais como lycra e renda, são absurdamente lindos!

F.A.T

A ideia da marca começou quando a Bee se envolveu com o ativismo gordo: “Sempre, como pessoa gorda, vi o grande problema que era para encontrar roupas, não só grandes, mas bonitas. Para mim, o mercado plus size é extremamente problemático. Primeiro pelo termo em si. “TAMANHOS MAIORES”. Do que? De quem? Segundo, porque mesmo nessa linha, os tamanhos são extremamente limitados.  A partir do tamanho 50 as opções são bem pequenas e claro, quase nada tem um design realmente bonito. Quando o número passa do 56, fica bem impossível de encontrar peças. O preço também é bem abusivo, na maioria das marcas”. Com tudo isso na cabeça, ela desenvolveu a marca com o conceito que toda grife plus size deveria ter: Todas as opções, para todos os tamanhos. E essa é a ideia da For All Types. Por enquanto, são só lingeries e biquínis, mas o plano é desenvolver roupas também, todas no mesmo esquema: Todos os modelos em todos os tamanhos.

E sinceramente? No momento, uma marca plus, investir em moda praia e lingerie, é até mais importante que roupa. Porque simplesmente é MUITO difícil achar moda íntima e biquínis em tamanho grande. E posso falar? Você nem precisa ser gorda para passar um sufoco para achar um sutiã bonito, confortável e que sirva bem. Basta ter os seios grandes! Outro dia mesmo eu e a Marie estávamos conversando sobre isso. O que acontece com essas marcas que fazem sutiãs no máximo até 46 (e olhe lá)? Esse é um dos motivos que a F.A.T está mandando muito bem.

Os sutiãs são super confortáveis, dão suporte, tamanhos grandes de verdade, tem uma sustentação muito boa e tem o sistema costas x busto, ou seja, pessoas com costas menores ou busto menor poderão comprar o sutiã de forma adaptada para seu corpo. As calcinhas são bem macias e confortáveis e os preços são legais, ainda mais comparando com o mercado de moda praia para tamanhos maiores do que 46. Média de R$120 o conjunto, R$80 sutiã e R$30 a calcinha. Também pode ser feito conjunto da forma que a pessoa preferir, e o tamanho da calcinha, pode ser diferente da do sutiã. Vocês podem comprar o conjunto, as peças separadas ou montar seu próprio biquíni. Tudo isso podendo escolher o tamanho de cada parte.

Para as fotos do primeiro catálogo, a própria Bee, modelou: “Eu acabei modelando para as fotos por motivos de praticidade, mas outro ponto da marca é que as modelos sempre serão e terão os corpos mais parecidos possíveis com as clientes. A representação midiática não me contempla, e não contempla ao meu corpo, então isso pra mim também é um ponto importante na marca”.

Bee, se precisar de modelos, estamos aí! hahaha

Tá apaixonada pelas peças? O site da marca entra no ar hoje! Dia 16/07, em esquema de PRÉ VENDA.

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Ter amor próprio e autoestima significa não querer mudar nada em você?

Durante toda a minha infância e adolescência, eu nunca fui feliz com o meu corpo. Outro dia, arrumando minha caixa de recordações, encontrei um diário meu de 1995 em que eu escrevi: “Amanhã começo a dieta para ser igual a todas as minhas amigas”.

Aquilo me deu um aperto no coração. Em 1995, eu tinha apenas 10 anos, muito nova para me sentir tão diferente de meninas de 10 anos como eu, muito nova para achar que eu precisava mudar para me encaixar.

 

autoestima significa não querer mudar nada

 

Sempre fui mais alta que minhas amigas, mais gorda e a única calçando 39. Quando olhava para elas, abria as revistas ou assistia TV, eu nunca me via ali. Cresci “sabendo” que beleza, não era um dos meus atributos, afinal, tudo que representava beleza, eu não me via representada lá. A primeira vez que comecei uma dieta eu tinha apenas 10 anos de idade e desde então, durante toda a minha infância e adolescência isso foi uma constante na minha vida. Dietas, tentativas de me exercitar, engorda, emagrece, toma remédio… enfim, contei sobre isso no post “Nem gorda, nem magra“.

