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Patches personalizados: saiba como aplicar e conheça a Toca dos Bordados!

Os patches, ou bordados termocolantes, são pedacinhos de tecidos bordados que colamos com ferro quente nas roupas. Foi um dos grandes hits dos anos 80 e 90 e já podemos dizer que também são da atualidade. Já contei aqui, toda a história dos patches, que teve sua origem militar na década de 30. Só nos anos 60, os patches caíram nas mãos dos “adolescentes rebeldes” e começaram a ser usados para expor ideias, posições políticas e amor por bandas. Por esses motivos os punks do final dos anos 70 e começo dos anos 80 fizeram do acessório peça obrigatória do guarda-roupa, assim como os fãs de heavy metal que adoravam colar os das suas bandas favoritas em coletes de couro e jeans.

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Nos anos 90 eles ficaram mais “pop” entraram no hip hop e ganharam até o universo infantil. Desde 2014 estamos vendo os patches nas graças do mundo da moda e quanto mais patches, melhor! Nós enxergamos essa peça de bordado como uma forma de expressão e, por isso, sempre pensamos em transformar nossos símbolos e frases em patches. Foi assim que conhecemos a Toca dos Bordados, quando decidimos desenvolver patches exclusivos do  GWS. Já mostramos eles em todas as redes sociais (porque estamos apaixonadas) e você pode comprar na nossa loja ou ganhar caso faça um curso no Espaço Criativo GWS. Mas se você tá em busca de algum patch específico, fazemos uma aposta que você vai encontrar na Toca dos Bordados.

toca dos bordados gws

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A Toca dos Bordados é uma loja virtual especializada na venda de patches bordados, que existe há mais de 6 anos. Eles tem mais de três mil modelos em estoque e enviam para o Brasil todo. No Rio Grande do Sul, inclusive, tem até loja física. É impossível não encontrar o patch que você quer por lá. Sério, dá só uma olhada no catálogo deles. Tem todas as formas, desenhos, cores, temas possíveis. Desde os estilosos e modernos até os clássicos militares e religiosos. Se você busca alguma coisa mais específica ou até mesmo exclusiva como foi o nosso caso, pra você ou pra sua marca, eles fazem pra você. Nesse link você pode mandar sua ideia, criar seu bordado e receber o orçamento. Posso falar com conhecimento de causa que o atendimento deles é incrível e que a qualidade dos patches também. E o melhor: Se você é ansiosa como eu, eles chegam rapidinho na sua casa.

marie gws toca dos bordados

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Desde que fizemos os patches do GWS, algumas meninas nós perguntaram como se aplica, qual melhor forma, se são autocolantes… Gostei desse vídeo da Gabi Ferreira que explica um pouco a melhor forma de colocar seus bordados.




Curtiram a dica? Depois mostra pra gente como ficaram as suas peças e os patches que vocês escolheram!

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Slow Fashion ou consumo consciente: a nova forma de consumir moda

Eu me lembro bem quando comecei a me interessar por moda. Eu era adolescente e estava naquela fase de decidir o que eu seria da vida. Eu estava mergulhada no universo da moda.

Naquele tempo, as coisas não eram tão facilmente acessíveis como hoje e para acompanhar as tendências e desfiles era preciso ir na banca comprar Caras Modas e assinar Directv para ver semanas de moda. Faculdade de moda era novidade e ninguém entendia bem o que se estudava lá.

Nem o fast fashion era fast. Lembro de ver peças em desfiles internacionais que só chegavam nas araras das grandes redes 1 ano depois. Conhecimento do vocabulário de moda? Pra poucos! Lembro que em 2003 entrei na Ellus pedindo por uma calça Skinny e recebi um ponto de interrogação como resposta.

Hoje, qualquer vendedora sabe bem o que é o modelo skinny, boyfriend e flare. A informação de moda está absurdamente acessível com a internet e seus milhões de sites e blogs especializados no assunto. O que está no desfile de uma grife internacional hoje, estará facilmente em poucas semanas na vitrine da sua fast fashion favorita.

Não existe mais só coleção de primavera/verão e outono/inverno. Agora também temos alto verão, pre-fall, resort e cruise. Isso tudo acontecendo em 1 ano. Semanas de moda? Já perdi as contas de quantas acontecem ao redor do mundo.

Claro, é muito legal poder comprar peças que grandes estilistas fizeram parceria com redes de fast fashion, ou ver um desfile em Milão hoje e achar uma peça inspired na semana seguinte no shopping do lado da sua casa, ou ter aquela saia linda por apenas 10 dólares.

Mas será que não estamos consumindo moda rápido demais? E será que não tem nada mesmo de negativo em relação a isso?