Durante todo esse processo eu ganhei estrias, celulites, flacidez nos seios, nos braços… Cada dia mais e mais longe do que a mídia me dizia que era bonito. Eu não me achava digna de sair nas fotos com as amigas, não me sentia digna de ir para a piscina, de usar as roupas que eu gostava.

Eu não me achava digna de dar mole para o garoto que eu achava gato, não me sentia digna de dançar em público, de colocar um biquini. Veja bem, eu não me sentia DIGNA, o que é totalmente diferente de não sentir vontade.

Eu sentia vontade de fazer tudo isso, eu sofria e tinha criado pra mim a regra que eu “não podia” porque não estava dentro do padrão das pessoas que eu via na TV e nas revistas. Eram essas pessoas, da TV e das revistas que usavam biquini, que namoravam, que se exibiam.

Portanto, eu deveria me esconder. Quando você acha que não é digna, que tem que se esconder, você passa a se odiar. Odiar o fato de estar presa àquele corpo que não pode viver plenamente.

Eu fui crescendo, mudando meus valores, minhas referências, fui me tornando feminista, descobrindo toda a podridão que cerca a mídia e a indústria cosmética, que se alimenta da baixa autoestima para vender e fui percebendo que éramos todas bonitas.

Cada uma com sua particularidade, pontos fortes, mas que ninguém era perfeito, nem mesmo aquelas modelos da capa da VOGUE. Foi um processo até perceber que sim, eu era digna de ser feliz. Que ter celulites, estrias e flacidez era normal e que outras garotas também tinham e se não tinham, com certeza tinham algo que não gostavam nelas também.

Percebi que nada disso era motivo para tortura, para sofrimento. E que meu corpo, era meu e que eu nunca viveria dentro de nenhum outro. Eu não podia odiá-lo. E que a minha vida, era minha, e que eu não poderia deixar ela passar e não viver.

Então, de pouquinho e pouquinho, fui mudando meu comportamento e me sentindo livre para aproveitar as coisas que sempre quis. Comecei a reparar e valorizar mais as coisas que eu gostava em mim. Meus cabelos, minha boca, minhas pernas, minha personalidade.

E que eu não era só as coisas que eu considerava “defeitos”, como meus braços, meus seios ou meus pés. Autoestima pra mim é isso. É saber que você tem seu valor, sua beleza e principalmente que o amor próprio é essencial para ter uma existência  saudável.

Mas isso significa que eu não quero mudar nada em mim? Se amar é essa ideia radical de que se você se submeter a qualquer procedimento, ou dieta não é exemplo de autoestima? De amor próprio?

Estou falando disso porque comecei a pensar sobre depois de sempre ver comentários do tipo: “Fulana não é exemplo de empoderamento, faz plásticas”, “sicrana não é exemplo de amor próprio, tá de dieta”. Mas pera aí. Eu amo incondicionalmente a minha mãe. Eu amo meu namorado, amo meus amigos. Mas se eu pudesse, mudaria várias coisas neles. Não esteticamente, o que quero dizer é que AMAR algo não significa achar que aquela coisa deve ser imutável.

Se amar, ter autoestima, na minha opinião, é saber que você é DIGNA. É saber que se você quiser mudar algo em você é porque VOCÊ deseja e não porque é o que a revista diz, ou porque seu namorado prefere você de cabelos compridos, ou sua mãe acha que você precisa de uma dieta.

É ir malhar, não porque você odeia o seu corpo e quer mudá-lo, mas porque você o ama e sabe que se exercitar faz bem pra ele. Se amar, na minha opinião é saber que você até faria uma plástica nos seios, mas não significa que se você não fizer, não vai usar biquini ou ficar nua na frente do seu namorado, ou se olhar no espelho e se achar feia.

Eu quero mudar um monte de coisas em mim. Acho irreal e não humana a ideia de que um dia a gente possa estar 100% satisfeita com quem somos. Digo isso tanto fisicamente, quanto mentalmente, profissionalmente. A gente sempre tem o desejo de mudar algo, em algum campo, melhorar algo, aperfeiçoar. Isso é do ser humano, o que é maravilhoso! Afinal é por causa dessa insatisfação humana que evoluímos em tantos campos da tecnologia e ciência por exemplo.

aspas-autoestimaA Nuta de 10 anos queria mudar, a de hoje, também quer. A diferença é que a de hoje não quer para agradar ninguém, pra se encaixar em nenhum grupo, pra ser digna de nada.