 

Slow Fashion consumo consciente

 

Eu parei para pensar e vi muita coisa. Das mais fúteis, às mais sérias, muita coisa está errada na forma que consumimos moda nos dias de hoje. Já reparou como de um dia para o outro ficamos uniformizados? Consumimos peças dos mesmos lugares, das mesmas referências.

As pessoas que fabricam moda assistem as mesmas palestras do líder mundial de previsão de tendências. Já vem tudo mastigado. Não tem que criar nem se inspirar. Só produzir e vender, vender e vender.

Nós, consumidores, também não temos mais que criar nada nosso. O “seu estilo” já está lá, pronto para ser consumido na vitrine da sua loja favorita. É só fazer uma ronda pelos blogs de looks do dia ou passear pelos corredores de uma semana de moda para perceber que mesmo que super “”estilosas””, as pessoas parecem em sua maioria, uniformizadas.

Com o tênis da vez, a calça do momento, o acessório da temporada. Mas pera aí, estilo não era algo para refletir sua personalidade?  Tudo aquilo que te torna única?

Vivemos em um tempo que a moda virou sinônimo de frustração. Hoje o legal é ser seapunk, amanhã (literalmente) é normcore e nada parece mais contraditório. E não me venha falar que você tem opção. Se saia midi godê estiver na moda, as chances de você encontrar uma saia lápis caem 80%. Se cropped é o modelo de blusa da vez, esquece, porque não vai achar aquela long que você adora.

E os tamanhos e diferentes tipos de corpo? Esquece! Você tem que vestir de 36 até 46 se quer ser considerada digna de andar vestida. E a mesma calça tem que servir em você que tem 1,75 e na sua amiga com 1,58. E aí a frustração não é só fashion, bate na autoestima também. E a maior frustração de todas: A coisa muda tão rápido, que enjoamos de tudo do nosso armário em uma velocidade absurda e nunca conseguimos ter o suficiente.

A indústria da moda está produzindo 52 “micro-estações” por ano. Com as novas tendências que saem a cada semana, o objetivo do fast fashion é para que os consumidores comprem tantas roupas quanto possível, o mais rápido possível.

Se a essa altura do texto você também já acha que tempos os motivos suficientes para desacelerar, imagina se eu te falar que esses são os motivos mais fúteis? Não adianta mais tapar o sol com a peneira, gente. A forma que consumimos moda está fazendo mal ao nosso planeta, a nossa saúde física e mental e destruindo vidas de seres humanos e animais.

Atualmente, a indústria da moda usa um fluxo constante de recursos naturais para produzir peças de vestuário fast fashion. No modo de funcionamento, esta indústria está constantemente contribuindo para o esgotamento dos combustíveis fósseis utilizados, por exemplo, na indústria têxtil, vestuário, produção e transporte.

Reservatórios de água doce também estão sendo cada vez mais reduzidos para a irrigação do algodão nas safras. A indústria da moda também está lançando de forma sistemática, e em quantidades cada vez maiores, compostos artificiais como pesticidas e fibras sintéticas, o que aumenta a sua persistente presença na natureza.

Alguns recursos naturais estão em perigo e as florestas e os ecossistemas estão sendo destruídos por coisas como a produção de fibras, levando a problemas como secas, desertificação e alterações climáticas. Isso sem falar no mais grave de tudo, o trabalho escravo. Você realmente acha sua bolsa baratex do site chinês é mais importante que a vida de uma pessoa?

Acredite, tem alguma coisa muito errada e nada democrática no princípio de comprar roupas por preços irrealistas. Um salário digno é um direito humano e nós, consumidores temos que ter consciência do poder em nossas mãos. Nós estaremos no caminho certo somente quando olharmos para um vestido novo de U$8 como um alerta vermelho e não como uma boa pechincha.

A indústria mainstream da moda depende de produção globalizada, onde roupas são produzidas a partir da fase de concepção para o varejo em apenas algumas semanas. Com os varejistas que vendem as últimas tendências da moda a preços muito baixos, os consumidores são facilmente seduzidos a comprar mais do que realmente  precisam.

Então o que podemos fazer para mudar essa realidade? O movimento slow fashion ou consumo consciente, ou moda lenta pode ser a solução. Na contramão da produção de roupas massivas e de baixa qualidade, o slow fashion ou consumo consciente defende a criação de peças atemporais, feitas à mão, com tecidos naturais e duráveis além da produção em baixa escala e em locais que funcionam mais como ateliês do que como indústrias.

O slow fashion, o consumo consciente acredita na reutilização das peças, de compras em brechó, em peças feitas na costureira e no escambo e compartilhamento entre amigos e familiares da mesma peça. E eu pessoalmente acredito que essa é a forma mais fácil de praticar slow fashion.