A Nuta de 10 anos de idade estava começando a se odiar, um sentimento que eu levei e alimentei durante muitos anos. A de hoje quer mudar porque se ama, porque acha que é digna.

Hoje vejo que o corpo é meu e as regras são minhas, inclusive para mudanças. Hoje eu sei que vou me amar com as pessoas me classificando como gorda, como magra, como bonita, como feia… Vou viver do mesmo jeito, aproveitar a vida do mesmo jeito.

Mas eu quero ser livre para me experimentar como EU quiser. E se eu quiser fazer dieta pra isso vou fazer, se eu quiser fazer plástica para isso vou fazer. E se eu não quiser, e sentir vontade de comer uma pizza inteira, eu vou comer e ninguém tem nada a ver com isso.

O que constrói uma mulher segura, com amor próprio não é o fato dela ter ou não plásticas, de ela fazer dieta ou não, dela fazer tratamento de celulites ou não. O que constrói uma mulher segura é o fato dela saber quem ela é e o que ELA quer.

E continuar se amando, antes, durante e depois de qualquer processo. É saber que toda mudança que você deseja fazer, tem que ser fruto do amor próprio e não do ódio. Afinal, em qualquer peso, com qualquer pele, com qualquer cabelo, você é sempre, sempre digna.

 

 

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Por um mundo em que “Gorda” seja somente uma característica e não um estigma

Gorda. Essa palavra que na nossa sociedade virou um estigma, foi carimbada na minha testa ainda muito cedo, quando eu era uma criança de apenas sete anos. Desde então, fui obrigada a carregar o peso da incompreensão e da falta de tolerância alheia. Aprendi desde pequena que eu era basicamente um lixo de criança. Assim, dramaticamente mesmo. Não faltava quem parasse minha avó na rua para mandar ela me levar a uma consulta no pediatra, porque até de longe se podia ver pelo meu peso que eu não era saudável, mesmo que os resultados dos meus exames dissessem o contrário.

Aprendi, ainda nessa época, que eu devia me esconder no meio da multidão, porque eu nunca seria tão bonita quanto as outras crianças. Sempre que havia um concurso de dança na escolinha e eu participava, nitidamente podia sentir os olhares de pena voltados em minha direção, mesmo que eu fosse a melhor bailarina da turma. E olha que eu dançava e ainda danço melhor do que muita gente magra que eu conheço.

{Ilustração Negahamburguer}

Foi mais ou menos nessa época também, se me lembro bem, que me ensinaram que eu jamais poderia ter uma relação normal com a comida, porque eu era GORDA. Sempre que eu ia nas festas de aniversário dos meus amiguinhos de escola, havia por lá um pai ou uma mãe para me dizer que eu não deveria pegar um pedaço de pizza da bandeja ou um docinho da mesa, porque já estava bem acima do meu peso e que isso era feio, porque ninguém gostava de mulher gorda. Toda essa “informação” foi devidamente assimilada por mim, enquanto uma boa criança e se tornou o foco da minha infância. Enquanto as crianças normais se preocupavam em escolher os lápis para sua pintura, eu me preocupava em opções de lanche escolar livres de gordura. Enquanto as crianças aproveitavam seus saquinhos do Dia de São Cosme e Damião, eu me preocupava em saber se eu poderia comer uma bananada porque eu amava sentir aquela textura na boca. Enquanto todas as crianças brincavam de amarelinha, eu me escondia em casa entre os livros tentando entender porque eu tinha nascido gorda e feia.

Durante a adolescência o peso desse estigma aumentou absurdamente. Hoje, escrevendo esse texto, reconheço que nem eu mesma sei como suportei tanta pressão. Aliás, não posso dizer que suportei, já que surtei aos 17 anos e parei de comer – literalmente – ao triste ponto de cheirar um biscoito recheado enquanto lágrimas escorriam dos meus olhos. Eu chorava diante da loucura, mas prosseguia nela. Não podia recuar agora, faltava tão pouco para entrar em uma calça tamanho 38. Só precisava aguentar mais um pouco, só mais um pouco e então eu seria finalmente feliz. Sim, porque ninguém que esteja isolada em casa, sem comer absolutamente nada, dormindo para não comer, é feliz. Nunca cheguei no manequim 38. O surto em questão só me rendeu infelicidade e uma gastrite maldita que carrego até hoje.