Por que vamos ser realistas? Na vida prática ainda é muito difícil viver sem as facilidades que o fast fashion apresenta. Nosso salário nem sempre é compatível com a vontade de comprar peças de ateliês, a facilidade de parcelamento das grandes redes também ajuda e a lista de “vantagens” não tem fim. Mas quando a gente acredita em uma coisa, temos que fazer ela acontecer.

Por a gente acreditar tanto nisso, sentirmos vontade de fazer alguma diferença no mundo. E foi assim, conversando sobre consumo consciente que tivemos a ideia de fazer um evento com essa proposta. Quantas peças até sem uso que você comprou em alguma fast fashion está aí, parada no seu armário? Ou com certeza você também tem uma calça jeans que você amava, mas não te serve mais. E tem um monte de gente como você, inclusive, eu.

Por enquanto eu espero que vocês tenham captado a ideia. Se você se tornar mais consciente na hora de consumir, com certeza irá refletir de alguma forma nas indústrias. Se o desinteresse por esse consumismo exacerbado for cada vez mais aparente, uma hora a indústria acabará se adaptando aos novos perfis de consumidores. Seja a mudança que você espera do mundo.

 

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A trajetória do estilo tomboy que novamente ganha força nas ruas e passarelas

Tomboy no dicionário significa: menina que apresenta características e comportamentos considerados tipicamente masculinos. Mas lá nos anos 20, Coco Chanel apresentaria mais um significado para esse nome. O tomboy virou estilo e desejo fashion.

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Mas não pense você que Coco Chanel tirou tudo isso da sua mente. Claro, brilhante ela era, mas tudo que mademoiselle Chanel fez naquele momento, foi observar. O movimento feminista estava se formando e ganhando muita força (se quer saber mais sobre isso, leia o post “A volta da estética e do comportamento feminino dos anos 20). E uma das formas que o movimento se expressava, era roubando peças do guarda-roupa masculino. Chanel, era dessas e usava roupas do namorado para montar looks confortáveis e elegantes. Apesar dos créditos por inserir o estilo à moda serem de Chanel, a primeira mulher a usar calças em público foi a polêmica atriz Marlene Dietrich no ano de 1920. Aliás, Marlene era conhecida por sempre usar looks masculinos.

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Outra atriz dos anos 20 adepta do estilo tomboy era a it girl Clara Bow, que também era uma entusiasta do movimento feminista. Apesar do estilo estar presente nas décadas seguintes, nos anos 50 o estilo Rockbilly chegou trazendo as calças cigarretes e na década de 60 os primeiros smokings femininos, graças a Yves Saint Laurent. Depois dos anos 20 o grande boom do tomboy, foi mesmo nos anos 80.

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Com o tempo o estilo tomboy caracterizado por peças masculinas clássicas e sociais como gravatas, camisas, coletes, ternos e sapatos oxford foi ganhando uma nova vertente, o estilo  boyish tem foco em peças masculinas de pegada street, mais modernas e despojadas, como calça jeans, tênis, blusão de esportes, gorros… Um bom exemplo de entusiastas dessa nova pegada é a modelo Cara Delevingne e a cantora Rihanna.

Vocês curtem o estilo tomboy?

http://youtu.be/hVs6Fekh0RY

 

 

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China é tendência e destaque na moda e na cultura pop

A bola da vez é dos países emergentes e quem começa a ganhar destaque agora é a China, suas cores, formas, flores, cultura e até a louça chinesa prometem ser presença forte no verão que já, já chega aí. O país mistura como ninguém o kitsch e o chic por isso aposto que vamos ver no mínimo, peças interessantes por aí.

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Claro que tudo começou lá fora. Três marcas com propostas muito diferentes investiram na louça chinesa – essa estampa já ganhou nome, china print e inspired na Zara – como Valentino, Cavalli e a marca cool inglesa Erdem, que também investiu nos kimonos.

Na Brasil não está sendo diferente. O verão da paulista Neon é todo inspirado no país, assim como o da carioca Karamello que inspirada na China, levou para suas peças as cores e a tradição do jardim Yu Yuan Garden onde por muitos anos foi a sede do governo da dinastia Ming. As peças bordadas artesanalmente vindas diretamente do país são de babar. Eu estou louca por um kimono que vi na loja.

http://youtu.be/5kPRsDUyUGE

Na cultura pop quem já entregou o ouro da inspiração do novo album foi Katy Perry. Nas fotos de divulgação do primeiro single Roar, ela usa uma jaqueta totalmente china inspired. Aliás, Katy mostra interesse na China não é de hoje, né?

Mas quem é rei, nunca perde a majestade, certo? Senhor David Bowie já cantava sobre sua China Girl, lá em 1983.

http://youtu.be/E_8IXx4tsus

Quem vai investir no made in China?