O tempo passou e eu nunca mais tive a oportunidade de encontrar com todas aquelas pessoas que destruíram minha autoestima de forma tão cruel desde quando eu era criança. Tirando as que são da minha família, nunca vou poder dizer a elas o mal que elas causaram na minha vida e o tanto de tempo que demorei para entender que eu também poderia ser bonita e merecedora de coisas boas na vida, ainda que eu continuasse sendo gorda. Fico pensando se as pessoas sabem o que o peso do preconceito delas pode causar na vida de uma pessoa. Sinceramente acho que prefiro nem saber a resposta. Prefiro acreditar na utopia de que caminhamos, ainda que a passos de formiga, para uma sociedade mais justa onde todos terão direito de serem como são, livres de cobranças ou julgamentos.

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Por Vanessa Rocha:

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4 garotas lindas, estilosas e nem gordas, nem magras para seguir no instagram!

Mês passado, postei o texto “Nem gorda, nem magra”, um post estilo “abrindo o coração” sobre minha relação (e a do mundo) com o meu corpo e eu fiquei tão feliz (e surpresa) com o resultado. Fui parar até no Buzzfeed! Recebi vários e-mails, comentários no post e eu nem sei descrever para vocês como é gratificante saber que de alguma forma, eu ajudei a melhorar a autoestima e aceitação de vocês. Mas também percebi que a maioria das garotas, assim como eu, já que comentei isso no post, sentem falta de representatividade. Parece fácil, mas é difícil achar inspiração por aí se você não é gorda, nem magra. Então achei que seria útil compartilhar com vocês alguns perfis do instagram que me inspiram. São todas modelos, plus size, mas que se encaixam em tudo que falei no texto. Então se você conhecer outros perfis, de pessoas “normais” posta aí nos comentários!

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– Chelsea Miller

Eu amo a história da Chelsea e preciso compartilhar! Ela  é irmã da modelo Alyssa Miller e disse que secretamente, como a irmã mais nova, sempre teve vontade de ser modelo. Um dia ela confessou o desejo pra irmã e disse que “gostaria de ser magra como ela” para ser modelo e Alyssa que disse que acha que ela poderia ser uma modelo se realmente quisesse do jeitinho que ela era. E foi assim que Chelsea fez suas primeiras fotos e três meses depois, o catálogo da marca americana Gabriella Rossetti, para mulheres que vestem de 42 a 52. Hoje Chelsea é modelo, como sempre sonhou e tem um instagram super inspiracional.

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– Tara Lynn

Ela é uma das tops do mundo plus size. Bem antes da ELLE Brasil colocar vários biotipos em suas páginas, a edição de fevereiro de 2012 da Elle francesa, colocou Tara. Ela também já estampou a V Magazine, a Vogue italiana e fez campanha da H&M. A maioria das fotos do insta dela são de editoriais e trabalhos, mas vale seguir porque sempre inspira. Além do mais, ela é linda demais!

GWS-pra-seguir-no-instagram-Ashley-Graham

– Ashley Graham

Gente, a Ashley me mata. Deusa, maravilhosa! Ela posta bastante coisa da rotina da vida dela, bastidores, backstage e até rotina de exercícios na academia e também muitas fotos de editoriais e trabalhos. E gente, que rosto mais lindo essa mulé tem. Sigam!

GWS-pra-seguir-no-instagram-Candice-Huffine

– Candice Huffine

Com certeza você já viu a Candice por aí. Ela ficou ainda mais famosa depois de ser a primeira modelo “fora do padrão” a posar para o calendário da Pirelli. Acho que é minha favorita da lista (L) porque além de achar ela musa, curto demais o estilo dela e ela ama um #lookdodia em frente o espelho!

E fica a dica extra: #EUZINHA hahaha! Falando sério, sempre que posso, posto looks no meu instagram pessoal (@NutaGWS) ou no do GWS (@girlswstyle)

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